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	<title>LOGOBR &#187; Ferramentas</title>
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	<description>Branding, design estratégico e graphic design.</description>
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		<title>Revista Leaf #2</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 23:24:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[leaf]]></category>
		<category><![CDATA[leituras]]></category>

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		<description><![CDATA[O novo número da revista Leaf traz como tema principal a Tipografia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>1 ano e meio depois da segunda edição (#1), tenho o prazer de mostrar para vocês o novo número da Leaf, revista pensada para estudantes de Design.</p>
<p>Como alguns devem saber, eu tenho uma ligação passional com esse projeto pois há mais de dois anos atrás, quando saiu a primeira edição (#0), tive a honra de participar dela entrevistando o Fabio Haag sobre o tema &#8220;pirataria de fontes&#8221;.</p>
<p>Coincidentemente, o tema dessa nova edição é tipografia e está recheada de ótimas matérias do mundo das letras.</p>
<p><a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2013/04/leaf3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7452" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2013/04/leaf3.jpg" alt="" width="420" height="394" /></a></p>
<p>Bienal de Tipos Latinos 2012, Oficina Tipográfica de São Paulo, fontes para marcas, Tipocracia são alguns do temas que estão nesse número. Vale o destaque para o texto sobre projetos pessoais do Fábio Lopes. Além do anúncio do LOGOBR <img src='http://logobr.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Para comprar a sua, <a href="http://revistaleaf.kauplus.com/" target="_blank">basta clicar aqui</a>. Acompanhem também o <a href="http://www.revistaleaf.com.br/" target="_blank">site e o Facebook </a>da revista, que estão sempre com novos conteúdos.</p>
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		<title>Diversão e trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jan 2013 13:42:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Alt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>

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		<description><![CDATA[Fico inconformado quando, ao falar que trabalho com design e inovação, as pessoas imaginarem um mundo de diversão e futilidades. &#8216;É só ficar colando post-it, né?&#8217;, dizem alguns, enquanto muitos outros apenas acenam com a cabeça pensando para si mesmo que esse tipo de trabalho não pode ser sério. É verdade, trabalhamos ouvindo música, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a style="text-align: left;" href="http://logobr.org/?attachment_id=7099" rel="attachment wp-att-7099"><img class="size-full wp-image-7099" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/11/logobr-03.jpg" alt="" width="420" height="236" /></a></p>
<p>Fico inconformado quando, ao falar que trabalho com design e inovação, as pessoas imaginarem um mundo de diversão e futilidades. &#8216;É só ficar colando post-it, né?&#8217;, dizem alguns, enquanto muitos outros apenas acenam com a cabeça pensando para si mesmo que esse tipo de trabalho não pode ser sério. É verdade, trabalhamos ouvindo música, com pausas para jogar vídeo-game e com constantes brincadeiras durante o dia. Mas quem já passou uma semana sequer na live|work sabe que o ambiente é de trabalho pesado e de longas horas de debates e argumentações. Afinal de contas, é do nosso andar que saem estratégias de serviço e novos modelos de negócio para marcas como Whirlpool, Itaú, Bradesco, Suvinil e muitas outras com as quais temos o prazer de trabalhar.</p>
<p>Dito isso, um questionamento me vêm a mente. Por que as pessoas tem a impressão de que diversão e trabalho não podem andar juntos? O que há de errado em ver o tempo passar voando no trabalho ou, ao negociar um novo projeto, não ver a hora de poder realmente trabalhar e criar novas soluções para o desafio apresentado? Será mesmo que ficar de cara fechada o dia inteiro, sentado numa mesa com a cabeça no monitor um bom sinal de produtividade? Serão ambientes completamente estéreis, sem alma ou vida, melhores para o rendimento dos trabalhadores por estarem livres de distrações? Eu tenho certeza que não.</p>
<p>É claro que, se eu tratar as pessoas que trabalham como máquinas que devem passar 8 horas por dia produzindo suas planilhas e relatórios, vê-las tirando um tempo para ler algum livro ou dar uma cochilada no meio do dia me incomodará. Mas quando se trabalha com estratégia, com inovação, será que estar a frente de uma tela realmente o momento mais produtivo? Muita gente, infelizmente, esqueceu que pensar é um dos aspectos mais importantes para atingir bons resultados, na vida e no trabalho. Meu dia, por exemplo, começa quando estou tomando banho, logo cedo pela manhã. Dali já saio com uma agenda completa do dia, novos pensamentos e, quem sabe, respostas para muitas perguntas que surgiram no dia anterior. Se eu chegar no trabalho as 9 da manhã com essas ideias, será que considero que trabalhei só a partir das nove naquele dia?</p>
<p><a href="http://logobr.org/?attachment_id=7098" rel="attachment wp-att-7098"><img src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/11/logobr-02.jpg" alt="" width="420" height="236" /></a></p>
<p>Ao ver muitos eventos e cursos de design, entendo porque muitas pessoas acreditam piamente que trabalhar com isso seja pura diversão, mas, sinto informar, não é bem assim que as coisas funcionam. Viramos muitas noites trabalhando sem parar e, muitas vezes, um resultado que parece muito lógico uma vez apresentado é fruto de intermináveis discussões e incansáveis ajustes. A diversão existe, exatamente, para quebrar esse clima de alta pressão que é gerado pela responsabilidade que temos em definir estratégias promovendo um casamento entre desejos dos usuários com necessidades dos negócios.</p>
<p>Quando chego no estúdio depois de alguma reunião durante o dia e vejo as pessoas sorrindo, ouvindo música ou jogando vídeo-game, penso que não poderíamos ter criado um ambiente mais produtivo para se trabalhar. Sei disso, pois sei que todos na equipe levam muito a sério o que fazem e carregam internamente um senso de comprometimento e responsabilidade que não precisa ser imposto por um ambiente opressor. Algumas pessoas não sabem lidar com isso e aproveitar essa liberdade? Fato. Algumas pessoas se decepcionam ao ver que não é só brincadeira mas também envolve alta carga de trabalho e pressão? Claro! Mas, tudo bem, porque trabalhar se divertindo não é para todos, requer maturidade, requer propósito …</p>
<p>Não acho que tenhamos que provar nada sobre a seriedade do que fazemos, o resultado do nosso trabalho fala por si só. E aos que pensam que nosso trabalho não é realmente trabalho, ficam aqui minhas condolências. Se para essas pessoas levantar-se pela manhã para ir trabalhar representa um fardo, um sinal de que as próximas 9 ou 10 horas de suas vidas serão desperdiçadas, então não há mesmo o que dizer. Desejo a todos uma vida como a minha, de muito trabalho e muita diversão. Afinal, como já diria Confúcio, &#8220;escolha um trabalho que ama e não terás que trabalhar um único dia em sua vida&#8221;.</p>
<p>Um abraço a todos e um ótimo dia de trabalho! <img src='http://logobr.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Revista Clichê</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 20:55:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[cliche]]></category>
		<category><![CDATA[leituras]]></category>

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		<description><![CDATA[A revista Clichê é um projeto criado e desenvolvido na UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, seu foco é difundir, agrupar e dar visibilidade para trabalhos acadêmicos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>Algumas semanas atrás recebi uma cópia da edição #2 da revista Clichê. E não tinha como não divulgar esse projeto belíssimo.</p>
<blockquote><p>A Clichê é uma revista colaborativa sobre design criada na UTFPR &#8211; Universidade Tecnológica Federal do Paraná em 2010. Seu foco é difundir, agrupar e dar visibilidade para trabalhos acadêmicos, sejam eles práticos ou teóricos, em qualquer área de design &#8211; web, produto, gráﬁco, interação, moda, etc. Com produção independente, propõe uma publicação atemporal, utlizando um projeto gráﬁco durável e conteúdo para referências futuras, evoluindo a discussão sobre design e valorizando as produções do meio acadêmico. [Release]</p></blockquote>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5919" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/03/FOTO-01-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p>E coloca acadêmico nisso. Além de publicar os trabalhos de estudantes, a revista trás algumas matérias escritas por nomes conhecidos do design nacional. Os textos têm uma pegada bem <em>acadêmica</em>, o que é um deleite para quem gosta. O projeto gráfico é belíssimo: limpo e com foco total no conteúdo.</p>
<p>Além da revista, <a href="http://www.revistacliche.com.br/" target="_blank">o projeto mantém um site</a> onde postam o mesmo tipo de conteúdo da versão impressa mas, claro, em maior periodicidade e quantidade.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5920" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/03/FOTO-02-420x139.jpg" alt="" width="420" height="139" /></p>
<p><a href="http://catarse.me/pt/projects/557-revista-cliche-n3" target="_blank">A Clichê também está com um projeto no Cartase</a>, buscando levantar fundos para a impressão da sua terceira edição. Não poderia deixar de falar disso.</p>
<p>E por último: <a href="http://www.revistacliche.com.br/2012/03/cliche-3-edital-aberto/" target="_blank">o edital para a próxima edição da Clichê está aberto</a>. E dessa vez, não apenas estudantes, mas profissinais também poderão inscrever seus trabalhos. Inscrições abertas até dia 06 de abril. Prepare seus trabalhos e envie!</p>
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		<title>O que aprendi lecionando</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 16:48:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Escritores convidados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[estudos]]></category>
		<category><![CDATA[guilherme sebastiany]]></category>

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		<description><![CDATA[Guilherme Sebastiany reflete sobre como designers e outros profissionais devem ver os estudos como um estilo de vida, e não como uma prática pontual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje não vou falar sobre design, mas sobre a importância dos estudos e de planejarmos nosso crescimento profissional através do aprendizado.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5894" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/03/livros_FI.jpg" alt="" width="420" height="276" /></p>
<p>Comecei a lecionar muito cedo, ainda durante a faculdade de arquitetura, no meu 3º ano. Nada glamoroso. Era o professor auxiliar de um curso de software dentro da Fupam, fundação que promovia cursos e aperfeiçoamento profissional dentro da FAU USP.</p>
<p>Quando o curso foi encerrado no meu 4º ano, resolvi propor algo que o substituísse. Pretensioso e sem nada a perder, propus para a Fupam um curso de “design gráfico para apresentação de projetos de arquitetura”. Surpreendentemente eles toparam, apesar de ser ainda apenas um estudante da faculdade. Aquele foi o primeiro passo para lecionar em cursos livres, e depois graduações e pós graduações ao longo destes 15 anos que se passaram desde então.</p>
<p>Os cursos dentro da Fupam eram tanto para profissionais, quanto para estudantes. Por estarem dentro do prédio da FAU eles periodicamente sorteavam bolsas de estudo entre alunos e eu como professor conseguia acesso a mais algumas. Então naquele período constantemente eu me alternava nos cursos na posição, ora como aluno, ora como professor.</p>
<p>Comecei a notar naquela época que, em alguns momentos, os cursos estavam todos muito cheios, e em outros períodos, todos vazios. Me perguntava o por quê?</p>
<p>Percebi o seguinte: Quando o mercado estava muito mal, as matrículas caiam. Afinal sem trabalho ou emprego, não era fácil pagar por um curso, por mais importante que ele pudesse ser para a carreira do aluno ou para a conquista de um novo emprego. Porém, quando o mercado estava em forte alta as matrículas também caíam. Somente nos períodos medianos as classes estavam cheias e, intrigado do porquê, comecei a perguntar aos alunos.</p>
<p>O que aprendi foi o seguinte: Quando não se tem dinheiro ou emprego, não se investe em cursos. Quando se tem muito dinheiro e trabalho, geralmente não se tem tempo para os mesmos.</p>
<p>Fazia sentido.Mas ao era uma lógica burra! Afinal, o melhor momento para se investir no aprendizado e na carreira é justamente quando o mercado está em baixa, quando temos mais tempo e quando nos diferenciarmos dos concorrentes é mais importante.</p>
<p>Percebi que não temos a cultura de entender os estudos como parte de uma estratégia de vida. Não os planejamos, as vezes eles acontecem. Não traçamos metas do que queremos aprender e muitas vezes subestimamos o papel do aprendizado no nosso crescimento. O tempo passa, permanecemos no mesmo patamar profissional que estávamos 2 anos antes e quando nos perguntamos o motivo, não enxergamos a resposta óbvia: Fazer sempre as mesmas coisas, sempre da mesma forma, não nos levará nunca a um lugar novo.</p>
<p>Mas e o dinheiro? Será que é tão complicado assim? Acredito que não. Nos momentos de alta podemos economizar para os de baixa. Percebo que a maioria consegue até traçar um plano de economia para comprar um celular novo, mas estudo, só se houver tempo, dinheiro, disponibilidade&#8230; tudo coincidindo em um momento propício! Isso é claro se não “bater uma preguiça”&#8230;</p>
<p>Precisamos ser mais sérios quanto ao nosso aperfeiçoamento profissional. Não precisa ser um curso, ou uma pós graduação. Pode ser fazer uma pesquisa através da leitura de vários livros de um mesmo tema, pode ser investigando algo importante do seu mercado, ou qualquer outra coisa que seja de verdade um investimento nas nossas carreiras.</p>
<p>Mas precisa ser planejado e executado!</p>
<p><span style="color: #c0c0c0;">____________________________________________________________</span></p>
<p><span style="color: #999999;"><em>Sobre o escritor:</em></span></p>
<p><span style="color: #999999;"><em>Guilherme Sebastiany é sócio fundador da Sebastiany Branding, escritório especializado em diagnósticos, estratégias e projeto de marcas.</em></span></p>
<p><span style="color: #999999;"><em>Follow: <span style="color: #c0c0c0;"><a href="http://twitter.com/Sebastiany" target="_blank">@sebastiany</a></span></em></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Conheça o Dribbble</title>
		<link>http://logobr.org/ferramentas/dribbble/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 16:28:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[dribbble]]></category>
		<category><![CDATA[portfolio]]></category>

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		<description><![CDATA[O LOGOBR mostra a nova coqueluche entre profissionais criativos: o Dribbble. Alguns o chamam até de "Twitter para designers". Mas, ao invés de 140 caracteres, você tem 400 x 300 pixels para mostrar a comunidade no que está trabalhando agora.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #c0c0c0;">(Obrigado ao Breno Bitencourt e à Carol Rivello pela ajuda!)</span></p>
<p>Aloha!</p>
<p>Talvez a palavra que irá marcar esses dias que temos vivido será &#8220;colaboração&#8221;. Não vou ser louco de chamar de moda, tampouco dizer que é um fenômeno de nossa geração, mas sem dúvida ouvimos, lemos e falamos sobre isso como nunca antes. Talvez seja uma grande verdade para minha geração, pois somos muito mais abertos a opiniões de fora, quando não quase dependentes da visão de outro profissional.</p>
<p>Dan Cederholm e Rich Thornett são designers e integrantes/produtos dessa geração colaborativa. E co-fundadores da nova coqueluche entre profissionais criativos: o <a href="http://dribbble.com/" target="_blank">Dribbble</a>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5765" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/02/dribbble_logobr.jpg" alt="" width="420" height="300" /></p>
<p>O site nasceu em 2009 com o propósito de ser uma rede para que designers pudessem compartilhar pequenos pedaços dos projetos em que trabalham para buscar as opiniões de outros profissionais. Logotipos, símbolos, tipografia, caligrafia, ícones, ilustração, UI&#8230;</p>
<p dir="ltr">Dessa propósta, nasceu o site/ferramenta mais amado da internet pelos designers e criativos em geral. Se você não gosta do site, provavelmente é porque não o conhece. O Dribbble tem a ver com mostrar e conversar, receber críticas e elogios. Designers e desenvolvedores, estudios e agências, compartilham seus <em>shots</em> – pequenos screenshots dos designs e aplicações em que estão trabalhando, e aguardam os comentários da comunidade. Não apenas isso: o Dribbble é uma grande fonte de pesquisa, seja ela sobre tendência do que está rolando agora no mundo do design gráfico, seja de referência tipográficas, de cores, de formas e etc.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr">Aliás, todos os nomes estranhos que você verá no site, são inspirados no mundo do basquete. Pessoalmente, fico muito a vontade (viciado na NBA que sou). Entretanto, para facilitar a vida de quem tiver seus primeiros momentos dentro do site, fizemos um glossário sobre cada uma das palavras e ferramentas do Dribbble. O link está no fim do post <img src='http://logobr.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
</blockquote>
<p>O site nasceu 100% fechado, apenas para convidados. Em Abril de 2010, ele se tornou público para quem quisesse visitar e ver o que por lá era postado. Entretanto, para postar e comentar <em>shots</em>, ainda é necessário um convite de alguém de dentro. E, claro, tais convites são liberados a conta gotas e sem qualquer periodicidade oficial. Segundo os fundadores, isso é para manter alto o nível do que é postado por lá. E, em um âmbito geral, eles têm conseguido!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-5697 aligncenter" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/02/photo_3.jpeg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<h5>●<strong> </strong><strong>O que o Dribbble não é</strong></h5>
<div>
<p>O Dribbble é um rede de profissionais, como o DevianArt ou o Behance, mas não é um site de portfólios. Não pelo menos da forma que conhecemos. Isso, a começar pelo tamanho das imagens que podem ir pro site. Estamos falando de <em>shots</em> de 400 x 300 px. Isso é para que os participantes mostrem apenas pequenas partes dos trabalhos, buscando o feedback e também compartilhando o trabalho conforme ele avança. Ou seja, se você queria usar o Dribbble para fazê-lo de portfolio e mandar para aquele estúdio em que você quer trabalhar, pode tirar o cavalinho da chuva.</p>
<p>Entretanto, Breno Bitencourt, brasileiro e usuário do Dribbble, comenta:</p>
<blockquote><p>&#8220;O Dribbble é muito mais efetivo para contratação do que via portfólio normal, pois lá você coloca o que você esta desenvolvendo <strong>no exato momento,</strong> o que torna seu perfil dentro da rede como um portfólio <strong> aberto e sempre atualizado</strong>. A meu ver, acaba sendo mais realista do que um portifa estático.&#8221;</p></blockquote>
<p>Tudo vai depender de como você tirará proveito do site.</p>
<p>Cada usuário tem direito a  24 <em>shots</em> por mês. Esse numero não é acumulativo, ou seja, se você usar 5 shots neste mês, receberá apenas 5 no próximo mês. O que importa é que todo dia 1º você estará com 24 <em>shots </em>disponíveis.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5722" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/02/joy.png" alt="" width="400" height="300" /></p>
<h5>● Player e spectator: qual conta se encaixa no meu perfil?<strong></strong></h5>
<p>Antes de sair correndo atrás de um convite para o Dribbble, é necessário que você entenda os dois tipos de contas que existe no site e como é o processo de entrada de novos usuários para cada uma delas.</p>
<p><em>☞ Spectator</em><br />
O primeiro tipo de conta é o <em>spectator</em>. Eu chamo de &#8220;conta de entrada&#8221;. É uma ótima forma de conhecer o site e a maioria de suas funções. E o mais bacana é que não precisa de convite para ser um <em>spectator. </em>Basta ter uma conta no Twitter e se cadastrar.</p>
<p>Como o próprio nome denuncia, o <em>spectator </em>é o usuário que participa da rede como um espectador, alguém que assisti. Entretanto, a conta permite fazer muitas coisas como: criar um perfil completo, seguir qualquer usuário do Dribbble, dar <em>likes </em>nos seus shots preferidos, usar a ferramenta de <em>buckets </em>(favoritos) e criar pastas para guardar os <em>shots </em>que você mais gostou, fazer pesquisas e mais algumas outras coisas.</p>
<p>Essa conta é indicada principalmente para quem não quer/não pode ou não tem tempo de produzir <em>shots </em>para o site ou mesmo para quem quer apenas acompanhar alguns profissionais em suas jornadas diárias de trabalho, entender como pensam e como produzem.</p>
<p><em>☞ Player<br />
</em>Essa conta lhe permite fazer tudo o que a anterior faz + a possibilidade de subir imagens (dar <em>shots) </em>e de comentar qualquer <em>shot </em>dentro do site. Claro, essa é a principal conta do Dribbble e é para ela que é necessário um convite.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/02/food-truck.png" alt="" width="400" height="300" /></p>
<h5>●<strong> Convidando (sendo convidado), </strong><strong>o draft e as regras ocultas</strong></h5>
<blockquote><p><strong><em>Draft</em></strong><br />
É o nome do processo de entrada de novos <strong>players</strong> na rede. Para poder postar e comentar shots no Dribbble, você precisa ser &#8220;draftado&#8221; por um membro que tenha convites disponíveis. Quando se estiver lá dentro, logo você poderá &#8220;draftar&#8221; novos membros.</p></blockquote>
<p>Já já comento sobre o caminho das pedras para ser draftado. Quero falar sobre quando você for &#8220;draftar&#8221; alguém.</p>
<p>Quando você estiver como player, algo interessante de saber sobre o Dribbble é que quem você &#8220;drafta&#8221; para o site irá influênciar diretamente sua visibilidade e reputação na comunidade. Isso porque, em primeiro lugar, no seu perfil existe logo ao lado de followers e following um botão chamadado drafts que mostra quem você <em>drafitou</em> para dentro da rede e quais são seus shots, quantos seguidores, quantos likes recebeu e etc. Se você convida alguém, digamos, &#8220;não tão bom assim&#8221;, ele estará atrelado a você na rede o tempo todo, ou seja, ônus de imagem.</p>
<p>Quando falo &#8220;não tão bom assim&#8221; não digo apenas sobre a qualidade dos trabalhos que seu draft posta, mas também falo sobre a atividade dele dentro do Dribbble. Não adianta nada o designer/estudio/agência ser ótimo na criação se não postar na rede e não &#8220;circular&#8221; por ela. O Dribbble quer <em>players</em> que não apenas postem no site com regularidade, mas que comentem em outros trabalhos, participem e façam o site girar. Portanto você deve se preocupar não apenas com a qualidade, mas também com a quantidade de shots dos seus drafts, já que isso denuncia o quanto o designer que você convidou está usando a rede.</p>
<p>Detalhe: a quantidade de shots e a regularidade que seus drafts usam a rede também irá determinar quando e quantos novos convites você irá receber na próxima rodada de distribuição. Já há alguns depoimentos de players que dizem ficar de fora de algumas rodadas de distribuição de convites depois de ter draftado pessoas que não participam da rede. <strong>Por isso, seja muito criterioso na hora de distribuir seus convites. </strong>Muito além disso: use o Google e veja se seu draft é um designer/estudio/agência ativa na internet, ou se é só turista. Claro, por cuidados como esses é que o Dribbble continua a crescer em numero de players, sem cair de qualidade.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/02/brasilian.jpeg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<h5>●<strong> Sou (ou não) spectator e quero ser draftado. E aí</strong><strong>?</strong></h5>
<p>Não, não existe uma fórmula secreta para ser draftado. E antes que você pense isso: não, o site não será aberto para o cadastro de <strong>players</strong>, isso será sempre por meio de convites, provavelmente. Isso porque é evidente que para manter o alto nível do que é postado por lá é necessário ferramentas de controle como, por exemplo, o numero reduzido de <em>shots </em>disponíveis para cada player, as &#8220;punições&#8221; para drafts mal feitos e, claro, o draft feito a conta gotas.</p>
<p>Então, como ser draftado? Olha, na sinceridade: nenhum convite se consegue de forma fácil, você vai ter que ralar um pouco. Isso porque cada <em>player</em> é quem decide como irá distribuir seus convites. Eu, por exemplo, consegui o meu por um post no Google+. Pesquisei por &#8220;dribbble invite&#8221; e apareceu algumas pessoas que estavam recrutando interessados para mandarem seus portfólios para análise.</p>
<p>O caminho das pedras é esse: pesquisar no Google, Facebook, Twitter, G+ e dentro do próprio Dribbble por convites. Sempre tem alguém com algum draft sobrando e que esteja procurando por algum bom designer para drafta-lo.</p>
<h5>●<strong> Mas ainda existe outra opção: Seja um <em>Prospect</em></strong></h5>
<p>Além do esquema &#8220;procurar-por-alguém-com-convites&#8221; existe uma outra maneira de ser draftado, e essa é somente para quem tem uma conta de <em>spectator</em>.</p>
<p>Depois de se cadastrar como <em>spectator, </em>você deverá editar seu perfil (bio e links). Nessa página você verá a opção de incluir sua conta na lista de <em>prospects</em>. Essa lista reune <em>spectators </em>que estão procurando por convites. Muitos <em>players </em>não tem tempo para fazer promoções ou processos seletivos para distribuirem seus convites. Por isso, muitos deles recorrem a lista de <em>propects</em>, pois lá se encontra diversos designers que estão interessados em entrar na rede como <em>player</em>, com links para seus perfis nas redes sociais e, principalmente, para seus portfólios. Além disso, só de estar na rede como <em>spectator</em>, já demonstra interesse.</p>
<h5>● <strong>Alguns players brasileiros</strong></h5>
<p>Claro, eu não poderia terminar esse post sem deixar alguns links para <em>players </em>brasileiros. Essa lista é apenas alguns do muitos que temos por lá. Por isso convido a todos, players ou spectators, a deixarem o link para seus perfis no Dribbble nos comentários <img src='http://logobr.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://dribbble.com/danielcampos15" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-5756" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/02/daniel_campos_dribbble.jpg" alt="" width="140" height="140" /></a><a href="http://dribbble.com/raphaellopesph" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-5755" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/02/rl.jpg" alt="" width="140" height="140" /></a><a href="http://dribbble.com/Bitencourt" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-5753" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/02/breno.jpg" alt="" width="140" height="140" /></a></p>
<p><a href="http://dribbble.com/carolrivello" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-5754" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/02/carol.jpg" alt="" width="140" height="140" /></a><a href="http://dribbble.com/mediainvia" target="_blank"><img class="size-full wp-image-5751 alignnone" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/02/diego_morales.jpg" alt="" width="140" height="140" /></a><a href="http://dribbble.com/dadoqueiroz" target="_blank"><img class="size-full wp-image-5752 alignnone" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/02/dado.jpg" alt="" width="140" height="140" /></a></p>
<h5>● Concluindo<strong></strong></h5>
<p>O Dribbble é viciante. Você tem que se controlar para não acabar com todos os seus 24 shots numa semana só. Acima de qualquer outra coisa, o Dribbble é uma ótima ferramenta de networking (pessoal sempre muito aberto a conversar) e de marketing para sua empresa. O site é simples e usar e muito intuitivo. E o mais interessante é que sempre existe um comportamento crítico na rede, mas respeitoso. Como eles mesmos dizem, parafraseando talvez a maior campanha publicitária da NBA,<em> don&#8217;t hate the player, love the game</em>.</p>
<h5>● Escrevemos um glossário sobre o Dribbble para vocês</h5>
<p>Se tiver alguma dúvida sobre algo por lá, ou quiser saber mais sobre as ferramentas do site e seus nomes, acesse nosso <a href="http://logobr.org/glossario-dribbble" target="_blank">Glossário do &#8220;dribbblês&#8221;</a>.</p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Coletivos: Duas cabeças criam melhor que uma</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 17:38:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Escritores convidados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[parceria]]></category>

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		<description><![CDATA[por Elvis Benício Desenvolver uma peça em parceria a outros criativos é algo bem enriquecedor para o portfolio e para o networking, porém é necessário possuir certa disciplina e vontade para fazer dar certo e seguir adiante. Nesse artigo pretendo ajudar aqueles quem querem ingressar ou já participam de um coletivo. Coletivo ou collab nada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Elvis Benício</em></p>
<p>Desenvolver uma peça em parceria a outros criativos é algo bem enriquecedor para o portfolio e para o networking, porém é necessário possuir certa disciplina e vontade para fazer dar certo e seguir adiante. Nesse artigo pretendo ajudar aqueles quem querem ingressar ou já participam de um coletivo.</p>
<blockquote><p>Coletivo ou collab nada mais é do que uma parceria presencial ou online entre dois ou mais profissionais criativos para a execução de uma tarefa, afim de se chegar num resultado homogêneo. Resumindo seria executar um mesmo projeto por duas ou mais mãos, seja fisicamente ou virtualmente.</p></blockquote>
<p>É muito comum ver estudantes se unindo a outros para realizar trabalhos extracurriculares. Os motivos do início de um coletivo são muitos, por exemplo: crescimento profissional e pessoal, aprimoramento de ideias, aprendizado , experiência de trabalho em equipe ou até mesmo o reconhecimento de seu trabalho.</p>
<p>Com a popularização da comunicação online, diversos tipos de interação em projetos foram favorecidos. Acredito que os designers/ilustradores/publicitários de certa forma abraçaram tal cenário com mais afinco. Isso acabou ajudando na metamorfose e crescimento do mercado criativo. Hoje por exemplo, existem muitos estúdios de design nascidos através dessa de uma parceria online.</p>
<p>Não basta apenas montar um coletivo e criar infinitas peças bacanas e ficar sonhando em ganhar premiações ou uma cartela de clientes grandes. Vamos com calma! É necessário passar por algumas etapas antes, como: ética e empatia profissional, motivos que levaram ao início do coletivo, tipos de coletivos, cronogramas e ferramentas.</p>
<p><strong>Primeiros Passos</strong><br />
Para começar um coletivo é essencial possuir habilidades e conhecimentos suficientes para finalizar uma ideia. Procure buscar colaboradores que dominam bem as ferramentas com que trabalham, veja seus portfolios e discutam antes de iniciar o projeto. Procure conhecer o método de trabalho do outro.</p>
<p><strong>Ética e Empatia Profissional</strong><br />
Não adianta esperar um bom resultado se não há uma boa parceria. Conhecer outros profissionais além do computador se torna uma oportunidade única de saber mais sobre o caráter da pessoa no qual você vai iniciar um coletivo.  Seja virtualmente ou presencialmente, a ética e respeito são itens básicos para um bom começo. Uma forma de conhecer outros profissionais é ir em eventos. Em SP temos anualmente o <a href="http://www.tipocracia.com.br/diatipo/" target="_blank">Diatipo Natal</a>, <a href="http://abcdesign.com.br/conference/" target="_blank">abcDesign Conference</a>, <a href="http://www.pixelshow.com.br/" target="_blank">PixelShow</a> e outros. Com uma frequência muito maior também rola o <a href="http://www.facebook.com/Construcao" target="_blank">Construção</a>, que é na faixa. Ir em eventos como esses e não ter vergonha de conversar e trocar cartões de visitas é essencial.</p>
<p>Um bom lugar para se saber sobre eventos em todo o Brasil é o projeto <a href="http://www.agendaT.com.br" target="_blank">Agenda T</a>, do Henrique Nardi. Ele faz agendas mensais com todos os eventos sobre design do Brasil (e até de outros países). Eles tem o <a href="http://www.agendat.com.br/" target="_blank">site </a>e o <a href="http://twitter.com/AgendaT" target="_blank">Twitter</a>.</p>
<p><strong>Qual é Motivo do Coletivo?</strong></p>
<ul>
<li>Coletivo em Concurso</li>
</ul>
<p>A competição estimula a criação. Participar de um concurso é uma boa divulgação para o seu coletivo. Aconselho que participem no máximo 3 a 5 pessoas para assim terem tempo para executar a peça, já que provavelmente a data do concurso será curta. É importante ler bem o regulamento e combinarem como será dividido a premiação, caso ganhem.</p>
<ul>
<li>Coletivo em Projetos Pessoais</li>
</ul>
<p>Chega um tempo em sua carreira em que a necessidade de experimentar novos métodos de criação se torna algo necessário. Um coletivo pode ser uma mão na roda caso você esteja precisando dar um “UP” no portfolio. Lembre-se sempre de creditar o(s) colaborador(es). É algo ético a ser feito.</p>
<ul>
<li>Coletivo em Projetos Comerciais</li>
</ul>
<p>Geralmente projetos comerciais ocorrem os chamados “pitch”. O designer gráfico <a href="http://www.abominavel.tk/" target="_blank">João Lavieri </a>(a.k.a LAV) define da seguinte forma:</p>
<blockquote><p>“Um pitch é uma concorrência onde cada participante apresenta uma direção para o produto final, e que vença o melhor”.</p></blockquote>
<p>Pitch é um trabalho participativo, onde não há uma remuneração mediante tal execução, porém serve muito como experiência de trabalho em um projeto, sendo interessante para o portfolio. Portanto, preste atenção quando for participar de um pitch. Procure se informar sobre o que será feito e acordado antes de ativar o motor das ideias.  Saiba quem está coordenando e gerenciando as informações para a equipe. Pergunte antes sobre as regras de divulgação da peça finalizada em seu portfolio ou blog. Abaixo um exemplo do comercial para o Charter TV,  com a direção de arte de <a href="http://www.abominavel.tk/" target="_blank">João Lavieri </a>em parceria com a designer <a href="http://www.flickr.com/photos/fabidot" target="_blank">Fabiana Fukui</a> na construção dos objetos de cena.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4340" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/09/LAV3.jpg" alt="" width="421" height="460" />• Projeto: Charter TV •</p>
<p><strong>Definido um Cronograma</strong></p>
<p>É sempre importante fixar prazos para a elaboração de um projeto. Primeiramente, defina as etapas do processo, logo após marque o deadline (data final) em que o projeto será finalizado. No caso de coletivo para concurso ou pitches de concorrência, é recomendável marcar a deadline para um ou dois dias antes do final da concorrência para uma revisão geral. Planeje todas as etapas com datas e prioridades.</p>
<p><strong>Ferramentas</strong></p>
<p>Existem mil e umas ferramentas para compartilhar arquivos, fazer vídeos conferências, entre outros. Portanto, segue os mais utilizados: <a title="Dropbox" href="http://logobr.org/ferramentas/dropbox-logobr/" target="_blank">Dropbox</a> (compartilhamento arquivo), BASECAMP (gerenciador de projetos online), SKYPE (video/audio conferência), Google Docs, Google Calendar, Billings 3 e outros.</p>
<p>Se alguém tiver outras sugestões de ferramentas, compartilhe conosco nos comentários. Iremos atualizar a lista com as dicas de vocês =)</p>
<p><strong>Palavras finais</strong></p>
<p><strong></strong>De acordo com<a href="http://www.abominavel.tk/" target="_blank"> João Lavieri</a>, para um coletivo fluir bem deve se levar em consideração: Agilidade, praticidade, velocidade, evitar confusão no tráfego de informação e falta de formalidade. Já <a href="http://www.goanna-webdesign.com" target="_blank">Stephane Goanna Munnier</a> (diretor de arte online a DPZ Propaganda RIO e fundador do extinto coletivo vouDO! Design), reforça que se deve conhecer o trabalho e a reputação das pessoas com quem vai trabalhar.</p>
<p>A criação de uma boa peça realizada em parceria com outros profissionais é algo que demanda empenho, respeito e humildade e ambas as partes. Procure se juntar aquelas pessoas que possuem tanta vontade quanto você de realizar um bom trabalho. É interessante se juntar com profissionais de outras áreas para enriquecer mais o trabalho. Somente assim ambos poderão crescer e aprender juntos.</p>
<p>Alguns Coletivos espalhados no Brasil e pelo mundo.</p>
<p>-        <a href="http://www.behance.net/Dopludo" target="_blank">Dopludo Collective<br />
</a>-       <a href="http://www.lillustrefabrique.net/" target="_blank"> l&#8217;illustre fabrique<br />
</a>-        <a href="http://www.123klan.com/" target="_blank">123klan<br />
</a>-        <a href="http://into1.be/" target="_blank">Into1<br />
</a>-        <a href="http://www.rose-paris.com/" target="_blank">Rose<br />
</a>-        <a href="http://www.lawebdecanada.com/" target="_blank">Canada<br />
</a>-        <a href="http://www.slashthree.com" target="_blank">SlashThree<br />
</a>-       <a href="http://cghub.com/" target="_blank"> CG HUB<br />
</a>-        <a href="http://www.colletivo.com.br/" target="_blank">Colletivo<br />
</a>-        <a href="http://www.grand-army.com" target="_blank">Grand Army<br />
</a>-        <a href="http://dimaquina.com/" target="_blank">Dimaquina<br />
</a>-        <a href="http://www.nakd.tv" target="_blank">NAKD<br />
</a>-        <a href="http://coletivocentopeia.com.br/" target="_blank">Coletivo Centopéia</a></p>
<p>Mas diz aí, você já participou de algum coletivo?  Comente ae abaixo.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como fazer uma boa apresentação</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 02:50:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[apresentacao]]></category>
		<category><![CDATA[endeavor]]></category>
		<category><![CDATA[joao galvao]]></category>

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		<description><![CDATA[João Galvão é co-fundador da Soap, empresa especializada em apresentações. Nessa palestra de 30 minutos em um evento da Endeavor ele dá dicas preciosas e fáceis de serem aplicadas de como montar e fazer uma boa apresentação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>Fazer uma boa apresentação é crucial para qualquer área do Design. Mostrar a empresa, o conceito, a criação, a metodologia, os resultados&#8230; enfim. Dificilmente um designer (e diversos outros profissionais) se livrará por muito tempo de uma . Então sempre nos perguntamos: como fazer uma boa apresentação?</p>
<p>Para a nossa felicidade, encontrei um ótimo video que fala sobre isso. João Galvão, co-fundador da <a href="http://www.soap.com.br/" target="_blank">Soap</a> (empresa especializado em apresentações), mostra como fazer apresentações efetivas, com conceitos simples e de fácil aplicação. Ele entrega dicas preciosas sobre estruturação, design e atitude no palco. E todas elas são usadas na própria apresentação dele. Serão 35 minutos muito bem investidos do seu dia. Tenho certeza que você vai assistir outras vezes.</p>
<blockquote><p>Apresentações são chatas porque elas não contam histórias.<br />
João Galvão</p></blockquote>
<p>    <iframe src="http://player.vimeo.com/video/28301907" width="420" height="236" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p><em>Fotografia usada na home: <a href="http://www.flickr.com/photos/consumidormoderno/4971768032/" target="_blank">Consumidor Moderno</a></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Revista Leaf</title>
		<link>http://logobr.org/ferramentas/revista-leaf/</link>
		<comments>http://logobr.org/ferramentas/revista-leaf/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Sep 2011 15:55:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[leaf]]></category>
		<category><![CDATA[leituras]]></category>

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		<description><![CDATA[O estudio paulistano Odde lançou em 2011 a revista Leaf, dedicada aos estudantes de Design. Com conteúdo vasto, suas matérias passam por diversos temas como tipografia, processos criativos, tecnologia e comportamento. Estudantes, não deixem de conhecer.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>Esse ano tivemos a grata satisfação de conhecer uma ótima iniciativa do estúdio Odde, que é a <a href="http://www.revistaleaf.com.br/" target="_blank">revista Leaf</a>. Uma publicação voltada exclusivamente para estudantes de design. Nas palavras deles:</p>
<blockquote><p><em>A Leaf tem o objetivo de apresentar o mundo do Design de forma clara e didática. Com a colaboração de profissionais e estudantes, reunimos conteúdo sobre</em> <em>seis temas principais: Comportamento, Mercado, Referências Visuais, Projetos, Internet e</em> <em>Tecnologia.</em></p></blockquote>
<p>Tenho uma relação passional com projeto pois tive a honra de participar da edição #0: entrevistei o typedesigner Fábio Haag, onde falamos sobre pirataria e compra de fontes. Aliás, esse numero está em <a href="http://issuu.com/revistaleaf/docs/00_o_mundo_sem_design" target="_blank">versão online</a>. Leitura indispensável!</p>
<p>E coincidindo com a data de lançamento do novo site do LOGOBR, a Leaf lançou sua nova edição (#1), que desta vez será impressa.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-4009 aligncenter" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/09/revista_leaf_01_capa-319x420.jpg" alt="" width="319" height="420" /></p>
<p>Nesse numero encontraremos matérias, entrevista e colunas sobre: branding, tipografia, técnicas de ilustração e fotografia, história, cinema, tecnologia, projeto, mídias sociais, design internacional e comportamento. Os exemplares impressos serão distribuidos nas universidades parceiras da Leaf, no horário de entrada do período noturno. Se liga nas datas:</p>
<ul>
<li>19/set &#8211; Centro Universitário Belas Artes de São Paulo (Unidade 3)</li>
<li>20/set &#8211; ESPM (Campus Profº Francisco Gracioso)</li>
<li>21/set &#8211; Universidade Anhembi Morumbi (Campus Morumbi)</li>
</ul>
<p>Aos reles mortais que não estão em São Paulo, como eu, existe um alento: posteriormente poderemos receber uma cópia da revista gratuitamente em qualquer compra na <a href="http://www.2ab.com.br/" target="_blank">Editora 2AB</a>.</p>
<p>Apesar da distribuição ser feita a partir do dia 19, o lançamento foi dia 12 e já tem um <a href="http://www.facebook.com/revistaleaf?sk=app_131376146947481" target="_blank">preview do numero no Facebook</a>. Tem até um anúncio do LOGOBR por lá. <img src='http://logobr.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Estudante, agora tem uma revista sobre design dedicada a você. Aproveite!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Behance: o melhor portfólio</title>
		<link>http://logobr.org/ferramentas/behance-portfolio-behance-portfolio-designer-diretor-ate/</link>
		<comments>http://logobr.org/ferramentas/behance-portfolio-behance-portfolio-designer-diretor-ate/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 05:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[behance]]></category>
		<category><![CDATA[portfolio]]></category>

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		<description><![CDATA[Aloha! Há pouco mais de um ano, o LOGOBR levou ao ar um artigo com dicas para portfólios impressos e digitais, escrito por mim (Daniel) e pela designer Cítia Stela. E hoje quero falar específicamente sobre uma das ferramentas que apresentamos da outra vez, por dois motivos. Motivo 1: o serviço O Behance Network é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>Há pouco mais de um ano, o LOGOBR levou ao ar um artigo com dicas para portfólios impressos e digitais, escrito por mim (Daniel) e pela designer Cítia Stela. E hoje quero falar específicamente sobre uma das ferramentas que apresentamos da outra vez, por dois motivos.</p>
<p><a href="http://www.behance.net"><img class="aligncenter size-full wp-image-1950" title="behance" src="http://logobr.files.wordpress.com/2010/10/behance1.jpg" alt="" width="450" height="347" /></a></p>
<p><strong>Motivo 1: o serviço</strong></p>
<p>O Behance Network é um dos serviços do Behance, empresa que ofecere produtos e serviços que buscam facilitar a vida dos designers. O Behance.net é uma das maiores plataformas do mundo quando se trata de portfólios para profissionais criativos. Para você ter uma idéia, eles tem parcerias com: AIGA, TED, The Design Observer Group, ADC, Adobe e outros.</p>
<p>Para ter sua conta na rede, basta você se inscrever e aguardar o link de aprovação. No Bahance.net não existe limite de fotos, uploads, customização ou qualquer tipo de limitação. Ele permite embedar videos de diversos sites, textos com hiperlink, imagen e PDFs do Issuu. E o mais bacana: é totalmente free.</p>
<p>Ai talvez você diga <em>&#8220;mas tem muitos outros sites para portfólios que fazem a mesma coisa&#8221;</em>. De fato. Contudo o embaixador do Behance no Brasil, Felipe Tofani, mostra rapidamente o diferencial da rede:</p>
<blockquote><p>O Behance tem duas coisas que acho muito interessante. Uma delas é a forma de frame viewo, o que facilita a visualização do mesmo como portfólio (e não como página de rede social). A outra é o lado social do site. A ideia é criar uma comunidade de cooperação. Por isso que foi criado um programa de embaixadores em diversos países, para que a interação entre os usuários se torne ainda maior e num ambito mais interessante.</p></blockquote>
<p>Esse <em>frame view </em>permite que você envie seu portfólio para seus clientes, propects e sua mamãe de forma mais limpa e direta do que é a sua visualização orginal, que mostra contatos, comentários e outros serviços do viés &#8220;rede social&#8221; do site, algo que não é tão interessante para quem não está na rede. Para isso, basta colocar <em>/frame</em> na frente da URL do seu perfil (<em>http://behance.net/SeuPerfil/frame</em>).</p>
<p><strong>Motivo 2: The Served Sites</strong></p>
<p>Por volta de um ano atrás, o Behance teve a excelênte idéia de criar um depósito para os melhores trabalhos postados na rede, assim nascia o The Served. Dez sites mostrando trabalhos de Branding, Digital Art, Fashion Design, Illustration, Industrial Design, Motion Graphics, Photography, Toy Design, Typography e Web Design. Uma fonte de referências e, claro, ótima mídia para quem tem algum trabalho garimpado pela curadoria de Oscar Ramos Orozco.</p>
<p><a href="http://www.theserved.com/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1952" title="the_served_sites" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/10/the_served_sites.png" alt="" width="450" height="305" /></a></p>
<p>Se tiver alguma dica a mais, mesmo sendo de outros serviços, coloca nos comentários. <img src='http://logobr.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://www.meetup.com/Behance/22025/"><br />
</a></p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dropbox: sincronize seus arquivos</title>
		<link>http://logobr.org/ferramentas/dropbox-logobr/</link>
		<comments>http://logobr.org/ferramentas/dropbox-logobr/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 02:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[dropbox]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://logobr.wordpress.com/?p=1458</guid>
		<description><![CDATA[Aloha! Quem nunca teve um arquivo editado em mais de um computador, sendo transportado por pendrives, emails e memory cards de celulares e ai num certo momento você diz &#8220;qual é o último arquivo?&#8221; ? Ou quem nunca quis uma maneira de ter seus arquivos do Illustrator, InDesign ou Photoshop compartilhados com outras pessoas, sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>Quem nunca teve um arquivo editado em mais de um computador, sendo transportado por pendrives, emails e memory cards de celulares e ai num certo momento você diz<em> &#8220;qual é o último arquivo?</em>&#8221; ?</p>
<p>Ou quem nunca quis uma maneira de ter seus arquivos do Illustrator, InDesign ou Photoshop compartilhados com outras pessoas, sem ter a dor de cabeça de ficar enviando e recebendo alterações, sem nunca se perder nesse monte de arquivos alterados?</p>
<p>Acredito que todos já passaram por isso.</p>
<p>Bem, hoje eu tenho uma dica primorosa pra vocês. Sabe aqueles tipos de serviços que facilitam a vida de uma forma brutal? Pois bem, o Dropbox faz exatamente isso.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1467" title="dropbox" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/02/dropbox.jpg" alt="" width="450" height="408" /></p>
<p>O DropBox te dá 2GB para você armazenar o que quiser nele e ainda permite você liberar esses arquivos para outras pessoas baixarem.</p>
<p><em>&#8220;Mas Daniel, não tem nada de mais nisso.&#8221;</em></p>
<p>De fato, existem outros serviços que fazem o mesmo e com um espaço maior. Contudo o que o Adrive, Wuala, Skydrive e similares não faz é a sincronização de arquivos sem precisar logar no site, clicar em upload e etc (pelo menos não até onde sei =).</p>
<p>O DropBox cria uma pasta no seu Win, Mac, Linux e/ou iPhone chamada MyDropbox. Lá dentro você coloca os arquivos que quer ter sincronizados e o software faz o upload automatico para o server. Quando você ligar outro computador que esteja sincronizado com sua conta, o DropBox faz a atualização dos arquivos automaticamente. Veja o video de demonstração, que é em inglês mas que dá pra entender o que o serviço faz só pelas imagens:</p>
<p><object width="420" height="261"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OFb0NaeRmdg?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/OFb0NaeRmdg?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="261" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Esse serviço é maravilhoso para quem sempre tem arquivos editados em mais de um computador, ou que quer fazer backups de uma maneira mais fácil. Outro uso bacana é para pequenos estudios/agências que não tem um server para troca de arquivos dentro do escritório e dependem de pendrives e outros dispositivos móveis. Com uma conta unica, sincronizada em todos os computadores, esse problema pode ser levemente solucionado.</p>
<p>Mas se você estiver achando 2GB pouco, pode aumentar isso sem pagar: após logar no site do Dropbox, na parte inferior da barra de menu esquerda, clique em <em>Get Extra Space Free</em>. Lá você receberá uma URL para enviar para seus amigos pelo Facebook, Twitter ou por email. A cada um deles que se cadastrar usando o link que você enviou, lhe renderá 250MB a mais de espaço, com um limite de 10GB. Se quiser mais, US$10 doletas por mês.</p>
<p>Quem quiser se cadastrar e dar 250MB para este pequeno rapaz que vos fala, <a href="https://www.dropbox.com/referrals/NTQwOTE0Mzk5">vai nesse link aqui ó!</a> <img src='http://logobr.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Espero que esse serviço facilite a vida de vocês, como fez com a minha. E quem tiver mais dicas de serviços bacanas deixem ai nos comentários ou mande no email do <a href="http://www.logobr.org" target="_blank">LOGOBR</a> que a gente publica.</p>
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