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	<title>LOGOBR &#187; Graphic Design</title>
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	<description>Branding, design estratégico e graphic design.</description>
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		<title>Swissted: rock e modernismo</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 13:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Graphic Design]]></category>
		<category><![CDATA[akzidenz grotesk]]></category>
		<category><![CDATA[mike joyce]]></category>

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		<description><![CDATA[O designer Mike Joyce, fundador do estudio Stereotypes Design, une os movimentos punk rock e modernismo no projeto Swissted, redesenhando clássicos cartazes de shows no Estilo Internacional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>O projeto Swissted é uma ideia do designer gráfico Mike Joyce, fundador do conhecido estudio Stereotypes Design em NYC. Amante dos movimentos Punk Rock e Modernismo, ele resolveu redesenhar cartazes clássicos de shows de punk, hardcore e indie rock no Estilo Internacional. São mais de 200 posters, todos usando Akzidenz Grotesk medium, de concertos que aconteceram de verdade. E vale lembrar: isso é só um exercício de criatividade pessoal. Sem extremismos ta bom. <img src='http://logobr.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://www.swissted.com/"><img class="aligncenter size-full wp-image-5587" title="" src="http://typetip.me/wp-content/uploads/2012/01/www.swissted.png" alt="" width="420" height="593" /></a></p>
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		<title>Action Painting: A desordem que inspira</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 17:27:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Escritores convidados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Graphic Design]]></category>
		<category><![CDATA[abstracionismo]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[cores]]></category>
		<category><![CDATA[painting]]></category>
		<category><![CDATA[pollock]]></category>

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		<description><![CDATA[Elvis Benício comenta a técnica Action Painting, mostrando designers e marcas que já utilizaram dessa estética e que se inspiraram nela.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Elvis Benício</em></p>
<p>Olá!<br />
Antes de iniciar esse post, quero deixar meus sinceros agradecimentos aos honrosos feedbacks que tenho recebido dos leitores do LOGOBR . É com grande satisfação que tenho recebido tais comentários e perguntas, pois me fizeram pensar em um novo direcionamento para os posts futuros. A partir de hoje, irei expor minhas ideias e comentários sobre técnicas e estilos que são fundamentais para a a busca do aprimoramento do senso estético gráfico e como eles são aplicados a uma peça. É importante acrescentar que o repertório visual e conhecimento teórico de cada criativo se tornará uma base sólida no processo de qualquer trabalho.</p>
<p>Então, vamos nessa!</p>
<p><strong>Sobre o Action Painting<br />
</strong>Dentre as inumeras técnicas artísticas que me inspiram, o Action Painting é a que me traz coragem de experimentar novas combinações de formas e cores. Isso se deve pelo fato dessa técnica ter como princípio a liberdade de improvisação, o gesto espontâneo, a expressão de uma personalidade individual tornando a peça única. Parecido quando estamos no meio do processo de criação de uma peça e intuitivamente vamos adicionando layers, shapes e cores até chegar em um ponto onde parece nos agradar. Acredito que isso que já deve ter acontecido com qualquer criativo.</p>
<blockquote><p>“Um experimento levanta uma questão ou testa uma hipótese cuja resposta não é conhecida de antemão”. Jennifer Cole Philips</p></blockquote>
<p>O Action Painting, pintura de ação ou gestual, é um termo dado pelo crítico norte-americano Harold Rosenberg, em 1952. Porém o criador dessa técnica é o norte-americano <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jackson_Pollock" target="_blank">Jackson Pollock</a> (1912 &#8211; 1956) que define de modo sintético os traços essenciais de sua técnica e estilo de pintura. Pollock influenciou e encorajou muitos artistas. Até hoje é possível ver claramente tal técnica mesclada a tipografias, aplicadas a motions, incorporadas em impressos e meios digitais.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl>
<dt><img class="size-medium wp-image-4749" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/17-pollock_l-420x418.jpg" alt="" width="420" height="418" /><br />
<span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; line-height: 17px;">• Jackson Pollock em ação •</span></dt>
</dl>
</div>
<p>Dentre os artistas atuais que utilizam tal técnica, darei destaque para o Americano Michael Cina. Numa <a href="http://ghostly.com/media/interview-with-michael-cina" target="_blank">entrevista</a> recente, Cina afirma: <em>“É papel de todo artista utilizar do meio que possui para explorar seu limite”</em>. Observando seus trabalhos podemos notar a tamanha sensibilidade e naturalidade com que cada peça possui.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl>
<dt><img class="size-medium wp-image-4753" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/cinanart1-420x348.jpg" alt="" width="420" height="348" /><br />
<span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; line-height: 17px;">• Michael Cina •</span></dt>
</dl>
</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl>
<dt><img class="size-medium wp-image-4754" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/cinaat2-420x335.jpg" alt="" width="420" height="335" /><br />
<span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; line-height: 17px;">• Michael Cina •</span></dt>
</dl>
</div>
<p>Como havia dito, o Action Painting tem sua origem na pintura, porém se estende aos meios tecnológicos digitais, como por visto nesse interessante video onde o artista executa a técnica de modo TOUCH.</p>
<p>    <iframe src="http://player.vimeo.com/video/3029416" width="420" height="236" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p>Nesse outro exemplo, o designer sueco <a href="http://www.behance.net/favati" target="_blank">Rikard Favati</a> utiliza da técnica para personalizar Dunnys (toy art) obtendo um resultado autêntico.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl>
<dt><img class="size-medium wp-image-4757 " src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/dunny-420x268.jpg" alt="" width="420" height="268" /><br />
<span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; line-height: 17px;">• Dunnys customizados por Rikard Favati •</span></dt>
</dl>
</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl>
<dt><img class="size-medium wp-image-4756" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/dunny2-420x246.jpg" alt="" width="420" height="246" /><br />
<span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; line-height: 17px;">• Dunnys customizados por Rikard Favati •</span></dt>
</dl>
</div>
<p>O site <a href="http://drips.nalindesign.com" target="_blank">DRIPS </a>oferece uma plataforma onde você gera seu wallpaper através de splashes e traços coloridos. O difícil é saber quando parar, já que as opções de cores geram infinitas combinações. Porém, acho mais interessante sair do RGB e sujar a mão nas tintas.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl>
<dt><img class="size-medium wp-image-4758 " src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/drips.nalindesign.com_-420x189.jpg" alt="" width="420" height="189" /><br />
<span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; line-height: 17px;">• simulador online de Action Painting •</span></dt>
</dl>
</div>
<p><strong>Exemplo de Aplicação<br />
</strong>O Museu de Arte Moderna de Viena (MUMOK) apresentou uma peça criativa na divulgação da exposição da galeria de quadros de Pollock. O uso de chocolate e morango mesclam sinestesias, tanto gustativa quanto visual. Uma peça com bom uso tipográfico, uma boa diagramação e contraste.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl>
<dt><img class="size-medium wp-image-4881" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/pollock-420x298.jpg" alt="" width="420" height="298" /><br />
<span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; line-height: 17px;">• Peça de divulgação da exposição de Jackson Pollock •</span></dt>
</dl>
</div>
<p><strong>Como e onde se aplica?<br />
</strong>A liberdade é tanta que essa técnica pode ser aplicada (ou até mesmo imposta) à tipografias, backgrounds (patterns e/ou texturas), impressos, digital, acabamentos, entre outros. Porém, atente-se para uma coisa: “Design é projeto”, a utilização dessa técnica deve ser encarada como uma ferramenta visual com finalidade estética. A unicidade de um trabalho está em sua forma e conteúdo, o objetivo da mensagem deverá atingir sua função.  Isso faz um &#8220;link&#8221; daquele post anterior sobre <a href="http://logobr.org/graphic-design/estratesticar-no-design-grafico/" target="_blank">Estraestesticar </a>, onde abordo justamente a relevância da experimentação com um propósito. Portanto, caso esteja prestes a utilizar a técnica de Action Painting em seu próximo projeto, não descuide do briefing em questão, isso pode custar um retrabalho doloroso.</p>
<p>Antes de adentrar nas experimentações gráficas “a la Pollock” faça ensaios utilizando seu senso estético e intuição na composição. Confesso que fui tão atingido por essa técnica recentemente que dei uma roupagem nova no topo do <a href="http://www.cargocollective.com/elvisbenicio" target="_blank">meu site</a>. Enfim, mescle tipografias ao trabalho, formas geométricas, cores contrastantes. O Céu é o Limite. Experimente!</p>
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		<title>Diário de Bordo do TMDG10</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 17:44:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Escritores convidados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Graphic Design]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[TMDG]]></category>

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		<description><![CDATA[Diário de Bordo do maior evento de design da América Latina que completou 10 anos: o TMDG (TriMarchi Diseño Gráfico), realizado na Argentina.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>por Elvis Benício</em></p>
<p style="text-align: left;">No ínicio desse mês participei do maior evento de design da América Latina: o TMDG (TriMarchi Diseño Gráfico), realizado em Mar del Plata (localizada no litoral argentino) entre os dias 29 de setembro e 02 de outubro. O evento surgiu em 2001, idealizado por Sebastián Valdivia (<a href="http://www.miacampante.com/wp/radio-gaga/" target="_blank">Seba</a>)  e Pablo González (<a href="http://www.thepacheco.com.ar/index.php" target="_blank">Pablo</a>) e este ano comemorou seus 10 anos de existência com o alto nível de palestrantes e workshops. Muitos brasileiros, argentinos, uruguaios, entre outros participantes que somavam uma grande energia naquele lugar. Era realmente notável o envolvimento e diversificação visual existente nos quatro cantos do evento.</p>
<p style="text-align: left;">Na entrada há um corredor circular repleto de posters, quadros, filipetas, cartões, esculturas e os mais variados tipos de intervenção, anunciando o que se poderia encontrar naquele lugar. Muitos stands de diversas revistas, editoras, marca de camisetas e coletivos atraiam facilmente a atenção.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4627" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/imag_entrada-420x310.jpg" alt="" width="420" height="310" /></p>
<p style="text-align: left;">Um fato intrigante foi a identidade visual do evento neste ano. Já havia certa estranheza ao deparar com o <a href="http://www.trimarchidg.net/tmdg10/" target="_blank">site</a> com suas cores não tão agradáveis a primeira vista. O uso intenso do vermelho sobre o azul é algo que pode causar até uma epilepsia aos menos preparados (risos). Porém ao passo que se adentra no evento, tais cores vão se tornando habituais e se encaixando como uma forte e marcante identidade visual, sendo largamente utilizado nas sinalizações, panfletos, cartazes, camisas e cartões. Infelizmente não descobri o motivo do uso dessas cores, porém causou um grande &#8220;buzz&#8221; nos fóruns e comentário de blogs que falavam sobre o  TMDG10.</p>
<p style="text-align: left;">Com o início das palestras, os corredores ficam praticamente vazios. Aproximadamente 5000 pessoas reunidas na parte central do ginásio, entre as arquibancadas e a pista (localizada perto do palco).Cerca de três telões gigantes exibiam vinhetas dos palestrantes e nos intervalos era a vez das tuitadas dos usuários que utilizavam a hastag #TMDG10.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4671" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/tmdg_2007_004.jpg" alt="" width="533" height="262" /></p>
<p style="text-align: left;">Cada palestra teve seu lado convidativo e inspirador. Há muito tempo não assistia uma palestra na qual me abastecesse com tantas ideias, além de serem motivacionais para qualquer um da área criativa. Os trabalhos da agência <a href="http://www.bigactive.com/" target="_blank">BigActive</a> chamaram bastante atenção por se tratar de uma produção de design sem igual, com muita carga ilustrativa e experimental focada no comercial. Direto do México com seu traço e cores únicas, o ilustrador Jorge Alderete (<a href="http://www.jorgealderete.com/" target="_blank">Dr. Alderete</a>) demonstrou carisma e prendeu atenção com seus posters e capas de CDs. Seu projeto de iconografia envolvendo Che Guevara foi bem aplaudido. Ian Anderson representando o <a href="http://www.thedesignersrepublic.com/" target="_blank">DesignersRepublic </a> poderia ter sido mais empolgado na sua palestra, porém isso não diminuiu a exibição dos trabalhos. Ao contrário de <a href="http://www.davidcarsondesign.com/" target="_blank">David Carson</a>, que ganhou até um &#8220;OLLAAAA&#8221; improvisado pela platéia. Sem dúvida foi a palestra mais esperada do dia. Para a surpresa, Carson mostrou trabalhos que ainda estavam em processo de aprovação da QuickSilver. Não é a toa que esse designer surfista teve um papel importante nos anos 90, desconstruindo a forma de comunicar com tipos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4604" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/img1.jpg" alt="" width="360" height="506" /><strong></strong></p>
<p style="text-align: left;">O fascinante mundo ilustrado de personagens de <a href="http://www.jeremyville.com/home/jeremyville_home.html" target="_blank">Jeremyville</a> agradou não somente pelos desenhos com também pelas aplicações em diversas midias. Cada ilustração remete a uma mensagem positiva na qual Jeremy acredita. O mito do design <a href="http://www.vignelli.com/" target="_blank">Massimo Vignelli</a> participou do eventro através de uma video conferencia, respondendo a perguntas pré-elaboradas pelos organizadores. Demonstrou a reforma do mapa do metro de Nova Iorque além de abordar sobre a importância de algumas familias tipográficas para a sinalização. O designer peruano <a href="http://www.flickr.com/photos/elliotupac/sets/" target="_blank">Elliot Tupac</a> demonstrando sua técnica cumbia incorporada a seus precisos trabalhos manuais. A agência <a href="http://filete.cl/" target="_blank">Filete</a> abordou seu trabalhos corporativos de bom gosto.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4632" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/imag2.jpg" alt="" width="400" height="562" /></p>
<p style="text-align: left;">A palestra que mais me chamou atenção foi a do koreano <a href="http://hhjjj.com/" target="_blank">Hojun Song </a> que exibiu um desafiador projeto que consistia em montar um satélite para ser lançado no espaço. Parece doidera de oriental no início, mas há um grandioso propósito por trás desse projeto chamado <a href="http://opensat.cc/" target="_blank">OSSI</a> (Open Source Satellite Initiative) . É necessário ter a &#8220;mente aberta&#8221; para entender os experimentos tecnológicos com fundamentos filosóficos. Uma das palestras mais interessantes que já presenciei.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4616" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/hojun-420x280.jpg" alt="" width="420" height="280" /><strong></strong></p>
<p>Somente estando no TMDG para sentir toda a vibração criativa que emana daquele lugar. Uma experiência válida também para conhecer este lugar inspirador que é Mar del Plata, com sua arquitetura, museus, culinária e intervenções urbanas. Recomendo a todos designers, ilustradores, fotógrafos que participem desse grandioso evento. É importante participar de eventos relacionados na área criativa para poder visualizar e entender o rumo  que outros profissionais estão tomando, dessa forma seu entendimento se amplia e faz com que busque algo novo sempre.</p>
<p>Planeje desde já sua ida para o TMDG ano que vem. Nos vemos por lá!</p>
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		<title>&#8220;Estraesteticar&#8221; no Design Gráfico</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 12:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Escritores convidados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Graphic Design]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[estética]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
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		<description><![CDATA[por Elvis Benício Hoje irei jogar no “meio de campo” uma discussão sobre duas palavras ligadas diretamente ao design comercial: Estética e Estratégia. Não pretendo aprofundar muito na filosofia sobre a estética no qual muitos respeitáveis autores, como Jung, Hume, Hillman, Hutcheson, ECO, entre outros que abordam com maestria. E tão pouco ir muito longe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Elvis Benício</em></p>
<p>Hoje irei jogar no “meio de campo” uma discussão sobre duas palavras ligadas diretamente ao design comercial: Estética e Estratégia. Não pretendo aprofundar muito na filosofia sobre a estética no qual muitos respeitáveis autores, como Jung, Hume, Hillman, Hutcheson, ECO, entre outros que abordam com maestria. E tão pouco ir muito longe com questões de estratégia de marketing, publicidade e propaganda.  Este artigo é apenas uma exposição de certas análises na qual tenho feito em meio a projetos que realizo na correria do dia a dia.</p>
<p>Acredito que diariamente você, assim como eu,  deve se deparar com portfolio de muita gente habilidosa e criativa na web ou em revistas. São horas e horas adicionando aquela peça inspiradora em seu bookmark . De vez em quando, entre uma página e outra, aparece uma peça realmente deslubrante, inspiradora e audaciosa. Não há nada de errado em abastecer seu repertório visual, pelo contrário, é sempre bom estar “antenado” no que anda sendo utilizado e experimentado. A questão que fica é: qual foi a real intenção daquela peça? Em qual mídia foi aplicada? Ocorreu algum Crossmedia? Atingiu o público certo? Era para vender, anunciar, divulgar alguma ideia ou um produto? Enfim… perguntas que começam a surgir quando analisamos de um ponto de vista projetual.</p>
<p>Nos livros aprendemos que o design gráfico é um projeto de comunicação no qual se transmite mensagem através de um meio. Sendo assim, é de grande importância o designer saber tornar essa mensagem mas direta possível, certo? Lembrando que estou me referindo ao design comercial, onde a mensagem é mais objetiva, a falta de uma direção estratégica pode prejudicar na criação de uma peça ou até mesmo falhar na comunicação. Já no campo da arte, a mensagem seria algo mais subjetivo e mais estético. O artista utiliza da sua expressão para comunicar algo de seu consentimento e visão. E é justamente nesse ponto em que confundimos a forma com que trabalhamos em um projeto gráfico. Estamos criando algo de nossa preferências ou para público que irá receber tal mensagem?</p>
<p>Nesse caso a estratégia aparece como uma diretriz na comunicação. Dá a base, fundamento e direção para o que será criado. <strong>A estratégia não deve ser um fator limitante da criatividade e ainda pode se tornar uma ferramenta muito eficiente, sendo utilizada a seu favor.</strong> O perigo está quando estamos envolvidos no processo de criação de um peça gráfica e esquecemos a real importância para sua funcionalidade e aplicação e acabamos desenvolvendo ilustrações experimentais “non-sense”. Não defendo muito a ideia da experimentação sem propósito porém defendo a experimentação baseada em um briefing. Se o Refrigerante KUAT vende o conceito de “sabor da amazônia” se espera uma arte direcionada as belezas da Mata Amazônica ou algo relacionado a Flora e Fauna. A experimentação se dará com base em conceitos concebidos no briefing.</p>
<p>Aliás, se tratando de Brasil, tenho notado que a publicidade de agências tradicionais estão se aventurando cada vez mais no campo experimental artístico, utilizando mais o poder da estética em cada peça criada. Lembro que há 10 anos atrás mais ou menos, recortava anúncios de revistas de diversas grandes agências e idolatrava aquelas peças onde era utlizada cores vibrantes, grafismos diversos, tipografias handmade. Eu realmente gostava de ver aquela sinfonia de composição mesmo sem saber o que era serifa, grid, gradiente, gestalt. Anúncios como os da Havaianas foram minha porta de entrada no design gráfico. Na época anúncios como esses eram impactantes, já que muitos se prezavam mais em fotos bem tratadas e pouca inserção de ilustrações ou algo mais artístico. Mesmo assim, no Brasil ainda há muito o que se explorar e aprimorar no campo de comunicação visual.</p>
<p>Para exemplificar mostro um case no qual me despertou interesse pela qualidade e ousadia estética. Case das campanhas da marca de jeans LEE.  Como você ou seus pais devem saber, essa é uma das mais tradicionais no râmo textil mundial. Surgiu no final do século XIX nos EUA evocando toda a tradição do mais puro estilo western. Em 1995 a marca ganhou o mercado asiático, passando ser dominante no ramo jeans. Sua estratégia certamente teve de mudar para se adaptar a forma de comunicação daquela região.</p>
<p>A peça abaixo criada pela Lee Philipines, além de chamar atenção pela experimentação gráfica dos elemetos e grafismos, traz um carga técnica de execução bem apurada e inspiradora. O seguimento LEE PIPES remete a comunicação do conceito KILL BODEROM (mate o tédio), traduzido nas peças com muito movimento e carga excessiva de cores. Note como o lado estético é bem utilizado, assim como a função real da mensagem que é abordar o uso das calças com liberdade de movimento.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://logobr.org/?attachment_id=3944" rel="attachment wp-att-3944" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-3944 aligncenter" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/09/LeePipes5-420x300.jpg" alt="" width="420" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">• Lee Pipes &#8211; Kill the Boredom •</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://logobr.org/?attachment_id=3947" rel="attachment wp-att-3947" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-3947 aligncenter" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/09/Leepipes7-420x300.jpg" alt="" width="420" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">• Lee Pipes &#8211; Kill the Boredom •</p>
<p>A comunicação visual de uma marca tem muito mais PODER quando gerenciada em uníssono entre a estética a sua estratégia. Fica essa indagação para que no seu próximo “job” você não pense somente em layers, filters, pathfinders, effects… A partir do momento em que você questionar sobre o real sentido da comunicação de uma peça, estará subindo um degrau.</p>
<p>Mas, vamos conversar! Qual sua opinião? Acredita que a estética apurada ajuda na formação de grandes marcas?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista: Renata Graw</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 17:24:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[renata graw]]></category>

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		<description><![CDATA[LOGOBR entrevista a designer brasileira Renata Graw, sócia-fundadora do estudio Plural em Chicago. Ela fala sobre carreira, estudar e trabalhar fora do Brasil, empreendedorismo, design brasileiro e sobre o que aprendeu no curso que fez com Wolfgang Weigart na Suiça.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>Para edição #34 da revista abcDesign, tive o prazer e a honra de entrevistar a designer brasileira Renata Graw. Porém, parte da nossa conversa não foi publicada (ficou muito grande, pra variar), por isso vamos colocar todo o bate-papo na íntegra aqui no LOGOBR.</p>
<p>A introdução é da Mariana Di Addario Guimarães.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2135" title="Renata_Graw_portrait_II" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/renata_graw_portrait_ii.jpg" alt="" width="400" height="550" /></p>
<p>A designer carioca Renata Graw, um mês depois de graduar-se em Desenho Industrial pela PUC-Rio, começou a trabalhar no respeitadíssimo escritório Ana Couto Design. Depois dessa grande escola, como ela mesma definiu a experiência, resolveu aventurar-se em Chicago. Lá montou o escritório Plural, com o qual conseguiu reconhecimento de algumas das mais importantes instituições do design gráfico, entre elas Art Director Club, Communication Arts Magazine, Print Maganize, How Magazine, Type Director Club e AIGA.</p>
<p>Durante um curso de verão na Universidade da Basileia, na Suíça, quando teve a oportunidade de estudar com o grande designer e tipógrafo Wolfgang Weingert, conseguiu decidir-se sobre onde estudar o sonhado mestrado em design. E foi na sua já morada Chicago que ela optou por estudar com Philip Burton, também ex-aluno de Weingert.</p>
<p>Hoje, ela está começando sua carreira acadêmica como professora na UIC, aproveitando a oportunidade que a Universidade de Illinois dá aos mestrandos. Além disso, Graw está envolvida com eventos da AIGA na cidade e ainda encontra tempo para realizar trabalhos de design voluntários para instituições como The Arts of Life e Public Media Institute, além de cuidar, junto com os sócios, dos trabalhos da Plural. Nesta edição do Design Sem Fronteiras (revista abcDesign), com participação especial do designer e blogueiro Daniel Campos como entrevistador, Graw fala sobre a visão de design e trabalho adquirida em sua experiência internacional.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2152" title="Graw_Plural_" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/graw_plural_.jpg" alt="" width="450" height="301" /></p>
<p><strong>1) Como era sua atividade com o Design Gráfico no Brasil, antes de ir para os EUA?</strong></p>
<p><strong> </strong>Eu me formei em Desenho de Produto. Um mês depois de terminar o bacharelado, fui trabalhar no escritório Ana Couto Design como designer gráfica. O escritório da Ana foi uma escola pra mim, aprendi muito com a equipe.</p>
<p><strong>2) O que te levou a estudar fora do Brasil e por que decidiu fazer um mestrado em Design Gráfico?</strong></p>
<p>Eu já estava morando em Chicago há um tempo quando resolvi fazer o mestrado. Na verdade, sempre quis fazer mestrado em Design, mas a decisão sobre a escola veio durante o curso de verão na Suíça com Wolfgang Weingart. Numa visita ao arquivo do Weingart, ele apresentou o trabalho de um ex-aluno seu. Era um estudo tipográfico em forma de livro como eu nunca havia visto. Quando ele fechou o livro, eu procurei o autor e reconheci o nome: Philip Burton, um professor da Universidade de Illinois em Chicago (UIC). Como mudar para a Suíça não estava nos meus planos, apliquei para estudar na UIC com o professor Burton.</p>
<p><strong>3) Qual foi o tema da sua tese? Por que esse tema?</strong></p>
<p>Meu tema foi desenhar uma fonte para a cidade de Chicago para ser usada especificamente durante as Olimpíadas de 2016 (que aliás será na minha cidade natal, o Rio!) Eu estava muito interessada nas questões de espaço-tempo no design gráfico. Geralmente designers querem atingir a atemporalidade; eu quis explorar a possibilidade de associar um lugar e momento histórico ao design da fonte. Queria fazer o exercício de tradução de um lugar específico, capturando o espírito e qualidades do lugar e traduzindo-os para a fonte.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2138 aligncenter" title="portifolio_plural_renata_graw_logobr8" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/portifolio_plural_renata_graw_logobr8.png" alt="" width="271" height="385" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2150" title="portifolio_plural_renata_graw_logobr11" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/portifolio_plural_renata_graw_logobr11.png" alt="" width="450" height="301" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2149" title="portifolio_plural_renata_graw_logobr10" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/portifolio_plural_renata_graw_logobr10.png" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2148" title="portifolio_plural_renata_graw_logobr9" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/portifolio_plural_renata_graw_logobr9.png" alt="" width="450" height="305" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2141" title="Graw_21043_Spread1" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/graw_21043_spread1.jpg" alt="" width="450" height="337" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2142" title="Graw_21043_Spread2" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/graw_21043_spread2.jpg" alt="" width="450" height="337" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2143" title="Graw_21043_Spread3" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/graw_21043_spread3.jpg" alt="" width="450" height="337" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2144" title="Graw_21043_Spread4" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/graw_21043_spread4.jpg" alt="" width="450" height="337" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2145" title="Graw_21043_Spread4a" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/graw_21043_spread4a.jpg" alt="" width="450" height="337" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2146" title="Graw_21043_Spread5" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/graw_21043_spread5.jpg" alt="" width="450" height="337" /><strong> </strong></p>
<p><strong>4) Lemos constantemente que a diferença entre o ensino, aulas, professores e instituições no Brasil e EUA (e demais países que investem em educação) é gritante. Mas como é isso na prática? </strong></p>
<p>Assim como no Brasil, existem muitas escolas superiores de design nos EUA. As melhores escolas geralmente são mais caras e têm mais candidatos, tornando o processo de seleção mais competitivo. Essas escolas produzem mais &#8220;talentos&#8221;, melhores portfólios e têm um número maior de pessoas entrando no mercado de trabalho. A faculdade aqui é muitas vezes vista como um investimento na carreira. As melhores escolas têm mais acesso a melhores professores e muitas vezes a melhores equipamentos. <strong> </strong></p>
<p><strong>5) Você estudou com Wolfgang Weingart na Suíça. Como foi isso? Por que a Suíça e por que Weingart?</strong></p>
<p>A pergunta é por que não. Weingart é um grande professor de tipografia. Infelizmente ele já se aposentou da escola de design da Basileia. Quando vi que ele estava oferecendo cursos de verão, não tive dúvida, apliquei. Tudo que tinha aprendido antes de estudar com Weingart tinha sido na prática, trabalhando com design, então eu não podia deixar passar uma oportunidade dessas. <strong> </strong></p>
<p><strong>6) O livro History of Graphic Design, de Philip B. Meegs e Alston W. Purvis (História do Design Gráfico Ed. CosacNaify no Brasil), diz que Weingart defende o &#8220;enfoque Gutenberg&#8221; na comunicação gráfica: os  designers, como os primeiros tipógrafos, devem envolver-se em todos os aspectos do processo (conceito, composição, produção, pré-impressão e impressão) para garantir a realização do seu ponto de vista. Você, como aluna dele, acredita e trabalha com esse enfoque?</strong></p>
<p>Eu acredito que é muito importante entender os processos de produção para atingir um bom resultado em qualquer projeto. Mas também acredito que a brincadeira e experimentação são fundamentais para o design. Às vezes, um designer que não sabe o que está fazendo tem um resultado muito bom, porque não conhece as restrições do meio. <strong> </strong></p>
<p><strong>7) Paula Scher (que aliás refutava o Estilo Internacional), em palestra aqui no Brasil em abril de 2010, disse que ela mesma conversa com o cliente, faz o briefing e que apresenta seus trabalhos. Tal visão do processo de trabalho no design, tanto da Paula como de Weigart, é quase impraticável dentro da maioria dos estúdios/agências brasileiras. Isso acontece por diversos motivos, mas o principal talvez seja a estrutura dessas empresas (prospecção, atendimento, criação, produção, etc.) Você acredita que para trabalhar da forma pregada por Paula e Weigart, é preciso ter um nome forte no mercado? Como as empresas/profissionais poderiam aderir a esse &#8220;enfoque Gutenberg&#8221;?</strong></p>
<p>Paula Scher, no primeiro capítulo de seu livro &#8220;Make it bigger&#8221;, conta que no começo de sua carreira seus trabalhos passavam por muitas mudanças antes de serem aprovados. Nesse processo ela descobriu que se ela mostrasse o trabalho para a pessoa certa dentro da hierarquia, o layout seria aprovado imediatamente. Ninguém quer passar tempo discutindo os detalhes dos projetos &#8211; ou você acerta logo de cara ou o projeto se torna uma negociação dos pequenos detalhes. Quanto mais pessoas envolvidas, maior o nível de detalhe a ser negociado, o que muitas vezes coloca em risco a ideia principal.</p>
<p><strong>8 ) Ainda citando o livro de Philip B. Meegs e Alston W. Purvis, Weigart pensa, desde 1968, quando se tornou professor na Escola da Basiléia, que talvez o Estilo Internacional tenha sido tão refinado e dominante em todo o  mundo que entrou numa fase anêmica. Compartilha dessa visão também? Por quê?</strong></p>
<p>Weingar me disse pessoalmente que quando ele começou a dar aula na Escola da Basileia ele queria &#8220;colocar fogo na pedagogia de Emil Ruder e Armin Hoffman&#8221;. O Estilo Internacional acredita na objetividade e na simplicidade do design. Weingart é muito mais subjetivo que Hoffman e Ruder. Eu acredito que o &#8220;estilo internacional&#8221; foi um momento importante no contexto das artes e da arquitetura. Em 1968, quando ele começou a dar aulas, o mundo já estava mudando, o modernismo já não era uma ideia totalmente nova.</p>
<p><strong>9) O que aprendeu de mais valioso na Suíça?</strong></p>
<p>Aprendi a experimentar usando restrições. Quando você faz o mesmo exercício, nas primeiras 10 ou 15 vezes seu trabalho sai todo meio igual. Depois de 20 ou 30 vezes ele começa a mudar, o cérebro vai achando novas maneiras de representar o mesmo conteúdo de formas diferentes.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2153" title="Graw_AlbersXL" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/graw_albersxl.jpg" alt="" width="450" height="316" /></p>
<p><strong>10) Hoje você também é professora de tipografia e design na Universade de Illinois em Chigado. Como e por que partiu para a carreira acadêmica?</strong></p>
<p>Na verdade, eu sou professora adjunta, não sou parte do quadro. Durante o mestrado comecei a carreira acadêmica. A UIC oferece essa oportunidade para os alunos de mestrado e eu aproveitei.  <strong> </strong></p>
<p><strong>11) Como é o programa pedagógico da UIC em relação ao Design?</strong></p>
<p>Todos os professores do quadro da UIC fizeram mestrado na Basileia ou em Yale, portanto a pedagogia segue um formalismo tipográfico e restrito. O curso de bachalerado tem um enfoque em forma e tipografia. Já no curso de mestrado, o enfoque é mais experimental e conceitual.<strong> </strong></p>
<p><strong>12) Como você prepara e ministra suas aulas? A Universidade dá liberdade nesse processo?</strong></p>
<p>A universidade me dá liberdade nas aulas desde que os alunos aprendam o currículo que deve ser ensinado naquela matéria. Eu defino meus exercícios e em reuniões com os professores apresento minhas ideias. Ainda não tive exercício vetado.<strong> </strong></p>
<p><strong>13) Alguns dizem que compensa muito mais fazer cursos de pós-graduação fora do Brasil do que aqui, principalmente se for levada em consideração a relação de custos X benefícios (experiência, networking, nova cultura, novas possibilidades). Você concorda com isso? Por quê?</strong></p>
<p>Não tenho certeza, é dificil responder sem ter a experiência do Brasil. Mas posso afirmar que o networking da universidade ajudou muito no sucesso da minha empresa. O importante é fazer o mestrado numa escola em que você acredita.<strong> </strong></p>
<p><strong>14) Ericson Straub diz que para se fundar uma empresa deve-se acreditar em algo. O que motivou você a abrir a Plural? </strong></p>
<p>Acredito, como a Paula Scher, que o autor deve defender sua obra. Cansei de trabalhar em agências onde meu trabalho era picotado em partes por outras pessoas. A relação &#8220;commisioner x designer&#8221; é muito importante pra mim. Se o diálogo tem ruído, o processo se complica.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2154" title="Graw_detail" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/graw_detail.jpg" alt="" width="450" height="301" /></p>
<p><strong>15) Como foram os primeiros jobs da Plural? E para você, pessoalmente, como foi (re)começar a carreira num país estrangeiro?</strong></p>
<p>Recomeçar foi ótimo, muito melhor do que começar. Quando eu vim para Chicago, não tinha contatos, não conhecia a cidade. É muito dificil engressar num mercado totalmente novo. Depois do mestrado eu tive muitas indicações de professores e amigos na cidade. O networking realmente ajudou.</p>
<p><strong>16) Sem querer partir para clichês (de minha parte), o que diferencia a Plural dos outros estúdios de design?</strong></p>
<p>Na Plural acreditamos que a solução deve partir do conteúdo. Não queremos vender estilo, queremos vender ideias e processo de criação.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2155" title="Graw_ChicagoDesignWeek_Booklet" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/graw_chicagodesignweek_booklet.jpg" alt="" width="450" height="378" /><strong>17) Algo que fica claro ao se apreciar o portfólio da Plural, mesmo que rapidamente, é o gosto pela experimentação que o estúdio possui (talvez herança de Weigart). Você acredita na experimentação como motor da inovação?</strong></p>
<p>Acredito. Na Plural estamos sempre experimentado, brincando, sem medo de errar.</p>
<p><strong>18) E os clientes da Plural, como é a relação com eles?</strong></p>
<p>Depende do cliente. Temos clientes que nos deixam pirar, experimentar à vontade, outros gostam de controlar o processo.</p>
<p><strong>19) Deixam o estúdio trabalhar? Não são do tipo &#8220;diretor de arte&#8221;?</strong></p>
<p>Todo cliente é diretor de arte. Na Plural nós acreditamos na colaboração. O cliente geralmente dá opinião quando a solução não está satisfatória. O importante é descobrir por quê, e ajustar. Estamos abertos a ideias e questionamentos. Mas também sabemos que nós somos os especialistas e deixamos claro para o cliente que ele está nos pagando por esse <em>know how</em>.</p>
<p><strong>20) No Brasil se atrela muito o título Diretor de Arte com Publicitário. Deixando esse fato brasileiro de lado, existe design gráfico sem direção de arte? Todo designer é (ou deveria ser) um diretor de arte?</strong></p>
<p>Na verdade acho essa onda de títulos uma formalidade sem sentido. Na Plural todo mundo faz tudo, não temos títulos nos nossos cartões de visita.</p>
<p><strong>21) Renata, você poderia comentar sobre alguns projetos que você considere primordiais na sua história e do estúdio?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em>Whistler Project</em></span></p>
<p>No ano passado fizemos uma instalação na vitrine do Whistler, um bar em Chicago. O brief era bem simples: &#8220;a vitrine é de vocês por dois meses, façam dela o que quiserem&#8221;. Não estávamos interessados em trazer um projeto pronto e encher o espaço. Acreditamos que o projeto deve sempre ser &#8220;site specific&#8221;, refletindo a colaboração entre &#8220;commisioner&#8221; e &#8220;designer&#8221;.</p>
<p>A solução veio depois de várias visitas ao local. Nós fotografamos todos os objetos encontrados no bar, tomando cuidado para não perdermos o senso de escala entre eles. Depois os reproduzimos em uma coleção de silhuetas pretas cortadas em vinil, mantendo a escala 1:1 dos objetos. A vitrine se transformou numa coleção de formas que poderiam ser encontradas no bar (todos os objetos inanimados do lugar).</p>
<p>Atrás da aplicação de vinil, nas janelas, fizemos uma instalação interativa: um microfone capturava o som ambiente do bar e, de acordo com o nível do barulho, uma luz projetada mudava de azul para vermelho passando por um spectrum de cores. A luz traduzia a energia do lugar.</p>
<p>Uma pequena publicação explicando o processo do projeto foi distribuída gratuitamente durante a duração da instalação. Esse projeto trouxe muitos dos nossos atuais clientes, como Lumpen Magazine e Volume Gallery, que viram nossa instalação no bar e nos acharam. Aliás, o Whistler também virou cliente da Plural. O vídeo da instalação pode ser visto abaixo.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/6418298" width="420" height="315" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p><em><span style="color: #888888;">http://weareplural.com/#whistlervideo</span></em></p>
<p><em><span style="color: #888888;"> http://weareplural.com/#whistler</span></em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em>Logotipo: Isabela Capeto</em></span></p>
<p>Esse não é um projeto da Plural por si, mas considero fundamental para a minha carreira como designer. Fiz o logo para a Isabela Capeto de Chicago, em 2003. Isabela é amiga de infância e me pediu que eu fizesse o logo da marca que ela estava lançando. Nessa época eu estava trabalhando para uma agência grande em Chicago, minhas ideias não iam muito longe.</p>
<p>A marca apareceu pra mim quase que instantaneamente: uma boneca com cara de botão. Minha memória da Isabela era sempre desenhando bonecas. Fiz a minha interpretação da boneca, e ela aprovou. A tipografia foi mais demorada, ela me pediu um script mas eu não gostei muito da ideia, procurei muitos scripts e não achei nada que se encaixase com ela. Aí um dia abri um bilhete escrito por ela e vi a personalidade da Isabela na minha frente, a caligrafia da Isabela foi inspiração para a tipografia. A marca teve uma afinidade instantânea com o público da loja e virou chaveiro, estampa de roupa, vidro de perfume, estampa de carro. Foi a primeira vez que eu submeti um trabalho meu para um concurso de revista (Communication Arts e Print Magazine) e a marca foi publicada nas duas. O reconhecimento me deu confiança de mudar o rumo da minha carreira. Um ano depois sai da agência e fui estudar na Suíça.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2161 aligncenter" title="isabela_capeto_plural_renata_graw" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/isabela_capeto_plural_renata_graw.png" alt="" width="250" height="345" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2159" title="portifolio_plural_renata_graw_logobr5.5" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/portifolio_plural_renata_graw_logobr5-5.png" alt="" width="450" height="173" /><img class="aligncenter size-full wp-image-2160" title="portifolio_plural_renata_graw_logobr6" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/portifolio_plural_renata_graw_logobr6.png" alt="" width="450" height="315" /></p>
<p><strong>22) Como você vende o trabalho da Plural? Aliás, o que você vende ao cliente: uma marca, prazo, retorno, um processo, expertise&#8230;?</strong></p>
<p>Vendemos nosso processo e expertise, queremos ser consultores e não apenas vender serviço.</p>
<p><strong>23) A Plural tem diversos prêmios e reconhecimento de entidades e publicações a nível mundial, entre eles Art Director Club, Eye Magazine, Print Maganize, How Magazine, Type Director Club e AIGA. Qual é o impacto que tal reconhecimento e exposição gera no estúdio?</strong></p>
<p>Prêmio é importante até um certo ponto, traz reconhecimento entre outros designers e de vez em quando traz também outros trabalhos.</p>
<p><strong>24) Em 2010 a Plural esteve envolvida com diversos trabalhos pro-bono. O que leva o estúdio a esses trabalhos?</strong></p>
<p>O projeto pro-bono pode trazer possibilidades de experimentação. Ou pode trazer satisfação em saber que estamos participando para ajudar uma instituição que trabalha para melhorar a sociedade.</p>
<p>Fazemos quando acreditamos na mensagem, no colaborador ou na instituição.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2162" title="Graw_Lumpen" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/graw_lumpen.jpg" alt="" width="450" height="219" /></p>
<p><strong>25) Você nos disse que a Plural está fazendo trabalhos para clientes que viram os projetos do estúdio e se interessaram por vocês e pelo processo. Que processo é esse que atrai clientes?</strong></p>
<p>Nós acreditamos que o conteúdo deve ser o gerador da solução, não vendemos estilo, vendemos o processo de tradução de conteúdo para forma.</p>
<p><strong>26) Além do seu trabalho na Plural e das aulas na UIC, você desenvolve outras atividades relacionadas ao Design?</strong></p>
<p>Eu estou envolvida com a AIGA aqui em Chicago, estou participando da organização da festa dos membros de 2011. Este é o maior evento anual da AIGA Chicago.</p>
<p><strong>27) Como é a receptividade a designers/estudantes brasileiros no exterior?</strong></p>
<p>Minha experiência sempre foi positiva.</p>
<p><strong>28) Você tem algum conselho para quem deseja estudar/trabalhar com design gráfico fora do Brasil?</strong></p>
<p>Nem toda escola é igual. Faça uma pesquisa sobre os professores, sobre a cidade onde vai morar. Se possível, visite pessoalmente e converse com ex-alunos. Quanto mais você souber antes de vir, melhor.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2163 aligncenter" title="portifolio_plural_renata_graw_logobr" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/portifolio_plural_renata_graw_logobr.png" alt="" width="336" height="437" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2169" title="plural_logobr_renata_graw" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/plural_logobr_renata_graw.png" alt="" width="450" height="326" /><img class="aligncenter size-full wp-image-2168" title="portifolio_plural_renata_graw_logobr7" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/portifolio_plural_renata_graw_logobr7.png" alt="" width="450" height="342" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2167" title="portifolio_plural_renata_graw_logobr5" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/portifolio_plural_renata_graw_logobr5.png" alt="" width="450" height="354" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2166" title="portifolio_plural_renata_graw_logobr4" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/portifolio_plural_renata_graw_logobr4.png" alt="" width="450" height="359" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2165" title="portifolio_plural_renata_graw_logobr3" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/portifolio_plural_renata_graw_logobr3.png" alt="" width="450" height="346" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2164" title="portifolio_plural_renata_graw_logobr2" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/01/portifolio_plural_renata_graw_logobr2.png" alt="" width="450" height="317" /></p>
<p>Não deixe de conhecer o <a href="http://weareplural.com/">portfólio completo da Plural.</a></p>
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		<title>Entrevista: Ericson Straub</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Sep 2010 16:48:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Graphic Design]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[ericson straub]]></category>
		<category><![CDATA[referencia]]></category>

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		<description><![CDATA[Aloha! Como é do saber da maioria, o LOGOBR começou como um blog para amigos de sala e acabou se tornando em algo um pouquinho maior. Tudo foi e é muito natural, desde os artigos até as parcerias formadas. E quando se fala nisso aqui nesse site, o primeiro nome que vem a minha cabeça [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>Como é do saber da maioria, o LOGOBR começou como um blog para amigos de sala e acabou se tornando em algo um pouquinho maior. Tudo foi e é muito natural, desde os artigos até as parcerias formadas. E quando se fala nisso aqui nesse site, o primeiro nome que vem a minha cabeça é da abcDesign. Claro que não estou desmerecendo nenhum de nossos amigos. Muito pelo contrário. O pessoal da revista (principalmente a Mari), foram os primeiros a acreditar no LOGOBR, nesse rapaz aqui e em nossa proposta. Claro, um grande carinho se forma quando se tem tal relação.</p>
<p>Contudo nunca havia tido contato com o editor da revista. Não até dezembro de 2009, quando recebi um email dele parabenizando o LOGOBR pelo trabalho. Claro, uma grande honra. Desde então mantivemos contato, o conheci na abcDesign Conference, junto com a equipe da qual o acompanhava. Quando percebi a riqueza de sua experiência e da sua competência com reconhecimento internacional, não pude não pedir uma entrevista.</p>
<p>Ericson Straub é designer, editor da revista abcDesign e sócio-fundador do estúdio Straub Design.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-1853 aligncenter" title="Ericson_straub" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/09/ericson_straub1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p><strong>1. Como surgiu seu interesse pelo design?</strong><br />
Desde criança eu gostava de desenhar. Meu pai percebeu este interesse e começou a comprar livros que ensinavam alguns passos. Por outro lado, ele exigia disciplina de minha parte. Eu era obrigado a mostrar dois desenhos por dia. Na época eu odiei isso. Afinal toda criança gosta de desenhar, mas na hora que bem deseja. De qualquer forma meu destino estava decidido. Na adolescência eu comecei a pintar e vender camisetas e jaquetas jeans com imagens de bandas de rock e aí me interessei pela ilustração. Na época se utilizava muito a técnica de guache e aerografia. Resumidamente foi mais ou menos assim o início da minha carreira.</p>
<p><strong>2. Você teve referências importantes na construção da sua carreira? </strong><br />
Acho fundamental ter referências. Eu tive o privilégio de ter como mestre o Elio Palumbo, um diretor de arte italiano <span style="color: #000000;">(que havia morado na Argentina por muito anos)</span>de quem fui assistente no início da minha carreira. Na época ele tinha perto dos seus 67 anos, mas ainda muito para ensinar. Com ele aprendi muito sobre tipografia, os fundamentos de um bom trabalho gráfico e principalmente a fazer caligrafia com diversos materiais. Foi minha melhor escola. Além do Elio, o designer gráfico Miran também foi uma importante referência. A revista Gráfica que era (e ainda é) editada por ele sempre trazia muito trabalho de qualidade. Eu gostava muito dos trabalhos dos designers norte-americanos: Herb Lubalin, Saul Bass, Milton Glaser, Paul Rand.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/09/caligrafia-ericson.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1861" title="caligrafia ericson" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/09/caligrafia-ericson.jpg" alt="" width="450" height="105" /></a></p>
<p><strong>3. Além destes que você considera referência em sua carreira, quem mais você admira no mundo do design?</strong><br />
Gosto do trabalho do designer inglês Neville Brody, talvez por eu ter acompanhado muito do trabalho editorial dele. Além dele gosto do Tibor Kalman, Peter Saville e os designers que também escrevem sobre design como o norte-americano Steven Heller e o Rick Poynor, ex-editor da revista britânica Eye. Acho até injusto falar apenas deles porque tem tanta gente que admiro.  No Brasil gosto muito do trabalho do Kiko Farkas, do Rico Lins, do Jair de Souza, do Jum Nakao, nossa… tem muito talento no Brasil.</p>
<p><strong>4. Seus trabalhos mostram bastante seu interesse pela tipografia e pela caligrafia, como aconteceu este envolvimento?</strong><br />
Até início dos anos 90 os trabalhos eram feitos totalmente manuais. Os títulos dos materiais gráficos eram desenhados e pintados a guache ou decalcados das cartelas de Letraset. Isso era um aprendizado para o olhar. As formas dos tipos (que eu era obrigado a conhecer), o espaçamento visual entre as letras, a entrelinha. Eu adorava ficar desenhando letras. Isso me despertou um grande interesse por entender mais a forma dos tipos e como eles vão além da estética apresentada. Eu também sempre via em livros trabalhos caligráficos e quando trabalhei com o Palumbo tive a oportunidade de vê-lo fazendo e aprender também.</p>
<p><a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/09/esboco_neobauhaus.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1864" title="esboco_neobauhaus" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/09/esboco_neobauhaus.jpg" alt="" width="450" height="214" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://logobr.files.wordpress.com/2010/09/esbocos-fonte-jornal-o-estado-do-pr.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1865" title="Esbocos fonte jornal O Estado do PR" src="http://logobr.files.wordpress.com/2010/09/esbocos-fonte-jornal-o-estado-do-pr.jpg" alt="" width="450" height="253" /></a><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Esboços: fontes NeoBauhaus e Jornal Estado PR</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1871" title="Fonte jornal O EstadoPR" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/09/fonte-jornal-o-estadopr1.jpg" alt="" width="450" height="276" /><em>Fonte Jornal Estado PR<br />
</em></p>
<p><strong>5. Como surgiu a ideia de criar uma revista de design (abcDesign)? </strong><br />
Em 2000, eu já lecionava, fazia mestrado e senti a necessidade de falar um pouco sobre tudo isso que estamos fazendo aqui. Naturalmente não sobre mim, mas sobre profissionais que eu admirava. Eu queria registrar histórias do design, levar conhecimentos que estavam na “borda do design”, mostrar técnicas de representação. No mestrado descobri que  tinha muita gente pesquisando coisas interessantes sobre design. Mas eu não queria uma linguagem acadêmica. Tudo isso colaborou com o momento de criar a abcDesign. Com a revista também pude implementar conceitos de direção de arte que eu gostava e inclusive desenhar uma tipografia para ela (a Neobauhaus – nome sugerido pelo Prof. Ivens Fontoura). Hoje já está indo para a 33º edição.</p>
<p><strong>6. Quais as revistas de design que foram ou são referência para você?</strong><br />
Como já falei a Gráfica foi minha primeira referência, principalmente em uma época que não tinhamos acesso a meios de fora do Brasil. Em meados de 1990 surgiram revistas como a Emigré e a Plazm e até mesmo uma revista mexicana que eu também gostava, a Matiz. Atualmente gosto muito do conteúdo da revista britânica Eye.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1869" title="revistaabc_28 Capa Frente" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/09/abccapa31.jpg" alt="" width="450" height="603" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1868" title="abc31D" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/09/abc31d1.jpg" alt="" width="450" height="300" /><em>Revista abcDesign</em></p>
<p><strong><br />
7. Além do design editorial, tem algum outro segmento do design que você se interessa?</strong><br />
Acho que designers gostam de desafios, de fazer sempre coisas que ainda não fizeram. Eu gosto muito de trabalhos que exigem a análise de seus diversos níveis de informação e a interpretação das pessoas, não importando se o meio é bi ou tridimensional. Por isso além do design editorial, gosto de design de exposições, sinalização e o design de espaços ou o chamado “retail design”. Acho que o ideal é ter designers e arquitetos trabalhando juntos, de forma multidisciplinar. Creio que ambas as atividades se complementam.</p>
<p><strong>8. Soubemos que há pouco tempo a direção de arte da abcDesign ganhou Ouro no anuário norte-americano Graphis. Qual o significado deste prêmio para você</strong>?<br />
Para mim o Graphis é o mais conceituado anuário de design do mundo e um termômetro do que há de melhor. Eu tenho vários Graphis da década de 70 que comprei em sebos e mesmo hoje, apesar do tempo, eles ainda são uma fonte de referência pela qualidade e seleção dos trabalhos. Esta premiação, ao lado dos mais importantes nomes do design mundial (alguns que foram e são referências para mim) como Milton Glaser, Michael Schwab, Stefan Sagmeister, Pentagram. O prêmio representa para todos da equipe que fazem ou que ajudaram a fazer a abcDesign. Pessoas como meu sócio (Wilgor Caravanti) que viabiliza financeiramente a revista. Sem ele, ou nossos parceiros como a Maxi, não teríamos revista. É uma premiação para todo um time que faz a abcDesign por prazer, com orgulho.</p>
<p><strong>9. Você também leciona. O que você acha importante valorizar no ensino e o que você gosta mais de lecionar?</strong><br />
Gosto muito de lecionar disciplinas ligadas  à representação manual e de história do design. Até mesmo porque eu acredito que elas são pilares importantes para o repertório de um designer. Vejo a representação manual não apenas importante para representar uma ideia, mas como educadora do olhar sensível do mundo de um designer. Por outro lado a história (geral), história do design e da arte, nos fazem entender muito do presente, da estética e do pensamento contemporâneo. Sobre a questão do valorizar no ensino, acho que o fazer manual deveria ser valorizado no ensino de design, até mesmo porque pode ser um diferencial próprio do Brasil.</p>
<p><strong>10. Você também tem um trabalho paralelo como artista plástico. Você considera isso importante para seu trabalho como designer? </strong><br />
Acho que é importante um designer ter trabalhos paralelos que necesariamente não busquem a finalidade comercial. Acho que o dia-a-dia de um escritório é desafiador e dinâmico, mas também estressante. Por isso o designer deve ter uma válvula de escape… ilustrar, pintar, criar tipos, fazer poesia, grafitar, fazer escultura. Eu gosto de pintar e eventualmente eu tento colocar em meu trabalho gráfico alguns elementos do meu trabalho artístico.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1872" title="Projeto Cartaz Straub 180 x 120" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/09/cartaz-sustentabilidade_curitiba.jpg" alt="" width="450" height="675" /></p>
<p><strong>11. Como foi trabalhar com o Tide Hellmeister, no livro Inquieta Colagem?</strong><br />
Foi uma exeprência fantástica, até mesmo porque quando eu vi o trabalho dele pela primeira vez, creio que na década de 90, fiquei impressionado. Ele utilizava elementos que eu também adorava e tinha aprendido com o Elio Palumbo, como a caligrafia, além disso ele sabia trabalhar muito bem com tipos.. e a colagem nem se fala. Mas o que eu mais gostava da obra dele era a técnica. A técnica do fazer, de tratar os detalhes por menor que fossem com muito cuidado. Uma coisa que hoje poucos designers e artistas se preocupam. Realmente ele era um execelente artista e uma pessoa fantástica. Acho que ambos tivemos muita afinidade, tanto que eu falei por telefone com ele poucos dias antes dele falecer.</p>
<p><a href="http://infolio.com.br/produto.php?c=57&amp;n=Livros&amp;p=35"><img class="aligncenter size-full wp-image-1873" title="livro Tide" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/09/livro-tide.jpg" alt="" width="450" height="417" /></a></p>
<p><strong>12.Você respira design 24 horas por dia? O que você faz  nas horas de folga?</strong><br />
Não. Além de pintar e fazer meus trabalhos artísticos eu gosto muito de montar miniaturas, maquetes, dioramas históricos. Eu monto e coleciono soldadinhos de chumbo. Mas não é apenas montar e pintar porque é legal, estes “dioramas” ou miniaturas têm que contar uma história, um momento. Minhas leituras também fogem do design, gestão ou marketing. Adoro romances históricos e biografias. Neste momento estou lendo um livro do Max Gallo (um dos meus autores preferidos) que narra a revolução francesa.</p>
<p><strong>13. Como surgiu a ideia de lançar seu primeiro livro, o Abc do Rendering?</strong><br />
Em 1998 eu e o Marcelo Castilho (co-autor) percebemos que os designers estavam buscando ter mais contato com as técnicas manuais de representação. Uma reação contra o pensamento daqueles que achavam que o computador daria a solução para todas as coisas (comum ao exagero inicial das inovações tecnológicas). O Marcelo tinha uma grande experiência prática no design de produto, havia voltado a pouco tempo da Inglaterra e verificou que no Brasil não havia nenhuma publicação sobre o tema. Daí, organizamos as ideias e iniciamos o projeto que ficou pronto em 2004. Em 2006 também editamos o abc do rendering automotivo.</p>
<p><strong>14. No seu mais novo livro &#8220;Conexões&#8221;, você discute o processo criativo, a intuição e a experiência na solução dos designers. Por favor, fale mais sobre o livro.</strong><br />
O tema para o livro surgiu avaliando como eu dava as minhas soluções. Eu e o Marcelo começamos a conversar sobre o assunto e comparar o processo criativo no design gráfico e no design de produto. Aí pensamos em registrar estas ideias em um livro. Convidamos 24 designers de diferentes expertises, estruturas e nacionalidades. A ideia foi dar um ar bem diverso ao tema . Não houve pretensão de ensinar ninguém ser criativo ou mesmo impor um método. A ideia foi deixar o leitor mesmo tirar suas conclusões das diferentes experiências. Pessoalmente eu percebi que, que mais que uma “luz divina” , as melhores soluções são fruto da experiência individual (ou somadas em equipes).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1874" title="Livro Conexoes" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/09/livro-conexoes.jpg" alt="" width="450" height="287" /><em>Livro Conexões</em></p>
<p><strong>15. Você tem algum outro projeto especial que está no forno?</strong><br />
Temas de livro eu sempre tenho alguns engavetados. Outro projeto que estou trabalhando é de uma exposição de obras minhas com técnicas de ilustração, pintura e colagem, mas que têm como base a caligrafia. São obras bi e tridimensionais e a ideia é levar o conceito também para objetos e estampas. Creio que em breve terei muito material para mostrar.</p>
<p><strong>16. É possível conciliar paixão, mercado e necessidade? Ou isso é utopia?</strong><br />
Creio que é possível. Não é fácil, porque a realidade às vezes mata o romantismo da atividade de quando você é estudante. Sem paixão não é possível fazer nada. Mas a paixão não está apenas na conquista, está também na entrega, no dia-a-dia. Não acho que o mercado está certo, mas ele infelizmente dita principalmente o tempo. Mas acho que os designers também têm um papel importante na educação do mercado (sem a utopia de ter o tempo que se tem na faculdade para fazer um trabalho).</p>
<p><strong>17. Como mostra pra gente, você é um cara muito ligado a tipografia e a caligrafia. O que pensa sobre a cena tipográfica/caligráfica brasileira (produçao nacional, profissionais, prêmios e etc)? </strong><br />
Acho que nós brasileiros temos o poder absorver e se adaptar muito rápido às coisas e com a tipografia não foi diferente. Em pouquíssimo tempo o interesse pela tipografia e a qualidade dos trabalhos evoluiu muito. Os argentinos possuem uma tradição tipográfica de décadas com reconhecimento internacional. No Brasil ainda estamos “buscando o tempo perdido”. Mesmo assim, temos vários designers que estão fazendo um trabalho de alto nível. Acho que isso se deve bastante a alguns “batalhadores” como a Cecília (Consolo), o Claudio Rocha e o Tony de Marco com a Tupigrafia.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1875" title="neobauhaus" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/09/neobauhaus.jpg" alt="" width="450" height="290" /><em>Fonte Neobauhaus</em></p>
<p><strong>18. E sobre o Design Gráfico brasileiro contemporâneo? Acredita que vivemos nosso melhor momento?</strong><br />
Vivemos um bom momento, mas acho que ainda vamos mais longe. Temos talento de sobra e creio que o mercado (que é fundamental para a evolução deste “momento”) também esta entendendo melhor o design. Mas acho que ainda temos que “pedalar muito”, principalmente para fazer o mercado entender melhor o que o design tem a oferecer de bom para a sociedade.</p>
<p><strong>19. Como começou o Straub Design? Porque abriu um estúdio?</strong><br />
A Straub Design surgiu em 2002. Eu tinha  experiência de ter trabalhado em agências de propaganda e estúdios de design, mas sempre tive um plano de ter um escritório próprio. Durante muito tempo me planejei antes de abri-lo. Eu já trabalhava com o Wilgor (meu sócio) em alguns projetos especiais e foi a oportunidade para unirmos força em prol de um projeto comum. O legal é que ele não era designer, vinha da area comercial e assim nos unimos, ou nos complementamos para abrir a StraubDesign.<br />
Ter um escritório significa materializar valores que você acredita, desenvolver o melhor do seu potencial para um fim. Mas por outro lado, também ter responsabilidades. Afinal quando se tem uma estrutura onde pessoas, famílias dependem, você passar a ter um responsabilidades frente a estas pessoas que dependem da saúde do negócio.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1876" title="Relatorio socio ambiental Volvo" src="http://logobr.files.wordpress.com/2010/09/relatorio-socio-ambiental-volvo.jpg" alt="" width="450" height="299" /><em>Projeto editorial da Straub Design</em></p>
<p><strong>20. O Jackson Peixer, sócio-fundador do estúdio Firmorama, afirma que é possível fazer design de qualidade sem estar inserido nos grandes centros (São Paulo e Rio). Você concorda com isso?</strong><br />
Concordo. Como editor da abcDesign, vejo que temos design de qualidade, de Roraima ao Rio Grande do Sul. Porém o grande desafio é sobreviver de design fora dos grande centros e principalmente de metropóles com São Paulo e Rio. Infelizmente, cada vez mais os departamentos de comunicação e marketing estão se transferindo para São Paulo. Isso é ruim não apenas para as cidades de onde estes grupos se originaram, mas também para São Paulo que incha cada vez mais e piora a qualidade de vida dos habitantes. Eu sempre observo em anuários europeus e norte-americanos a procedência dos escritórios de design participantes (alguns premiadíssimos). Muitos são de cidadezinhas que a gente nunca ouviu falar. Não quer dizer que eles necessariamente foram prospectar seus clientes em Nova Iorque ou Londres, mas sim que existem empresas importantes que fazem parte do circuito que este escritório está inserido. Isso deixa o país mais igualitário, sem grandes concentrações de renda. Por outro lado os meios digitais estão encurtando distâncias e possibilitando que profissionais de lugares distantes façam negócio.</p>
<p><strong>21. Tem algum conselho aos que desejam ter seu próprio estúdio?</strong><br />
No fundo você abre um estúdio porque acredita em algo. Mas um estúdio tem que sobreviver, crescer, ser sustentável. Por isso é importante se planejar. Com dinheiro, equipamentos, móveis, local e se possível alguma experiência, que é algo muito importante. Hoje existem cursos de empreendedorismo em instituições sérias como o SEBRAE que são fundamentais, principalmente para nós, designers que, sinceramente, temos dificuldade em lidar com questões financeiras. Só talento, não segura um negócio, é preciso estar preparado.</p>
<p><strong>Outros trabalhos do Ericson</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1877" title="Jornal Tribuna" src="http://logobr.files.wordpress.com/2010/09/jornal-tribuna.jpg" alt="" width="450" height="397" /><em>Jornal Tribuna</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-1878" title="Livro Africa" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/09/livro-africa.jpg" alt="" width="450" height="301" />Livro África</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-1879" title="livro kuritiba" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/09/livro-kuritiba.jpg" alt="" width="450" height="472" />Livro Kurytyba</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-1881" title="palumbo" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/09/palumbo.jpg" alt="" width="450" height="276" />Fonte Palumbo</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-1880" title="Painel volumetricoTeatro Positivo_HSBC" src="http://logobr.files.wordpress.com/2010/09/painel-volumetricoteatro-positivo_hsbc.jpg" alt="" width="450" height="305" />Painel volumetrico no Teatro Positivo|HSBC</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-1887" title="Livro abc do rendering" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/09/livro-abc-do-rendering.jpg" alt="" width="450" height="528" />Livro Abc do Rendering<br />
</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-1884" title="rendering abc" src="http://logobr.files.wordpress.com/2010/09/rendering-abc.jpg" alt="" width="450" height="300" />Rendering</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-1886" title="Rendering livro abc auto" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/09/rendering-livro-abc-auto11.jpg" alt="" width="450" height="314" />Rendering</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-1889" title="Tipos pintados a guache" src="http://logobr.files.wordpress.com/2010/09/tipos-pintados-a-guache.jpg" alt="" width="450" height="250" />Tipos desenhados a mão<br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Design na Copa do Mundo</title>
		<link>http://logobr.org/graphic-design/design-copa-mundo/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 03:58:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Graphic Design]]></category>
		<category><![CDATA[copa do mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[Aloha! Esse artigo era pra ser apenas com a apresentação dos logotipos das Copas do Mundo FIFA. Ai depois adicionei os cartazes, mascotes, uniformes, bolas&#8230; bom, acho melhor vocês verem um por um. Aproveitem, pois tem muito material ai pessoal. Daqui algumas semanas começa o evento esportivo mais importante do mundo: a Copa do Mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>Esse artigo era pra ser apenas com a apresentação dos logotipos das Copas do Mundo FIFA. Ai depois adicionei os cartazes, mascotes, uniformes, bolas&#8230; bom, acho melhor vocês verem um por um. Aproveitem, pois tem muito material ai pessoal. <img src='http://logobr.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Daqui algumas semanas começa o evento esportivo mais importante do mundo: a Copa do Mundo de Futebol. E claro, só se fala nisso agora, e conosco não poderia ser diferente, certo? Hoje, vamos dar uma olhada nos mundiais pela ótica do Design. Simbora!</p>
<p><strong>LOGOTIPOS</strong></p>
<p>Ao que tudo indica, a primeira copa a ter um logotipo de fato foi na Suiça, em 1954. Fiz questão de postar aqui Brasil 50 e Suécia 58 pois nesses dois casos seus logotipos são, na verdade, cartazes, mostrando que não se tinha visão e entendimento sobre logos nessa época (pelo menos não por parte da FIFA e dos organizadores dos dois certames). Contudo é interessantíssimo ver que, mesmo em tal cenário, a Suiça já mostrava porque era o <a href="http://sobredesign.wordpress.com/estilo-internacional/">celeiro do design gráfico mundial no pós-guerra</a>.</p>
<p><a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/logos_copa_do_mundo_futebol.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1676" title="logos_copa_do_mundo_futebol" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/logos_copa_do_mundo_futebol.jpg" alt="" width="450" height="1479" /></a><strong>CARTAZES</strong></p>
<p>Diferentemente do logotipos, os cartazes estavam presentes desde o primeiro mundial, sendo usados como peças principais na comunicação dos campeonatos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1677" title="Uruguay_1930_World_Cup_poster" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/uruguay_1930_world_cup_poster.jpg" alt="" width="400" height="606" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1678" title="WorldCup1934poster" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/worldcup1934poster.jpg" alt="" width="400" height="606" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1679" title="WorldCup1938poster" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/worldcup1938poster.jpg" alt="" width="400" height="606" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1680 alignnone" title="WorldCup1950poster" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/worldcup1950poster.jpg" alt="" width="343" height="485" /></p>
<p>Repare como o &#8220;logotipo&#8221; da copa de 50 é uma adaptação do cartaz.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1681 aligncenter" title="WorldCup1954poster" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/worldcup1954poster.jpg" alt="" width="344" height="484" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1682 aligncenter" title="WorldCup1958poster" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/worldcup1958poster.jpg" alt="" width="342" height="485" /></p>
<p>Como em 50, o mesmo acontece com a versão de 58.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1683" title="WorldCup1962poster" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/worldcup1962poster.jpg" alt="" width="341" height="485" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1684" title="WorldCup1966poster" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/worldcup1966poster.jpg" alt="" width="341" height="483" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1685" title="WorldCup1970lposter" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/worldcup1970lposter.jpg" alt="" width="400" height="607" /></p>
<p>Repare como a representação da bola muda de 66 para 70. Abaixo você verá porque.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1686 aligncenter" title="WorldCup1974poster" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/worldcup1974poster.jpg" alt="" width="340" height="487" /></p>
<p>Alguma dúvida de que essa cartaz é da copa na Alemanha? <em>#Helvetica+GridFeelings</em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1687 aligncenter" title="WorldCup1978poster" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/worldcup1978poster.jpg" alt="" width="340" height="483" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1688 aligncenter" title="WorldCup1982poster" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/worldcup1982poster.jpg" alt="" width="358" height="500" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1689 aligncenter" title="WorldCup1986poster" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/worldcup1986poster.jpg" alt="" width="342" height="482" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1690 aligncenter" title="WorldCup1990poster" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/worldcup1990poster.jpg" alt="" width="344" height="487" /></p>
<p>Já pensou a final dentro do Coliseu? Ai sim hein! <img src='http://logobr.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1691 aligncenter" title="WorldCup1994poster" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/worldcup1994poster.jpg" alt="" width="344" height="485" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1692 aligncenter" title="WorldCup1998poster" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/worldcup1998poster.jpg" alt="" width="341" height="485" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1693 aligncenter" title="WorldCup2002poster" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/worldcup2002poster.jpg" alt="" width="340" height="485" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1694 aligncenter" title="WorldCup2006poster" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/worldcup2006poster.jpg" alt="" width="343" height="486" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1695 aligncenter" title="2010_world_cup_poster" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/2010_world_cup_poster.jpg" alt="" width="416" height="536" /></p>
<p>Gosto muito desse último da Africa. Ainda quero um desse na minha parede.</p>
<p><strong>MASCOTES</strong></p>
<p>O primeiro mundial a usar um mascote foi o de 66 na Inglaterra. De lá pra cá, toda copa tem algum &#8220;ser vivo&#8221; que representa o país-sede. Sendo bem sincero e falando agora como um reles espectador dos mundiais: não andam acertando muito nessas criaturinhas não. O mais simpático é da África, mas num contexto geral, são todos esquisitos. Alguns beiram o puro esculacho. Agora, imagine o que vão fazer aqui no Brasil em 2014. Tem gente até falando em Saci. <em>#GodSaveTheQueen</em></p>
<p><em><a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/mascotes_copa_do_mundo_worldcup.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1709" title="mascotes_copa_do_mundo_worldcup" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/mascotes_copa_do_mundo_worldcup.jpg" alt="" width="450" height="1800" /></a></em></p>
<p><strong>BOLAS</strong></p>
<p>O que todos querem durante os jogos, as bolas também evoluiram muito. A Adidas é a fornecedora oficial desde 1970, contudo começou a fabricar suas pelotas em 1963 e teve uma delas usada já em 1966 de forma não-oficial.</p>
<p><a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/bolas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1710" title="bolas" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/05/bolas.jpg" alt="" width="450" height="1350" /></a></p>
<p>Para quem quer saber mais sobres bolas de futebol, <a href="http://www.soccerballworld.com/">indico esse site</a>. Lá você vê todas as bolas das copas, fotos e historias. Aliás, lá tem algumas jóias como a bola da primeira Copa do Mundo e fotos dos jogos.</p>
<p>Pessoal, eu vou parar por aqui pois a quantidade de material que eu recolhi e recebi é absurda. Esse post está semanas atrasado pois eu não consigo dar conta de tudo o que chega. Então vamos fazer assim: os outros links que eu tinha pra mostrar sobre o Design nas Copas vou colocar logo abaixo. Se vocês tiverem mais links, imagens, videos e etc., por favor, me mandem isso por email ou mesmo deixem nos comentário que eu vou colocando aqui no post também. Claro, com os créditos à quem enviou. =)</p>
<p>Fontes:</p>
<p>Cartazes da Copa 2010: <a href="http://www.fifa.com/worldcup/photogallery/gallery=1065304.html#1065277">link 1</a> e <a href="http://www.caligraffiti.com.br/cartazes-da-copa-2010/">link 2</a><br />
Tickets 2010: <a href="http://www.infobae.com/futbol/510369-601275-0-La-FIFA-present%C3%B3-las-entradas-del-Mundial">link 1</a> e <a href="http://southafrica.worldcupblog.org/1/world-cup-ticket-design-unveiled.html">link 2</a><br />
Uniformes 2010: <a href="http://copadomundo.uol.com.br/2010/album/100317enqueteuniformes_album.jhtm#fotoNav=1">link 1</a> e <a href="http://globoesporte.globo.com/futebol/copa-do-mundo/noticia/2010/05/consultora-analisa-camisas-da-copa-e-elege-da-furia-como-mais-bonita.html">link 2<br />
</a><a href="http://logobr.org/logo/logo-copa-2010/" target="_blank">Logotipo da Copa de 2010 comentado no LOGOBR (jun/2008)</a><a href="http://globoesporte.globo.com/futebol/copa-do-mundo/noticia/2010/05/consultora-analisa-camisas-da-copa-e-elege-da-furia-como-mais-bonita.html"><br />
</a><a href="http://copadomundo.uol.com.br/2010/a-copa/uniformes/selecao-brasileira.jhtm">Uniformes brasileiros desde 1914 (o que acha de um vermelho?)</a><br />
<a href="http://copadomundo.uol.com.br/2010/a-copa/mascote.jhtm">Mascotes<br />
</a><a href="http://copadomundo.uol.com.br/2010/a-copa/sedes-e-estadios/">Estádios 2010</a><br />
<a href="http://comunicacaochapabranca.com.br/?p=11324">Livro sobre as Copas em caricaturas (sensacional!)</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Design Terror</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 16:26:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Graphic Design]]></category>
		<category><![CDATA[identidade visual]]></category>
		<category><![CDATA[jacques penses]]></category>
		<category><![CDATA[logotipos]]></category>

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		<description><![CDATA[Aloha! O que acham de projetar a identidade visual de um canal de televisão especializado em filmes e séries de terror e crimes? Pois o designer Jacques Penses e sua agência, a alemã Jung von Matt AG, tiveram o prazer de fazer tal trabalho para o canal 13th Street, o mais famoso do gênero terror [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>O que acham de projetar a identidade visual de um canal de televisão especializado em filmes e séries de terror e crimes? Pois o designer <a href="http://www.behance.net/JacquesPense">Jacques Penses</a> e sua agência, a alemã <a href="http://www.jvm.com/">Jung von Matt AG</a>, tiveram o prazer de fazer tal trabalho para o canal <a href="http://www.13thstreet.com.au/">13th Street</a>, o mais famoso do gênero terror na Europa.</p>
<p>A agência fez um material que interage com o uso da papelaria, deixando as tarefas de abrir um envelope ou de colocar folhas em fichários muito divertidas. O resultado foi uma papelaria inteligente, alinhada com o posicionamento do canal e com um resultado visual pra lá de bacana. O que acham?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/04/13street_terror.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1639" title="13street_terror" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/04/13street_terror.jpg" alt="" width="450" height="318" /></a></p>
<p><a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/04/13street_terror2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1640" title="13street_terror2" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/04/13street_terror2.jpg" alt="" width="450" height="318" /></a></p>
<p><a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/04/13street_terror3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1641" title="13street_terror3" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/04/13street_terror3.jpg" alt="" width="450" height="670" /></a></p>
<p><a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/04/13street_terror4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1642" title="13street_terror4" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/04/13street_terror4.jpg" alt="" width="450" height="675" /></a></p>
<p><a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/04/13street_terror5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1643" title="13street_terror5" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/04/13street_terror5.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/04/13street_terror6.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1644" title="13street_terror6" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/04/13street_terror6.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/04/13street_terror7.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1645" title="13street_terror7" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/04/13street_terror7.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/04/13street_terror8.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1646" title="13street_terror8" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/04/13street_terror8.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/04/13street_terror9.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1647" title="13street_terror9" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2010/04/13street_terror9.jpg" alt="" width="450" height="276" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.zupi.com.br/index.php/site_zupi/view/design_assassino/">Zupi</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cartazes russos</title>
		<link>http://logobr.org/graphic-design/cartazes-russos-construtivismo/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 16:13:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Graphic Design]]></category>
		<category><![CDATA[construtivismo]]></category>
		<category><![CDATA[referencia]]></category>

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		<description><![CDATA[Aloha! Pelas minha andanças na web, encontrei essa pequena (mas muito valiosa) coleção de cartazes russos contra o alcoolismo , na época da URSS. Vale muito como referência. Em cada um tem a legenda em inglês. E como aqui no LOGOBR não tem miséria, vão aí mais alguns sites: abaixo tem o link para uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>Pelas minha andanças na web, encontrei essa pequena (mas muito valiosa) coleção de cartazes russos contra o alcoolismo , na época da URSS. Vale muito como referência. Em cada um tem a legenda em inglês. <img src='http://logobr.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.tululuka.net/alco/"><img class="size-full wp-image-3214 aligncenter" title="The Museum of Anti-Alcohol Posters" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2009/08/Screen-shot-2011-07-24-at-12.34.06-PM.png" alt="" width="301" height="399" /></a></p>
<p>E como aqui no LOGOBR não tem miséria, vão aí mais alguns sites: abaixo tem o link para uma coleção no Flickr com mais de 1400 posters da Rússia que datam entre 1917 e 1991.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/bpx/sets/72057594117941491/"><img class="size-medium wp-image-3213 aligncenter" title="posterUSRR_GD" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2009/08/posterUSRR_GD-269x420.jpg" alt="" width="269" height="420" /></a></p>
<p>Mais um com cartazes de filmes, no mais belo estilo russo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.thisblogrules.com/2009/07/in-russia-movie-posters-are-hand-drawn.html"><img class="size-medium wp-image-3215 aligncenter" title="Scooby Doo na Russia" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2009/08/Screen-shot-2011-07-24-at-12.37.24-PM-420x357.png" alt="" width="420" height="357" /></a></p>
<p>E pra ninguém falar que é pouco, vai ai um artigo do prof. Ericson Straub, editor da revista abcDesign, onde ele fala sobre o construtivismo, como surgiu e seus principais artístas. Banquete!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://abcdesign.com.br/por-assunto/historia/os-cartazes-russos-e-a-comunicacao-com-as-massas/"><img class="size-medium wp-image-3216 aligncenter" title="Ericson fala sobre construtivismo" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2009/08/ericson_construtivismo-280x420.jpg" alt="" width="280" height="420" /></a></p>
<p>Se alguém tiver mais alguma dica de sites/blogs/grupos/flickrs e etc com cartazes, não somente desses mas de outros movimentos também, deixe pra gente nos comentários. Se atingirmos uma quantidade legal de temas parecidos, quem sabe não começamos uma série de artigos aqui no LOGOBR sobre cartazes? <img src='http://logobr.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Como sempre, LOGOBR sendo feito por vocês!</p>
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		<title>Propaganda Nazista: Design e Comunicação</title>
		<link>http://logobr.org/graphic-design/propaganda-nazista/</link>
		<comments>http://logobr.org/graphic-design/propaganda-nazista/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 14:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Graphic Design]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://logobr.wordpress.com/?p=1021</guid>
		<description><![CDATA[Aloha! Até o ano passado eu desconhecia a forma como a comunicação, em todos seus sentidos, havia sido desenvolvida por Hitler para espalhar suas crenças. Até que um professor me apresentou uma monografia de pós-graduação de 2003 que fala exatamente sobre isso. Após ler o trabalho pensei: &#8220;isso tem que ir para o LOGOBR&#8220;. Depois de muita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>Até o ano passado eu desconhecia a forma como a comunicação, em todos seus sentidos, havia sido desenvolvida por Hitler para espalhar suas crenças. Até que um professor me apresentou uma monografia de pós-graduação de 2003 que fala exatamente sobre isso. Após ler o trabalho pensei: &#8220;isso tem que ir para o <a href="http://www.logobr.org/" target="_blank">LOGOBR</a>&#8220;. Depois de muita procura, encontrei o Vulmeron, gente finíssima que escreveu o trabalho e que me autorizou a postar no LOGOBR.</p>
<p>Não tenho muito o que falar sobre o texto, apenas lendo pra entender o nível de informação que ali se encontra. O que posso falar é: muitas das técnicas usadas hoje na comunicação (visual, verbal, publicitária e etc) para persuadir as pessoas a compra ou a ações/sentimentos/opiniões foram desenvolvidas e/ou aperfeiçoadas por Hitler e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Goebbels">Goebbels, seu Ministro da Propaganda</a>.</p>
<p><a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2009/06/a-propaganda-nazista.pdf">Segue o link para download gratuito e autorizado da monografia do Vulmeron sobre a Propaganda Nazista.</a></p>
<p>E para não ficarmos apenas nos textos, segue abaixo um link sen-sa-ci-o-nal:</p>
<h4 style="text-align: center;"><a href="http://www.ushmm.org/propaganda/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1024" title="museu" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2009/06/museu.jpg" alt="museu" width="450" height="200" /></a> U.S. Holocaust Memorial Museum de Washington.</h4>
<p>Esse site tem um incrível acervo com muitos dos posters utilizados na propaganda do Nazismo, videos de desfiles e discursos, fotos de jornais e livros e outros artfefatos. Simplesmente um bálsamo para quem anseia por conhecimento.</p>
<p>Não farei qualquer análise dos cartazes e seus designs. Esse trabalho já foi feito, de maneira excelente, por meu amigo e parceiro do LogoBR, <a href="http://www.woww.com.br/2008/04/propaganda-alem-nazista-pr-segunda.html">Sabás do blog Woww</a>. Dá uma lida lá também pois vale a pena. Tem um link para outros cartazes da mesma época (pré 2ª guerra) tanto da Alemanha quanto dos EUA que mostram como o design (aliado a planos de comunicação) era usado para se ter a opinião pública engajada num movimento, num partido ou a favor de uma guerra.</p>
<p>Quem tiver qualquer outro link que irá acrescentar conhecimento e conteúdo ao post, por favor, deixe nos comentários que incluirei no artigo o mais rápido possível, ok! <img src='http://logobr.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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