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	<title>LOGOBR</title>
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	<description>Branding, design estratégico e graphic design.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 27 Jan 2012 14:06:05 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Design (Thinking) em NYC</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:39:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Alt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[design thinking]]></category>
		<category><![CDATA[estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Parsons]]></category>

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		<description><![CDATA[Luis Alt mostra a universidade Parsons The New School for Design, em NYC, e seus espaços para que pesquisadores, estudantes e professores possam criar soluções que melhorem as vidas dos moradores de Nova York.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O 12º andar na &#8220;6 East 16th Street&#8221; é o um ambiente educacional experimental criado pela <strong>Parsons The New School for Design</strong> em Nova Iorque para agregar estudantes de pós-graduação em design de diferentes programas como o <a href="http://www.newschool.edu/parsons/mfa-transdisciplinary-design/" target="_blank">Master em Design Transdisciplinar</a> e o <a href="http://www.newschool.edu/parsons/mfa-design-technology" target="_blank">Master em Design e Tecnologia</a>. A verdade é que, apesar de ser bastante famosa por sediar o famoso programa de tv &#8220;<a href="http://www.mylifetime.com/shows/project-runway" target="_blank">Project Runaway</a>&#8221; apresentado pela modelo Heidi Klum, tem muito mais coisa acontecendo dentro daqueles prédios, e é isso que eu fui conferir!</p>
<p>Fundada em 1896 a Parsons The New School for Design é uma universidade pioneira na educação de arte e design e vem cultivando há mais de um século artistas, designers, acadêmicos, executivos e líderes comunitários que, ao sair da instituição se destacam em suas funções. A escola de &#8220;Estratégia de Design&#8221;, uma das cinco escolas que formam a Parsons, é, segundo Eduardo Staszowski, &#8220;um espaço educacional experimental configurado para evoluir abordagens inovadoras para a educação em design e negócios no contexto de cidades, serviços e ecossistemas.&#8221;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-5656 aligncenter" title="parsons_FI" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/parsons_FI.png" alt="" width="420" height="276" /></p>
<p><strong>Em busca de um mundo melhor &#8230; </strong></p>
<p><strong></strong>Laboratórios espalhados pelo mundo em busca da melhoria na vida dos humanos. Não é utopia, a verdade é que há uma constelação deles, pesquisando de maneira autônoma mas interconectada, baseados em universidades e escolas de Design ao redor do mundo, envolvidos em promover e suportar ativamente impacto social em direção à sustentabilidade. No Brasil, por exemplo, estamos muito bem representados na <a href="http://www.ltds.ufrj.br/desis/default.aspx" target="_blank">COPPE-UFRJ</a> em um programa de Engenharia de Produção coordenado por minha amiga Carla Cipolla. Na Parsons, o <a href="http://desis.parsons.edu/" target="_blank">DESIS-Lab</a> (Design para Inovação Social e Sustentabilidade) foi fundado em 2009 e procura a integração de professores e estudantes de diversas disciplinas da New School com o objetivo de pesquisar, promover e ampliar soluções sustentáveis para comunidades de Nova Iorque. E foi a convite de Lara Penin e Eduardo Staszowski, brasileiros coordenadores do DESIS Lab da Parsons, que tive a honra de dar uma <a href="http://desis.parsons.edu/2011/10/service-design-performances-fall-11-series-service-design-and-organizational-change-with-livework/" target="_blank">aula aberta</a> no final do ano passado junto a meu sócio, Tennyson Pinheiro, para falar de impacto cultural e mudança organizacional em projetos de Design de Serviços.</p>
<p><strong>Espaço para Colaborar</strong></p>
<p>Como em meu último post escrevi sobre espaços colaborativos na d.School, não poderia deixar de tocar no assunto aqui também. Apesar da visita rápida, tive o prazer de receber um tour guiado pela Universidade e devo admitir: impossível não comparar a realidade de lá com a realidade de cá. Infelizmente vivemos em um país de poucos recursos e isso acaba se refletindo na qualidade do ensino e, claro, no resultado dos trabalhos de nossos estudantes. Desde que voltei de Barcelona tenho visitado diversas universidades pelo Brasil afora e, infelizmente, o que vejo é que nos sobra boa vontade mas nos falta condições para trabalhar.</p>
<p>Falemos de lá, e não de cá, por enquanto. A estrutura da Parsons que visitei contém um auditório, salas de aula, estúdios, café e áreas para prototipagem rápida além de laboratórios de pesquisa (como o DESIS Lab) onde professores, pesquisadores e estudantes convivem e colaboram cotidianamente. A preocupação em criar um espaço altamente colaborativo se reflete em um lugar que é todo equipado com mobiliário reconfigurável, permitindo diversos layouts de acordo com as atividades propostas, e que tem todas as suas paredes pintadas com <em>ideapaint,</em> que permite o uso de markers para anotações temporárias e compartilhamento contínuo de ideias. Além disso, assim como na d.School, na Parsons existe uma série de móveis pensados exclusivamente para os alunos, seja para conduzir projetos em equipe, seja para ter um lugar para chamar de seu. As imagens falam por si só &#8230;</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5629" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/DSC02914-420x92.jpg" alt="" width="420" height="92" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5630" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/DSC02923-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5631" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/DSC02947-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5632" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/DSC02948-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5633" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/DSC02952-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5634" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/DSC02953-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5635" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/DSC02955-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5636" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/DSC02956-420x92.jpg" alt="" width="420" height="92" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5637" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/DSC02961-420x92.jpg" alt="" width="420" height="92" /></p>
<p>Legal conhecer &#8220;por dentro&#8221; um espaço como esse, não? Quem quiser saber um pouco mais sobre tudo isso, recomendo começar mesmo pelo <a href="http://www.newschool.edu/parsons/" target="_blank">site oficial</a> da Universidade. Quem sabe para alguém esse post não é o começo de uma viagem pra lá? Aliás, nada mal viver, estudar e trabalhar em Nova Iorque, certo?</p>
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		<title>Swissted: rock e modernismo</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 15:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Graphic Design]]></category>
		<category><![CDATA[akzidenz grotesk]]></category>
		<category><![CDATA[mike joyce]]></category>

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		<description><![CDATA[O designer Mike Joyce, fundador do estudio Stereotypes Design, une os movimentos punk rock e modernismo no projeto Swissted, redesenhando clássicos cartazes de shows no Estilo Internacional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>O projeto Swissted é uma ideia do designer gráfico Mike Joyce, fundador do conhecido estudio Stereotypes Design em NYC. Amante dos movimentos Punk Rock e Modernismo, ele resolveu redesenhar cartazes clássicos de shows de punk, hardcore e indie rock no Estilo Internacional. São mais de 200 posters, todos usando Akzidenz Grotesk medium, de concertos que aconteceram de verdade.</p>
<p><a href="http://www.swissted.com"><img class="alignnone size-full wp-image-5617" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/swissted3.png" alt="" width="420" height="593" /></a></p>
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		<title>HP: nova identidade sim, novo logo não</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 15:44:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[hp]]></category>
		<category><![CDATA[moving brands]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto oficial que não foi confirmado pela HP. O LOGOBR tanta decifrar tudo o que aconteceu após o lançamento da nova identidade visual para a HP, com projeto realizado desde 2008 pela Moving Brands.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>Aconselho fortemente que você leia todo o artigo e que, principalmente, veja todos os videos. O entendimento do projeto não vem pelas imagens, mas pelos videos. Nesse post tentamos decifrar o que aconteceu nos dias que sucederam o lançamento do novo design gráfico da HP.</p>
<h5>HP e seu trabalho</h5>
<p>Mais de 320 mil funcionários pelo mundo, faturamento de US$126 bilhões e, segundo o respeitado ranking Best Global Brands da Interbrand, a 10ª marca mais valiosa do planeta, chegando a quase 25,5 bilhões de dólares. Essa é a Hewlett-Packard, mais conhecida como HP, um verdadeiro colosso com mais de 70 anos de mercado e que hoje atua vendendo impressoras, softwares, serviços web, computação pessoal e infraestrutura em TI.</p>
<p>Preocupada em não ser grande apenas como empresa mas também como marca a HP contratou em 2008 a <a href="http://www.movingbrands.com/" target="_blank">Moving Brands</a>, consultoria de branding, para lhe ajudar a pensar, repensar, repaginar e evoluir sua marca. Uma percepção muito interessante da companhia em relação a si própria.</p>
<p>Aliás, li no Creative Review uma definição do que a HP se tornou como marca e companhia que é muito acertíva:</p>
<blockquote><p>O que Moving Brands encontrou na HP é uma história corporativa familiar: empresa renomada para inovação e que, graças a sucessivas aquisições, tornou-se inchada e com falta de personalidade e direção. De uma das empresas mais inovadoras da história, tornou-se conhecida como apenas outro fornecedor chato de impressoras e computadores. <a href="http://www.creativereview.co.uk/cr-blog/2011/december/moving-brands-hp-logo" target="_blank">[LINK</a><a href="http://www.creativereview.co.uk/cr-blog/2011/december/moving-brands-hp-logo" target="_blank">]</a></p></blockquote>
<p>Então, depois de quase 4 anos de trabalho, a HP lança seu novo design&#8230; aliás, quem lançou foi a Moving Brands, e ai começaram os problemas. Bom, vamos por partes.</p>
<h5>Moving Brands e seu trabalho</h5>
<p>Fazer um projeto como esse para a 10ª marca mais valiosa do mundo é o sonho de qualquer consultoria de marcas internacional (ou não). Por isso a Moving Brands, espertamente, desde o começo do trabalho em 2008 documentou todo o processo. Visitas a Palo Alto, workshops com funcionários, embalagens, web, discussões para encontrar &#8220;quem era&#8221; a empresa, arquitetura de marcas&#8230; absolutamente tudo foi pesquisado, visto, conversado, discutido e registrado. Disso saiu o video abaixo, que explica os primeiros conceitos para a marca:</p>
<p><em>Detalhe: por favor, repare no logo que aparece no fim do video.</em></p>
<p><iframe width="420" height="236" src="http://www.youtube.com/embed/Dl7sQ-4y4XE?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Três imagens emblemáticas que mostram o tamanho do caos que era a HP:</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5488" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/HP_NEW_IDENTITY_JOURNEY-420x254.png" alt="" width="420" height="254" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5489" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/HP_NEW_IDENTITY_JOURNEY2-420x222.png" alt="" width="420" height="222" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5490" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/HP_NEW_IDENTITY_JOURNEY3-420x294.png" alt="" width="420" height="294" /></p>
<p>Não precisa ser pós-graduado em branding para ver que a HP precisa rever sua gestão de marca, desde arquitetura de marca até identidade visual. E isso é apenas o &#8220;reflexo gráfico&#8221; da bagunça que as tantas aquisições e a entrada em outros mercados causou. <em>Tornou-se inchada e com falta de personalidade e direção.</em></p>
<p>Como resultado disso que a Moving Brands viu, surgiu a proposta de uma nova identidade visual para auxiliar na transformações da percepção a respeito da marca e para unificar a HP e todos seus produtos, serviços e empresas dentro de um mesmo sistema.</p>
<p><strong>A identidade</strong></p>
<p>Após definirem estratégia e comportamento da marca, a Moving Brands partiu para o design da identidade. Toda ela foi construida em torno de barras com 13° de inclinação, inspiradas no ângulo usado no logo da HP original de 1941. Tudo é inclinado: tipografia, fotografia, texturas, embalagens e UI. Os excelentes videos abaixo explicam todo o proceso, mostram os principais ativos que compõem a identidade, como o sistema irá funcionar e todas as suas aplicações. Além disso, mostram algo que a agência chama de Escala de Expressão. Muito interessante.</p>
<p>Esqueça as imagens. Esse trabalho é apresentado através dos videos. Por favor, assista cada um deles e observe cada detalhe. Um trabalho primoroso.</p>
<p><em>Detalhe: reparem no logo que aparece nos videos, principalmente no final.</em></p>
<p><iframe width="420" height="236" src="http://www.youtube.com/embed/V6Vtpn55Q8U?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe width="420" height="236" src="http://www.youtube.com/embed/NXDHC6k_vYQ?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe width="420" height="236" src="http://www.youtube.com/embed/5Bj64AqntNY?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe width="420" height="236" src="http://www.youtube.com/embed/VR9W1CFqiUM?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe width="420" height="236" src="http://www.youtube.com/embed/Zg0xNGG9n4A?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5530" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Casetsudy_Framework-diagram-420x312.jpg" alt="" width="420" height="312" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5529" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_UI_screen-420x287.jpg" alt="" width="420" height="287" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5528" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_UI_650-420x323.jpg" alt="" width="420" height="323" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5527" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_type2-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5526" title="MovingBrands_HP_Case_Study_product1" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_product1-420x261.jpg" alt="" width="420" height="261" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5523" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_keyboard-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5522" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_inklevels-420x273.jpg" alt="" width="420" height="273" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5521" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_EBC.desk_-420x360.jpg" alt="" width="420" height="360" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5520" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_brand_engagement-420x280.jpg" alt="" width="420" height="280" /></p>
<p><strong>&#8220;Daniel, cadê as imagens que eu vi pela internet mostrando a identidade visual e o novo logo? Aliás, cadê o novo logo?&#8221;</strong></p>
<p>Calma meus queridos, a paciência é o caminho para a sabedoria. Prossigam firme no artigo, já já tudo ficará mais claro. Prometo.</p>
<h5>O release da Moving Brands</h5>
<p>O <em>case study</em> publicado pela Moving Brands continha um press release. Como tudo isso saiu do ar, vamos publicar o texto também.</p>
<blockquote><p>Moving Brands estabeleceu parceria com a HP para trabalhar como a sua principal agência a fim de definir uma visão criativa para a marca HP. A visão era transformar a maior empresa do mundo em tecnologia na marca mais poderosa do mundo. HP se tornaria o projeto de uma marca em movimento, construída para um mundo em movimento.</p>
<p>Quando começamos a trabalhar com a HP, a propósta era incomparável. Ela tem o mais amplo portfólio de todos os seus concorrentes. De serviços à servidores, de impressão a serviços de TI, de armazenamento à mobilidade e muito mais. A HP lidera o mercado em quase todas as categorias em que atua.</p>
<p>No entanto, a HP tinha perdido sua cultura de vanguarda, de estar a frente. Isso aconteceu após mais de 50 aquisições nos últimos cinco anos. Sua icônica marca foi considerada monótona e sem vida pelos consumidores e clientes empresariais. O poder do portfolio da empresa só poderia ser totalmente aproveitado alinhando ele com uma história sincera que poderia reunir vários negócios e mais de 300.000 colaboradores em todo o mundo atrás de uma estratégia e de um comportamento unificados.</p>
<p>Greg Johnson, diretor global de criatividade para estratégia de marca e design de experiência, descreve este momento: &#8220;se você olhar para trás e pensar sobre quando o projeto de transformação começou em 2008, muitos do nosso pessoal não entendiam a HP, e foram caindo na mesma armadilha de nossos clientes: pensar em nós mesmos como mercadoria, ou apenas hardware, e não ver HP como uma marca relevante.&#8221;</p>
<p>Como todas as marcas poderosas, HP precisava de uma história forte em seu coração. Uma história que iria abraçar a herança orgulhosa de um Vale do Silício pioneiro, mas inclinada para frente, para o futuro. A HP foi fundada na crença de que a tecnologia iria melhorar a vida das pessoas, ela deve aspirar sempre o melhor. Este princípio fundador foi descoberto através de workshops de co-criação com os principais stakeholders dos grupos empresariais, laboratórios da HP, design de produtos e grupos de insight. Foi articulado como &#8220;progresso humano&#8221;.</p>
<p>A história foi ainda apoiada por um conjunto de diferenciais de caracteres e comportamentos únicos para a HP. Esta marca icônica deveria ser digitalmente nativa, sensível ao contexto e sempre em evolução.</p>
<p style="text-align: right;">Press release Moving Brands, tradução livre</p>
</blockquote>
<h5>Um novo logo, o problema</h5>
<p>O <a href="http://logobr.org" target="_blank">LOGOBR</a> foi um dos primeiro sites no Brasil e anunciar o novo projeto para a HP, <a href="https://twitter.com/#!/LOGOBR/status/146290111867392000" target="_blank">ainda no dia 12 de dezembro de 2011</a> (a notícia explodiu por aqui no dia 13). Entretanto, não era claro se o projeto era oficial ou não pois não havia nada no site da HP. Então entramos em contato com a Moving Brands que, rapidamente, nos escreveu dizendo que sim <strong>todo o projeto </strong>era oficial. Mas eles fazem uma observação muito interessante:</p>
<blockquote><p>Sim, todo o trabalho é oficial. Nós trabalhamos com a equipe da HP a partir de 2008 até o início deste ano. Por favor, observe que o trabalho sugere a direção criativa da marca, a decisão de implementar agora é com a HP.</p>
<p style="text-align: right;">[MB em email ao LOGOBR]</p>
</blockquote>
<p>Deixaram claro que, apesar do projeto ser totalmente oficial, a decisão de usar ou não seria do cliente. Dificilmente vemos empresas de design publicarem trabalhos que seus clientes, ao menos, não tenham aprovado. Apesar de parecer estranho proseguimos na conversa e, incrivelmente, conseguimos fechar uma entrevista exclusiva para o Brasil com o diretor criativo da agência, que liderou todo o trabalho desde 2008, para falar sobre. Claro, a redação do LOGOBR entrou em festa com a notícia.</p>
<p>Entretanto, após 36 horas de muita euforia nas redes sociais por conta do redesign, veio a notícia: apesar de oficial, o projeto não iria ser implementado. Loucura na internet de novo até que o pessoal do <a href="http://www.underconsideration.com/brandnew/archives/follow-up_hp.php" target="_blank">Brandnew</a> publicou um email da HP para eles, em que diziam que iriam usar parte do trabalho da Moving Brands mas que não existia qualquer plano de mudança para o logo. Depois disso, escrevi mais três emails para a Moving Brands, mas dessa vez nenhuma resposta tivemos até a publicação desse artigo.</p>
<p>Interessante observar que, após essas 36 horas do lançamento do belíssimo <em>case study </em>no site da consultoria, a própria HP pediu para ele fosse retirado do ar, tanto os textos como as imagens e videos. Tanto no site quanto pelo Twitter a Moving Brands disse que o <em>case study </em>foi retirado do ar a pedido da HP por, supostamente, conter aspectos que não seriam realmente aplicados, que eram apenas estudos internos da agência.</p>
<blockquote><p><em>Nós removemos o estudo de caso HP por solicitação da HP, a fim de clarificar a distinção entre os aspectos do trabalho que apontavam uma visão criativa para a marca mas que não seriam implementados no mercado, e os aspectos que refletem as reais<em> aplicações</em> <em>do Sistema de Identidade e Design </em>no mercado. A imagem Progress Mark (abaixo) não é o sentido oficial de evolução para a HP. Pedimos paciência conosco enquanto atualizamos o case study em conjunto com a HP. Obrigado por seu apoio. [<a href="http://www.movingbrands.com/?category_name=hp-work" target="_blank">SITE MB</a>, tradução livre]</em></p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_progressmark_rationale.jpg" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-5534 aligncenter" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_progressmark_rationale-420x272.jpg" alt="" width="420" height="272" /></a></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5541" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/novo_logo_HP-420x229.png" alt="" width="420" height="229" /></p>
<blockquote><p>Nos desculpem por tirar o trabalho para a HP do nosso site! Temos permissão para mostrar, estamos apenas retrabalhando com HP para esclarecer a distinção entre a visão do trabalho e o que será adotado. [<a href="https://twitter.com/#!/movingbrands/status/147678366579957760" target="_blank">Twitter</a>]</p></blockquote>
<p>O que fica claro é que a Moving Brands realizou um ótimo trabalho, mas que o cliente não aprovou o logo. Mesmo assim, eles publicaram tudo, inclusive o que não foi aprovado e disseram que a aprovação dependeria da HP, quando na verdade essa aprovação já havia acontecido. Mais que isso: o conteúdo foi publicado por conta própria, tanto é que agora eles estão trabalhando no <em>case study </em>junto com a HP.</p>
<p>Ao que parece, a HP aprovou apenas o sistema de identidade visual. Podemos dizer que isso é um tanto quanto plausível pois, se vocês reparam nos videos que a própria Moving Brands postou em seu Vimeo, principalmente o Design Identity, verão que o logo que aparece é o atual. Em todos os outros, o video é fechado com esse mesmo logo.</p>
<h5>Clarificando</h5>
<p>O que mais se perguntou na internet desde que essa confusão foi causada é se o projeto virá ou não a vida. Vejo o problema sendo causado pela Moving Brands por não deixar claro no seu <em>case study,</em> tantos no texto como nas imanges e videos, que o logo era apena um estudos, algo que não foi aprovado. E não há problema nenhum nisso, não tira o mérito da agência que fez um trabalho fantástico, digno de estudos em facultades e pós-graduações.</p>
<p>Ao que tudo indica, esse projeto estava aprovado com exceção do novo logo. Claro, como criadora da propósta, a Moving Brands pensou ser um desperdício não publicar essa propósta, mesmo não tendo sido aprovada. Publicaram, deram destaque a ela e, provavelmente, enfureceram o cliente. Pior: não deixaram explícito o que era proposta aprovada e o que era proposta não aprovada, tanto em seu site como em contatos direto (como em nosso caso).</p>
<p>Para ilustrar isso de forma ainda mais contundente, seguem os dois últimos videos do projeto que a Moving Brands produziu, que ela chama Paticiple e Magnetic North. O primeiro é claramente um video de apresentação de como se chegou a propósta do novo logo. Reparem que no inicio aparece a frase: <em>&#8220;This film showcases the creative vision for the HP brand identity&#8221;</em></p>
<p><iframe width="420" height="236" src="http://www.youtube.com/embed/ij8gbSvAYEw?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Esse segundo é muito curioso. Vejo ele como, provavelmente, o ápice da apresentação da Moving Brands para seu cliente. Ele mostra o novo logo aplicado na identidade visual. Reparem que no video aparecem as mesmas imagens que estão nos outros videos que vocês viram lá em cima, mas nesse vemos o logo atual da HP substituido pela propósta da agência.</p>
<p><iframe width="420" height="236" src="http://www.youtube.com/embed/lRBp9f0y2C0?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Agora sim mostro para vocês as imagens que estavam rolando na internet. Vejam que são, em sua maioria, screenshots desse video que você acabaram de ver: aplicações da identidade visual, mas com o logo proposto pela agência.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5544" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_CaseStudy_HPteam-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5545" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_CaseStudy_process-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5548" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_progressmark2-420x356.jpg" alt="" width="420" height="356" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5549" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_Signage-420x246.jpg" alt="" width="420" height="246" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5547" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_Billboard-420x226.jpg" alt="" width="420" height="226" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5546" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_Pavilion-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5552" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_adshel-420x312.jpg" alt="" width="420" height="312" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5551" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_CEO.event_-420x331.jpg" alt="" width="420" height="331" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5556" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_spatial_ebc-420x208.jpg" alt="" width="420" height="208" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5550" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/20111208_HP_Case_Study_GY26-420x266.jpg" alt="" width="420" height="266" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5554" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_Retail-420x271.jpg" alt="" width="420" height="271" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5555" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_advertising_print-420x279.jpg" alt="" width="420" height="279" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5553" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Case_Study_Stationeryset-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5557" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/MovingBrands_HP_Casestudy_stationery2.980-420x313.jpg" alt="" width="420" height="313" /></p>
<p>Repare: todas as imagens (não os videos) que foram postadas pela Moving Brands e que carregam o logo da HP, estão com o logo proposto pela agência, mesmo esse não tendo sido aprovado (segundo a HP).</p>
<p>Sem a menor dúvida, essas imagens foram a locomotiva dessa grande confusão. Acredito que de cada 10 pessoas que entraram no link do <em>case study,</em> talvez 3 ou 4 gastaram 20/30 preciosos minutos para ler o texto e ver cada um dos videos. E os que o fizeram se perguntaram: <em>por que tem videos com o logo atual e outros com o logo novo? E essas imagens?</em></p>
<p>E com certeza, a maioria dos que entraram no site olharam cada uma das imagens e, logo depois, compartilharam na rede. Junte a tudo isso a forma &#8220;não conclusiva&#8221; com que a Moving Brands apresentou o projeto e temos uma grande confusão, resultando no cliente pedindo para a agência tirar tudo do ar.</p>
<h5><strong><strong>Conclusão</strong></strong></h5>
<p>O projeto é fantástico. Realmente fantástico. Além de belíssimo. Nunca é demais lembrar que uma identidade visual não é seu logo. O sistema proposto pela MB funciona tanto com o &#8220;novo-ex-logo&#8221; quanto com o atual. Reparem que todos os videos que mostram o projeto são encerrados como o logo atual. Olhem os detalhes, como capa do brandbook, assinaturas de anuncios, ambientes das lojas. Com exceção dos dois últimos, todos os videos mostram a identidade aplicada sem qualquer mudança no logo.</p>
<p>O projeto é brilhante. Se a HP manter tudo isso vivo e conseguir aplicar a nova identidade corporativa (e não apenas a visual) em cada canto da companhia, sem dúvida construirá uma imagem incrível para a empresa (claro, o sucesso depende de produtos e serviços). Com ou sem o novo logo! A identidade visual funciona com ambos, o sistema de barras a 13° aplicado na web, publicidade, fotografia, texturas, embalagens, videos, ambientes, efeitos visuais, produtos, UI, papelaria e etc, funciona com qualquer um dos logos. E como funciona! Todo o design gráfico é extremamente competente.</p>
<p>Talvez um dos pontos mais críticos nessa (falta de) gestão de marca da HP teve uma evolução brutal, que era a arquitetura de marcas. Qual logo irá assinar tudo isso, nesse caso, se torna um mero detalhe.</p>
<p>Obvio que não devemos esquecer do vacilo monumental da agência. Não podemos afirmar má fé do pessoal da Moving Brands, particularmente duvido muito disso, mas que eles ficaram chateados pela HP não ter aprovado o novo logo, isso ficaram. Viram todo o trabalho como algo muito bom (e é!) e quiseram mostrar. Entretanto, ficou muito estranho tudo isso. Na pior da hipóteses, eles podem perder a conta e arranharem sua marca no mercado. Aliás, não deixa de interessante: a marca de uma consultoria de branding arranhada por um problema com um cliente.</p>
<p>Tudo fazendo um pouco mais de sentido, o que acham do projeto?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Design Thinking no Vale do Silício</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 18:33:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Alt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[design thinking]]></category>
		<category><![CDATA[dschool]]></category>

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		<description><![CDATA[Em pleno Vale do Silício existe uma das mais renomadas instituições de ensino do mundo, a Universidade de Stanford. Lá no meio existe um prédio que promove a integração de pessoas para projetar um mundo mais empático, colaborador e experimentador, a d.School.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em pleno Vale do Silício existe uma das mais renomadas instituições de ensino do mundo, a Universidade de Stanford. Lá no meio, entre programas como medicina, direito, engenharia existe um prédio que promove a integração de pessoas para projetar um mundo mais empático, colaborador e experimentador, a d.School. Com o lema &#8220;we build innovators&#8221;, a escola ensina (e utiliza) o Design Thinking como mecanismo base para a colaboração entre estudantes, professores e a indústria.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-5282 aligncenter" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/Screen-shot-2011-11-21-at-12.36.53-AM-321x420.png" alt="" width="321" height="420" /></p>
<p>Estive por lá mês passado e, sem dúvida alguma o que mais me chamou a atenção é o ambiente lúdico e multi-funcional que eles conseguiram criar por lá. O objetivo deste post é mostrar um pouco mais este aspecto da escola então nada melhor do que iniciar com um vídeo com depoimento dos próprios criadores do espaço:</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/11438598" width="420" height="236" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p>A verdade é que o ambiente atual é fruto de uma sucessão de protótipos (falhos e bem sucedidos), pois a escola encontra-se atualmente em sua terceira versão (já mudaram duas vezes de lugar). Desta forma, com o passar dos anos e a necessidade de se adaptar a espaços novos, os quais geralmente encontravam-se dentro de modelos tradicionais e assim crus para a escola, e tendo já aprendido o que funcionou nas experiências anteriores, os criadores do espaço tem realmente se superado na criação de uma casa para o Design Thinking.  Sobre isso, Scott Witthoft, um dos diretores de &#8220;ambiente colaborativo&#8221; da d.School disse, em uma <a href="http://www.fastcompany.com/magazine/146/the-idea-lab.html" target="_blank">reportagem da Fast Company</a> sobre a inauguração do novo prédio que, &#8220;espaço pode alimentar o processo criativo ao encorajar &#8212; ou desencorajar &#8212; comportamentos específicos.&#8221;. Particularmente, é exatamente isso que tenho vivido diariamente em projetos, seja trabalhando apenas internamente com a equipe ou facilitando sessões de co-criação: espaço é fundamental para ditar o ritmo em sessões colaborativas.</p>
<p>Veja a seguir algumas fotos comentadas que tirei na d.School. Peço desculpas desde já pela baixa qualidade da imagem, mas na época a lente do meu celular estava com um arranhão&#8230;</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/Overview-Group-Area-420x313.jpg" alt="" width="420" height="313" /></p>
<p>No segundo andar, um amplo espaço para colaboração, podendo ser dividido com boards para trabalho (com post-its coloridos). O mais interessante nesta imagem é que a sala pode facilmente se reconfigurar para ocupar um grande grupo de trabalho ou vários pequenos, sempre de maneira &#8220;reservada&#8221;.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5270" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/Materials-Kart-420x313.jpg" alt="" width="420" height="313" /></p>
<p>Materiais para prototipagem rápida estão disponíveis em vários carrinhos, os quais podem ser levados até o local de utilização. Tudo de uma maneira auto-organizada, do-it-yourself, ao melhor estilo americano.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5272" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/Private-Rooms-420x313.jpg" alt="" width="420" height="313" /></p>
<p>Ao lado do &#8220;espaço aberto&#8221;, algumas mini salas de projeto utilizada por professores e alunos com projetos especiais, por um determinado período de tempo. Uma delas abriga, por exemplo, a iniciativa K-12 que procura melhorar o ensino em escolas para crianças até 12 anos (do Kindergarten aos 12 anos: K-12).</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5273" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/Prototyping-Room-420x313.jpg" alt="" width="420" height="313" /></p>
<p>Protótipos mais avançados podem ser feitos na sala de prototipagem. Aqui, nada muito diferente do que podemos encontrar em oficinas de universidades de design de produto, porém os tags e a forma que a parede com os equipamentos se configura mata a pau, não? Mais uma prova do &#8220;do-it-yourself&#8221; &#8230;</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5274" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/Team-Pannels-420x313.jpg" alt="" width="420" height="313" /></p>
<p>Precisando de boards brancos para seu projeto? Pegue um no carrinho mas devolva após utilizar. Certifique-se de usar apenas os que precisa e devolvê-los limpos, ok?</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5275" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/Traditional-Classroom-420x313.jpg" alt="" width="420" height="313" /></p>
<p>Porque também são necessárias aulas&#8230; tradicionais. <img src='http://logobr.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Por hoje é só, pessoal! Espero que tenham gostado do post e na próxima voaremos para a costa leste americana para conhecer o que anda acontecendo na <a href="http://www.newschool.edu/parsons/" target="_blank">Parsons New School for Design</a>.</p>
<p><strong></strong>ps. Aos que esperavam deste post um pouco mais de &#8220;how to&#8221; do lado de lá, felizes ficarão em saber que a d.School disponibilizou uma série de ferramentas em seu site. Vale a pena dar uma conferida <a href="http://dschool.stanford.edu/use-our-methods/" target="_blank">clicando aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Design alternativo para Londres 2012 by VentureThree</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 03:58:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[londres]]></category>
		<category><![CDATA[olimpíadas]]></category>
		<category><![CDATA[place branding]]></category>
		<category><![CDATA[venture three]]></category>

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		<description><![CDATA[A agência londrina VentureThree desenhou uma marca não-oficial para Londres que acabou evoluindo para um logo alternativo para as olimpíadas Londres 2012. Veja esse projeto e leia nossa entrevista com Stuart Watson, diretor criativo da V3.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>Ando com muitas saudades de escrever por aqui. Conteúdo para produzir não para de chegar tanto a minha tela/mesa quanto a minha mente. A quantidade é maior do que meu poder de produção. Por essa razão venho postar esse projeto somente hoje, meses depois de tê-lo recebido de um gentil leitor do site (o qual não me lembro o nome. Por favor, se manifeste meu querido! : ).</p>
<p>Entretanto, não haveria momento melhor para postar sobre isso do que agora. Rio 2016, logo da Paraolimpíadas recém lançado, <a href="http://www.ideafixa.com/nova-marca-turismo-sp" target="_blank">São Paulo agora com uma marca para si</a>&#8230; <em>place branding </em>sendo estudado e feito em todo o canto.</p>
<p>Deste do fim dos Jogos de Pequim em 2008, Londres passou a ser o foco do mundo. Vendo a oportunidade maravilhosa que sua cidade estava tendo, o prefeito de Londres, Boris Johnson, anunciou em 2009 que iria contratar uma consultoria para criar uma marca para Londres, com lançamento previsto para antes de 2012 (o que parece que não irá acontecer). Uma marca que pudesse aproveitar tudo o que as Olimpíadas já estavam trazendo para a cidade e que projetasse Londres pós-2012. Algo mais que necessário pois, mesmo sendo uma das mais importantes cidades do mundo, na época Londres contava com 10 agências governamentais que promoviam o turismo, mas cada uma de forma independente. Resultado: um discurso pouco uniforme, já que não havia (há) uma marca única para a cidade.</p>
<p>Umas das agências participantes da &#8220;concorrência&#8221; foi a londrina <a href="http://www.venturethree.com/" target="_blank">Venture Three</a>. Para quem não conhece, é deles o sensacional projeto de redesign da marca <a href="http://www.underconsideration.com/brandnew/archives/little_chef_big_dreams.php" target="_blank">Little Chef</a>. Sua proposta, ao que parece, não foi a aprovada. Então eles a transformaram numa marca não-oficial de Londres e a evoluiram para um logo olímpico.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5378" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/london-2012-logo-alt-420x354.jpg" alt="" width="420" height="354" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5155" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/londres_2012_alternativo-420x211.png" alt="" width="420" height="211" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5368" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/londres_2012_alternativo2.png" alt="" width="420" height="252" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5369" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/londres_2012_alternativo4.png" alt="" width="420" height="251" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5157" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/londres_2012_alternativo3-420x292.png" alt="" width="420" height="292" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5372" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/londres_2012_alternativo8.png" alt="" width="420" height="250" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5371" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/londres_2012_alternativo6.png" alt="" width="420" height="248" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5370" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/londres_2012_alternativo5.png" alt="" width="420" height="248" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5163" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/londres_2012_alternativo9-420x220.png" alt="" width="420" height="220" /><img class="aligncenter size-medium wp-image-5161" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/londres_2012_alternativo7-420x250.png" alt="" width="420" height="250" /><img class="aligncenter size-full wp-image-5373" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/12/londres_2012_alternativo11.png" alt="" width="420" height="310" /></p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">Nossa proposta de criar uma marca unificada para Londres e definir a visão para a cidade pós-2012.</p>
<p>Londres. Complexa, diversa, emocionante, eclética, bonita, grande, pequena, cidade global. Não uma ideia, mas muitas. E muitas ideias para capturar em uma única ideia de marca. Londres. Precisa de um ícone e não de outra ideia.</p>
<p>Um novo ícone para Londres. Valente. Com visão de futuro. Poderoso. Uma tela aberta com usos e possibilidades ilimitadas. Vivificados por pessoas e ideias. Sem idade, sem raças, sem sexo, sem classes. Londres despojada à sua essência absoluta.</p>
<p>Londres. Nenhuma explicação necessária.</p></blockquote>
<p style="text-align: left;">Tive o prazer de conversar com o pessoal da V3 sobre esse trabalho, e desse papo saiu uma pequena entrevista sobre Londres 2012. Falei com os <em>partners </em>Karen Leung e Stuart Watson, esse último o responsável pelo trabalho e quem respondeu as perguntas. Aliás, <em>thank you so much V3&#8242;s people!</em></p>
<blockquote><p><strong><em>Daniel Campos -</em> Por que desenhar uma nova proposta para Londres 2012?</strong></p>
<p><strong></strong><em>Stuart Watson -</em> Nós criamos uma marca não-oficial para Londres no último ano e, obviamente, isso se expandiu naturalmente para um logo olímpico.</p>
<p><strong>O release diz &#8220;Londres precisa de um ícone, e não de outra ideia&#8221;. O que isso significa?</strong></p>
<p>Nós sentimos que Londres não pode ser resumida em um logotipo. Ela é muito diversa e o resultado final seria fatalmente acabar em um clichê. Em vez disso, queríamos criar algo icônico, e mais importante, algo que qualquer pessoa pudesse usar. Essa simplicidade brutal significa ser desenhado em estêncil, esboçado, ou criado no PowerPoint. Por isso nossa propósta é realmente democrática</p>
<p><strong>Os projetos da Wolff Olins, geralmente, ditam novos padrões estéticos no design gráfico de marcas. Você acredita que acontecerá (ou que já está acontecendo) o mesmo com o design para Londres 2012?</strong></p>
<p>Acredito que as pessoas estão se aquecendo para 2012, por tanto o design parece muito mais confortável agora. Não tenho certeza de que isso tenha influenciado o design. Não vi nada similar até agora.</p>
<p><strong>Londres 2012 são os jogos olímpicos que mais atrairam investimentos na história. Isso significa que o design da Wolff Olins, bonito ou feio, funciona?</strong></p>
<p>Funciona, sem dúvida nenhuma. A forma como os patrocinadores podem criar seus próprios logos de 2012 com suas marcas e cores é realmente original.</p>
<p><strong>O que você acha sobre o design para Rio 2016, criado pela Tátil?</strong></p>
<p>Tenho que tomar cuidado pois o designer é um bom amigo da minha esposa. Como devo dizê-lo? Não é o que eu teria feito.</p></blockquote>
<p style="text-align: left;">Para mais sobre <em>place branding </em>para Londres, indico a leitura do artigo <a href="http://www.futurebrand.com/think/articles/what-will-the-royal-wedding-and-the-london-2012-olympic-games-do-for-the-brand-uk/" target="_blank">What will the Royal Wedding and the London 2012 Olympic Games do for the brand UK?</a> da FutureBrand, falando sobre as oportunidades que a marca Reino Unido tem com dois grande eventos de mídia mundial como o Casamento Real e Jogos Olímpicos.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O Naming de grandes marcas</title>
		<link>http://logobr.org/branding/naming-de-grandes-marcas/</link>
		<comments>http://logobr.org/branding/naming-de-grandes-marcas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 17:50:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[coca cola]]></category>
		<category><![CDATA[logotipos]]></category>
		<category><![CDATA[naming]]></category>
		<category><![CDATA[nike]]></category>

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		<description><![CDATA[O site BoredPanda fez uma compilação da origem dos nomes de algumas marcas famosas. O trabalho foi baseado na List of Company Name Etymologies.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>Naming, em nossos dias, é um estudo muito necessário na criação e construção de marcas. Deixou de ser apenas &#8220;o nome&#8221; e se tornou parte da estratégia da marca. Nada mais normal e previsível no mundo caótico e globalizado de hoje. Entretanto, algumas marcas que hoje são verdadeiros colossos do capitalismo tiveram a origem de seus nomes de uma forma diferente. O site <a href="http://www.boredpanda.com/name-origins-meanings-of-famous-brands-companies/" target="_blank">BoredPanda</a> compilou algumas dessas histórias, baseado na <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_company_name_etymologies" target="_blank">List of Company Name Etymologies</a> do Wikipedia. Lá existem dezenas de marcas e a origem de seus nomes. Vale a pena dar uma passada por lá.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5188" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-3m-420x365.jpg" alt="" width="420" height="365" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5189" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-adidas-420x349.jpg" alt="" width="420" height="349" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5190" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-adobe-420x349.jpg" alt="" width="420" height="349" /></p>
<p id="firstHeading"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5191" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-amazon-420x365.jpg" alt="" width="420" height="365" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5193" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-canon-420x365.jpg" alt="" width="420" height="365" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5194" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-coca-cola-420x365.jpg" alt="" width="420" height="365" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5195" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-ebay-420x365.jpg" alt="" width="420" height="365" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5197" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-ikea-420x365.jpg" alt="" width="420" height="365" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5196" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-ibm-420x365.jpg" alt="" width="420" height="365" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5215" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-walmart-420x292.jpg" alt="" width="420" height="292" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5214" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-volkswagen-420x420.jpg" alt="" width="420" height="420" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5213" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-vodafone-420x366.jpg" alt="" width="420" height="366" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5212" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-virgin-420x393.jpg" alt="" width="420" height="393" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5211" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-starbucks-420x395.jpg" alt="" width="420" height="395" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5210" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-sony-420x308.jpg" alt="" width="420" height="308" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5209" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-skype-420x365.jpg" alt="" width="420" height="365" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5208" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-sharp-420x308.jpg" alt="" width="420" height="308" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5207" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-sega-420x392.jpg" alt="" width="420" height="392" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5206" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-reebok-420x298.jpg" alt="" width="420" height="298" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5205" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-pepsi-420x298.jpg" alt="" width="420" height="298" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5204" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-nokia-420x298.jpg" alt="" width="420" height="298" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5203" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-nissan-420x290.jpg" alt="" width="420" height="290" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5202" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-nintendo-420x347.jpg" alt="" width="420" height="347" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5201" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-nikon-420x413.jpg" alt="" width="420" height="413" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5200" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-nike-420x329.jpg" alt="" width="420" height="329" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5199" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-lego-420x413.jpg" alt="" width="420" height="413" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5198" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/name-origin-explanation-intel-420x365.jpg" alt="" width="420" height="365" /></p>
<p>Veja outros mais no site <a href="http://www.boredpanda.com/name-origins-meanings-of-famous-brands-companies/" target="_blank">BoredPanda</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Diatipo Natal 2011</title>
		<link>http://logobr.org/tipografia/diatipo-natal-2011/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 15:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tipografia]]></category>
		<category><![CDATA[diatipo]]></category>
		<category><![CDATA[house industries]]></category>
		<category><![CDATA[ken barber]]></category>

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		<description><![CDATA[O Diatipo é um encontro de designers, diretores de arte e outros profissionais que trabalham e amam a tipografia. Em 2011, contará com a presença do typedesigner Ken Barber, diretor da House Industries. E o LOGOBR está organizando duas promoções exclusivas para os que querem ir ao evento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>Desde quando o LOGOBR nasceu, em 2008, o meu interesse particular por tipografia aumentou exponencialmente. No desejo de aprender mais sobre type, descobri que em dezembro daquele ano iria rolar um evento chamado Diatipo, com palestras de profissionais renomados (que eu ainda pouco conhecia). Cara-de-pau como sempre, me inscrevi e fui. Troquei algumas palavras com Claudio Rocha, Gustavo Soares e Henrique Nardi. Sai dali certo que aquele era um dos melhores eventos de design gráfico que eu já tinha ido. Não perdi mais nenhum.</p>
<p>E o Diatipo cresceu de uma reunião de amigos para um evento de proporções nacionais. Desde então, o LOGOBR ajuda o Tipocracia a divulgar o evento em nossas páginas e nas redes sociais. E em 2011 teremos o prazer de ser um dos apoiadores do Diatipo. E antes que você vá embora: vai rolar promoção exclusiva! <img src='http://logobr.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5235" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/diatipo_2011-420x360.jpg" alt="" width="420" height="360" /></p>
<h5><strong>• Tema e convidados</strong></h5>
<p>Esse ano o tema do Diatipo será <strong><em>O Ensino de Tipografia</em></strong>. Será focado em palestrantes que tenham experiências em escolas, faculdades e cursos no Brasil e no exterior, onde irão compartilhar como aprenderam e como ensinam tipografia. O convidado especial dessa edição será Ken Barber que é letrista, type designer e diretor tipográfico do estúdio de design e type foundry House Industries. Ele também é sócio do Photo-Lettering, Inc., um serviço online de venda de letterings. Os demais convidados: Crystian Cruz, Priscila Farias, Catherine Dixon, Francisco Martins, Ana Paula Megda, Marcos Mello, Sarah Stutz e Tony de Marco.</p>
<h5>• Workshops</h5>
<p>Desde a edição do ano passado o Diatipo, além das palestras, organiza workshops com os convidados. Nesse ano: Tony de Marco, Marcos Mello e Ken Barber. Um preview do vai rolar nos cursos:</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5238" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/w_tmarco-420x156.jpg" alt="" width="420" height="156" /></p>
<blockquote><p><strong>Tony de Marco &#8211; Caligrafia Urbana</strong></p>
<p><strong></strong>Uma oficina para explorar o desenho tipográfico inspirado na cidade de São Paulo. Aprendendo a decodificar diferentes estilos e técnicas de pintura mural o aluno é estimulado a desenvolver seu próprio alfabeto. O spray é deixado de lado, rolinhos e a tinta acrílica são usados no papel e na parede. Para fazer letras gigantes é preciso usar não só as mãos, mas todo o corpo.</p></blockquote>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5237" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/w_mmello-420x156.jpg" alt="" width="420" height="156" /></p>
<blockquote><p><strong>Marcos Mello &#8211; Reinventando a Tipografia</strong></p>
<p><strong></strong>Este workshop pretende investigar a pertinência da composição manual no ensino contemporâneo de tipografia e design. A partir de uma dinâmica envolvendo materiais tipográficos, Marcos Mello levanta questões inerentes ao universo dos tipos móveis: 1. A importância do trabalho manual na percepção das medidas, valores e escalas. 2. Espaço e Grafismo &#8211; Forma e Contra Forma &#8211; Nota e Pausa: a estrutura da composição. 3. Construção da linguagem tipográfica: sistema de composição manual, suas características, limites e rupturas. 4. Debatendo e exercitando possibilidades de impressão em tipografia. Cores, texturas e gravação.</p></blockquote>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5236" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/w_kbarber-420x156.jpg" alt="" width="420" height="156" /></p>
<blockquote><p><strong>Ken Barber &#8211; Word as Image: Hand-Lettering for Graphic Design</strong></p>
<p><strong></strong><em>(este workshop será ministrado em inglês)</em><br />
Give your font menu a break and spice up your work with some standout lettering. Not only do hand-drawn logos add depth and personality to design, but they provide a unique look that simply cannot be matched by conventional typography. This workshop will explore the creative process of hand-lettering and its application in contemporary graphic design. Participants will reference familiar typographic forms and helpful lettering specimens while drawing their own one-of-a-kind word marks. A comprehensive slide presentation, drawing demonstration, skill-building exercises and personal critiques will provide further guidance as students acquire a practical foundation for producing and implementing distinctive hand-lettering in various design contexts.</p></blockquote>
<h5>• Data, local e inscrições</h5>
<p>O DiaTipo Natal 2011 acontece sábado 10 de dezembro, das 8h às 18h, na Unidade 3 da Belas Artes em São Paulo. Os workshops acontecerão entre os dias 8 e 9 de dezembro, na Belas Artes e na Oficina Tipográfica São Paulo. E as inscrições são feitas pelo site do Diatipo. Lá você encontra mais informações sobre os palestrantes, preços, formas de pagamento, endereço e mapa da Belas Artes e emails para contato com a organização. <a href="http://www.tipocracia.com.br/diatipo/SP/natal11/index.htm" target="_blank">Acesse!</a></p>
<h5>• Promoção &#8220;Mostre o Tipo da Sua Mesa&#8221;</h5>
<p>Antes de falar sobre a promoção, adiantamos que as vagas são limitadas ao número de cadeiras no auditório; no caso dos workshops, as vagas são extremamente limitadas. Então se você tem interesse em um deles, sugiro que corra e faça sua inscrição.</p>
<p>Vamos ao que interessa: o LOGOBR está realizando duas promoções exclusivas. Estão valendo: um ingresso para o dia de palestras (a você que não tem inscrição para o Diatipo) e um exemplar do livro <a href="http://www.blucher.com.br/livro.asp?Codlivro=06156" target="_blank">A Linguagem Invisível da Tipografia</a>, de Erik Spiekermann, publicado pela Blucher (a você que já está inscrito).</p>
<p><strong></strong>E dessa vez faremos algo totalmente diferente de todas as promoções que já realizamos por aqui. Mais interativo e divertido. <strong>Leia atentamente</strong> os passos abaixo para cada um do prêmios e abuse de seus contatos no Facebook: quem receber foi mais curtido, leva o prêmio!</p>
<p>Se você ainda não está inscrito no DiaTipo Natal 2011 e quer <strong>concorrer ao ingresso</strong>:</p>
<blockquote><p>1 › Tire uma foto da sua mesa de trabalho; na tela cheia do seu computador, coloque um caracter de uma tipografia que goste;</p>
<p>2 › No Facebook, curta as páginas do <a href="http://www.facebook.com/LOGOBR.org" target="_blank">LOGOBR</a> e do <a href="http://www.facebook.com/tipocracia" target="_blank">Tipocracia</a>;</p>
<p>3 › Publique a foto da sua mesa de trabalho na página do <strong><a href="http://www.facebook.com/LOGOBR.org" target="_blank">LOGOBR</a></strong>. Se não sabe como fazer, <a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/diatipo_2011_COMO_LBR.jpg" target="_blank">veja um passo-a-passo aqui</a>;</p>
<p>4 › Peça para os amigos curtirem sua foto!</p></blockquote>
<p>Se você já se inscreveu no DiaTipo Natal 2011 e quer <strong>concorrer ao livro do Spiekermann</strong>:</p>
<blockquote><p>1 › Tire uma foto da sua mesa de trabalho; na tela cheia do seu computador, coloque um caracter de uma tipografia que goste;</p>
<p>2 › No Facebook, curta as páginas do <a href="http://www.facebook.com/LOGOBR.org" target="_blank">LOGOBR</a> e do <a href="http://www.facebook.com/tipocracia" target="_blank">Tipocracia</a>;</p>
<p>3 › Publique a foto da sua mesa de trabalho na página do <strong><a href="http://www.facebook.com/tipocracia" target="_blank">Tipocracia</a></strong>; Se não sabe como fazer, <a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/diatipo_2011_COMO_TC.jpg" target="_blank">veja o passo-a-passo</a>;</p>
<p>4 › Peça para os amigos curtirem sua foto!</p></blockquote>
<p>Para ficar mais fácil de entender sobre como deve ser a foto de sua mesa, seguem alguns exemplos:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5316" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/EX_1.jpg" alt="" width="420" height="849" /></p>
<p><strong>A foto mais curtida de cada álbum</strong> até quinta-feira, 1º de dezembro às 17h, leva! Como já é de praxe, segue o regulamento. É curto e fácil de entender. Aconselhamos uma lida rápida. <a href="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/11/diatipo_2011_regulamento2.jpg" target="_blank">Só clicar aqui para vê-lo</a>!</p>
<p>Boa sorte (com seus amigos no Facebook). Nos vemos no Diatipo! <img src='http://logobr.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Action Painting: A desordem que inspira</title>
		<link>http://logobr.org/graphic-design/action-painting/</link>
		<comments>http://logobr.org/graphic-design/action-painting/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 17:27:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Escritores convidados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Graphic Design]]></category>
		<category><![CDATA[abstracionismo]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[cores]]></category>
		<category><![CDATA[painting]]></category>
		<category><![CDATA[pollock]]></category>

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		<description><![CDATA[Elvis Benício comenta a técnica Action Painting, mostrando designers e marcas que já utilizaram dessa estética e que se inspiraram nela.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Elvis Benício</em></p>
<p>Antes de iniciar esse post, quero deixar meus sinceros agradecimentos aos honrosos feedbacks que tenho recebido dos leitores do LOGOBR . É com grande satisfação que tenho recebido tais comentários e perguntas, pois me fizeram pensar em um novo direcionamento para os posts futuros. A partir de hoje, irei expor minhas ideias e comentários sobre técnicas e estilos que são fundamentais para a a busca do aprimoramento do senso estético gráfico e como eles são aplicados a uma peça. É importante acrescentar que o repertório visual e conhecimento teórico de cada criativo se tornará uma base sólida no processo de qualquer trabalho.</p>
<p>Então, vamos nessa!</p>
<p><strong>Sobre o Action Painting<br />
</strong>Dentre as inumeras técnicas artísticas que me inspiram, o Action Painting é a que me traz coragem de experimentar novas combinações de formas e cores. Isso se deve pelo fato dessa técnica ter como princípio a liberdade de improvisação, o gesto espontâneo, a expressão de uma personalidade individual tornando a peça única. Parecido quando estamos no meio do processo de criação de uma peça e intuitivamente vamos adicionando layers, shapes e cores até chegar em um ponto onde parece nos agradar. Acredito que isso que já deve ter acontecido com qualquer criativo.</p>
<blockquote><p>“Um experimento levanta uma questão ou testa uma hipótese cuja resposta não é conhecida de antemão”. Jennifer Cole Philips</p></blockquote>
<p>O Action Painting, pintura de ação ou gestual, é um termo dado pelo crítico norte-americano Harold Rosenberg, em 1952. Porém o criador dessa técnica é o norte-americano <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jackson_Pollock" target="_blank">Jackson Pollock</a> (1912 &#8211; 1956) que define de modo sintético os traços essenciais de sua técnica e estilo de pintura. Pollock influenciou e encorajou muitos artistas. Até hoje é possível ver claramente tal técnica mesclada a tipografias, aplicadas a motions, incorporadas em impressos e meios digitais.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl>
<dt><img class="size-medium wp-image-4749" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/17-pollock_l-420x418.jpg" alt="" width="420" height="418" /><br />
<span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; line-height: 17px;">• Jackson Pollock em ação •</span></dt>
</dl>
</div>
<p>Dentre os artistas atuais que utilizam tal técnica, darei destaque para o Americano Michael Cina. Numa <a href="http://ghostly.com/media/interview-with-michael-cina" target="_blank">entrevista</a> recente, Cina afirma: <em>“É papel de todo artista utilizar do meio que possui para explorar seu limite”</em>. Observando seus trabalhos podemos notar a tamanha sensibilidade e naturalidade com que cada peça possui.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl>
<dt><img class="size-medium wp-image-4753" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/cinanart1-420x348.jpg" alt="" width="420" height="348" /><br />
<span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; line-height: 17px;">• Michael Cina •</span></dt>
</dl>
</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl>
<dt><img class="size-medium wp-image-4754" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/cinaat2-420x335.jpg" alt="" width="420" height="335" /><br />
<span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; line-height: 17px;">• Michael Cina •</span></dt>
</dl>
</div>
<p>Como havia dito, o Action Painting tem sua origem na pintura, porém se estende aos meios tecnológicos digitais, como por visto nesse interessante video onde o artista executa a técnica de modo TOUCH.</p>
<p>    <iframe src="http://player.vimeo.com/video/3029416" width="420" height="236" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p>Nesse outro exemplo, o designer sueco <a href="http://www.behance.net/favati" target="_blank">Rikard Favati</a> utiliza da técnica para personalizar Dunnys (toy art) obtendo um resultado autêntico.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl>
<dt><img class="size-medium wp-image-4757 " src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/dunny-420x268.jpg" alt="" width="420" height="268" /><br />
<span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; line-height: 17px;">• Dunnys customizados por Rikard Favati •</span></dt>
</dl>
</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl>
<dt><img class="size-medium wp-image-4756" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/dunny2-420x246.jpg" alt="" width="420" height="246" /><br />
<span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; line-height: 17px;">• Dunnys customizados por Rikard Favati •</span></dt>
</dl>
</div>
<p>O site <a href="http://drips.nalindesign.com" target="_blank">DRIPS </a>oferece uma plataforma onde você gera seu wallpaper através de splashes e traços coloridos. O difícil é saber quando parar, já que as opções de cores geram infinitas combinações. Porém, acho mais interessante sair do RGB e sujar a mão nas tintas.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl>
<dt><img class="size-medium wp-image-4758 " src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/drips.nalindesign.com_-420x189.jpg" alt="" width="420" height="189" /><br />
<span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; line-height: 17px;">• simulador online de Action Painting •</span></dt>
</dl>
</div>
<p><strong>Exemplo de Aplicação<br />
</strong>O Museu de Arte Moderna de Viena (MUMOK) apresentou uma peça criativa na divulgação da exposição da galeria de quadros de Pollock. O uso de chocolate e morango mesclam sinestesias, tanto gustativa quanto visual. Uma peça com bom uso tipográfico, uma boa diagramação e contraste.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl>
<dt><img class="size-medium wp-image-4881" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/pollock-420x298.jpg" alt="" width="420" height="298" /><br />
<span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; line-height: 17px;">• Peça de divulgação da exposição de Jackson Pollock •</span></dt>
</dl>
</div>
<p><strong>Como e onde se aplica?<br />
</strong>A liberdade é tanta que essa técnica pode ser aplicada (ou até mesmo imposta) à tipografias, backgrounds (patterns e/ou texturas), impressos, digital, acabamentos, entre outros. Porém, atente-se para uma coisa: “Design é projeto”, a utilização dessa técnica deve ser encarada como uma ferramenta visual com finalidade estética. A unicidade de um trabalho está em sua forma e conteúdo, o objetivo da mensagem deverá atingir sua função.  Isso faz um &#8220;link&#8221; daquele post anterior sobre <a href="http://logobr.org/graphic-design/estratesticar-no-design-grafico/" target="_blank">Estraestesticar </a>, onde abordo justamente a relevância da experimentação com um propósito. Portanto, caso esteja prestes a utilizar a técnica de Action Painting em seu próximo projeto, não descuide do briefing em questão, isso pode custar um retrabalho doloroso.</p>
<p>Antes de adentrar nas experimentações gráficas “a la Pollock” faça ensaios utilizando seu senso estético e intuição na composição. Confesso que fui tão atingido por essa técnica recentemente que dei uma roupagem nova no topo do <a href="http://www.cargocollective.com/elvisbenicio" target="_blank">meu site</a>. Enfim, mescle tipografias ao trabalho, formas geométricas, cores contrastantes. O Céu é o Limite. Experimente!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pluto: sans-serif com um toque de script</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 15:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tipografia]]></category>
		<category><![CDATA[dafontnao]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[hannes von dohren]]></category>
		<category><![CDATA[pluto]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevistamos o type designer alemão Hannes von Döhren, sobre a Pluto, sua mais recém familia tipográfica. Com 32 pesos diferentes entre uprights, italic, normal e condensed, Hannes nos entrega uma sans-serif com um novo sabor, um visual informal e doce. E preço promocional: 16 fontes por U$49.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>Há alguns meses atrás, entrevistei o typedesigner alemão Hannes von Döhren por sua família Supria Sans e depois pela família Pluto, na minha coluna no site da abcDesign. O tempo passou e, há alguns dias, Hannes lançou as versões itálicas da família Pluto. E, como sempre, arrebatou os postos mais altos do MyFonts: Best Sellers, Hot News Fonts e o Rising Stars.</p>
<p>Por isso resolvi reproduzir a entrevista sobre a Pluto aqui no LOGOBR, mas atualizada com mais uma pergunta sobre a versão italica e aproveitando o preço de lançamento, que é ridiculamente baixo: $49 por 16 fontes. Leia e, se gostar, não perca a oportunidade de comprar.</p>
<p><span style="color: #f7f7f7;">____________________________________________________________</span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4953" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/08/pluto_normal1-420x210.png" alt="" width="420" height="210" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-4940" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/08/pluto_italic1-420x210.jpg" alt="" width="420" height="210" /></p>
<p>Com um visual divertido e informal, Pluto é uma sans-serif humanísta de 32 fontes, cada uma delas com 496 glifos, incluindo alguns caracteres alternativos e muitas opções OpenType que vocês verão abaixo. A fonte é lindíssima, bem desenhada e com um ótimo preço. Como o Hannes já é nosso amigo, pedi outra pocket entrevista e ele prontamente aceitou. Então prepare-se para uma belíssima tipografia a preço de banana. <em><strong>#daFontNao</strong></em></p>
<p><em><strong>LOGOBR -</strong> </em>A Pluto é uma nova abordagem do estilo sans-serif? Por quê?</p>
<p><em><strong>Hannes von Dohren -</strong> </em>Ela é uma tipografia sans serif com um toque de script. Isso entrega um visual amigável e informal a toda família. Mas a arquitetura reta e vertical da Pluto também a faz perfeita para textos longos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4954" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/08/pluto_normal2-420x420.jpg" alt="" width="420" height="420" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4945" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/08/pluto_italic6-420x420.png" alt="" width="420" height="420" /></p>
<p><strong>Quais foram suas inspirações para o design?</strong><br />
Eu amo tipografia com um toque de suavidade e calorosa, mas todas as que conheço desse estilo não são úteis para textos longos. Então decidi criar uma família que fosse lúdica e divertida mas adequada para textos.</p>
<p><strong>Pluto é uma grande família, mas não possui itálicos. Por quê?</strong><br />
Eu ainda não tenho certeza se vou adicionar algumas versões itálicas. Meu primeiro pensamento (quando desenhei Pluto) era que ela já era divertida por si só. Ela não precisa da companhia “mais divertida” das itálicas. Mas acredito que por razões de utilidade – e porque muitas pessoas já pediram pelas itálicas – talvez eu faça algo. <img src="http://abcdesign.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":-)" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4955" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/08/pluto_normal3-420x420.png" alt="" width="420" height="420" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4947" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/08/pluto_italic8-420x420.png" alt="" width="420" height="420" /></p>
<p><strong>Você desenhou a Pluto para quais tipos de uso?</strong><br />
Eu a vejo ideal para uso em varejo, indústria de cosméticos, alimentícia, publicidade e em aplicações que demandem um visual cordial e hospitaleiro. Também para designers, portfólios e websites.</p>
<p><strong>Pluto tem um visual informal inegavelmente. Mas seus glifos maiúsculos se mostram mais “conservadores”, o que abre o leque de uso. Entretanto, os caracteres C, K e R entregam o mesmo sentimento de informalidade das letras minúsculas. Por que você não fez versões “mais conservadoras” destas três letras como caracteres alternativos, do mesmo jeito que faz com as letras ‘a’, ‘g’ e ‘y’?</strong><br />
Eu desenhei as maiúsculas para funcionarem somente em caixa-alta também, por isso elas deveriam ser “mais retas” do que as minúsculas, mas acredito que o poder de reconhecimento da tipografia deveria estar sempre presente. Então eu tentei encontrar o ponto de equilibrio onde a tipografia funcionaria somente caixa-alta mas também tivesse “ondulações” suficiente para ser uma mesma família como as letras minúsculas. Se reparar na versão maiúscula do ‘S’ perceberá que ela tem uma cabeça levemente maior – também uma decisão de colocar o glifo não muito longe das minúsculas.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-3644" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/08/pluto4-420x270.jpg" alt="" width="420" height="270" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-3645" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/08/pluto5-420x270.jpg" alt="" width="420" height="270" /></p>
<p><strong>Você lançou <a href="http://logobr.org/tipografia/hannes-von-dohren-e-supriasans/" target="_blank">Supria Sans</a>, <a href="http://abcdesign.com.br/por-area/tipografia/tipo-do-dia-ff-basic-gothic/" target="_blank">Basic Gothic</a> e Pluto em oito meses. O que você está planejando para o restante do ano? Novos lançamento? Algo “não sans-serif”?</strong><br />
Sim, eu tenho alguns projetos nos quais estou trabalhando agora mesmo. Até este momento estou trabalhando numa slab-serif com Livius Dietzel. Com ele já desenhei <a href="http://www.itcchino.com/" target="_blank">ITC Chino</a>, <a href="http://new.myfonts.com/fonts/hvdfonts/livory/" target="_blank">Livory</a> e Basic Gothic. Acredito que essa tipografia será lançada nos próximos dois ou três meses.</p>
<p><strong>Por que comprar a Pluto?</strong><br />
Porque é uma tipografia muito bacana <img src="http://abcdesign.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":-)" /><br />
(E a familia italic completa com 16 fontes está sendo vendida nesse momento por $49 ao invés de seu preço normal, que é $299.)</p>
<p><em>PS 1: esse post foi originalmente publicado na minha coluna na abcDesign.</em><br />
<em>PS 2: obrigado ao Henrique Nardi pela ajuda na tradução.</em></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-4949" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/08/pluto_italic10-420x420.png" alt="" width="420" height="420" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-4958" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/08/pluto_normal6-420x420.png" alt="" width="420" height="420" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-4948" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/08/pluto_italic9-420x420.png" alt="" width="420" height="420" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-4956" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/08/pluto_normal4-420x420.png" alt="" width="420" height="420" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-4959" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/08/pluto_italic11-420x420.png" alt="" width="420" height="420" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-4946" title="pluto_italic7" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/08/pluto_italic7-420x420.png" alt="" width="420" height="420" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-3649" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/08/pluto9-420x270.jpg" alt="" width="420" height="270" /></p>
<blockquote><p>TIPO: <a href="http://new.myfonts.com/fonts/hvdfonts/pluto/" target="_blank">Pluto</a> /<a href="http://new.myfonts.com/fonts/hvdfonts/pluto-italics/" target="_blank"> Pluto Italic</a><br />
FOUNDRY: <a href="http://www.hvdfonts.com/" target="_blank">HVD</a><br />
PESOS: thin, extra light, light, regular, medium, bold, heavy, black + itálicos nos pesos Normal e Condensed<br />
SPECIMEN: <a href="http://hvdfonts.com/assets/Document/25/Specimen_Pluto.pdf" target="_blank">PDF</a><br />
PREÇO: UPRIGHT: US$40/peso ou U$299 as 16 fontes<br />
PROMOÇÃO: US$40/peso ou <strong>U$49 as 16 fontes</strong>!</p></blockquote>
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		<title>Chipotle e a Gestão do Design</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 13:06:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Alt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Chipotle]]></category>
		<category><![CDATA[design management]]></category>
		<category><![CDATA[service design]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>

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		<description><![CDATA[Luis Alt comenta como a rede de restaurantes Chipotle, com mais de 1000 lojas no EUA, pensa em cada detalhe da experiência de seus consumidores. Além disso, fala sobre seu posicionamento de sustentabilidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Muitos me perguntam sobre Gestão de Design e se conheço bons exemplos da aplicação em uma empresa. Trago, dessa vez, um exemplo de marca que sabe muito bem o que e como faz: <a style="text-align: left;" href="http://www.chipotle.com" target="_blank">Chipotle</a><span class="Apple-style-span" style="text-align: left;">. Eu poderia passar horas aqui descrevendo o que acontece nas lojas dessa rede de fast-food americana de comida tex-mex. Fundada em 1993, trata-se de uma empresa com posicionamento claro, ótima comida e uma batalha a favor da sustentabilidade(1) por trás (food with integrity é o slogan deles). Mas não é disso que eu vim falar (apesar da foto do Burrito estar difícil de tirar da cabeça neste ponto, né?) Antes de começar, a história oficial(2) e como eles se descrevem &#8230;</span></p>
<blockquote><p>At Chipotle, we aim to do a few things but do them exceptionally well. When Chipotle first opened its doors in 1993, the goal was simple: to serve high quality, delicious food quickly with an experience that not only exceeded, but redefined the fast food experience. To that end, we focus on sourcing the best possible ingredients, serving the tastiest food, and growing the most capable team we can.<br />
Good food IS good business.</p></blockquote>
<p>Como eu falei, o objetivo era (e continua sendo) comida boa, mas com uma experiência melhor ainda. E é exatamente sobre essa experiência que eu gostaria de escrever hoje. Ao entrar na loja, a impressão é de que tudo está feito sob-medida, em uma orquestra perfeita de serviço: produtos de qualidade, preparados em uma cozinha aberta e com ingredientes frescos; bandeja, copos e guardanapos com um design gráfico na medida certa; decoração vibrante e funcional, fácil de limpar e com ótima circulação (as filas, por exemplo, são intuitivas e seguem as paredes do local; sustentabilidade presente em todos os lugares (seja na comida, seja no espaço físico). Mas lembrem, estou falando de uma rede de fast-food com mais de 1.000 restaurantes espalhados pelos Estados Unidos e com uma experiência fantástica sendo entregue constantemente em todas as lojas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://logobr.org/branding/chipotle-e-a-gestao-do-design/attachment/img_1572/" rel="attachment wp-att-4834" target="_blank"><br />
<img class="aligncenter" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/img_1572.jpeg" alt="" width="470" height="353" /></a></p>
<p>Decidi escrever este post pois este gerenciamento de experiência de marca é um dos exemplos mais marcantes que encontrei nos Estados Unidos de gestão de design no setor de serviços. Acreditem, não é nada fácil encontrar um caso como esses. Vejam abaixo o que eles falam sobre a experiência Chipotle e entendam porque ela é tão importante &#8230;</p>
<blockquote><p>It takes more than great tasting food to make a terrific meal. It takes an awesome location and eating with fun, interesting people. Unfortunately we can’t make your friends any more interesting or fun. What we can do is carefully design each of our restaurants to create a unique dining experience fundamentally different than you would get with traditional fast food.</p></blockquote>
<p>Poderia me estender bastante aqui escrevendo sobre diversos elementos e o que está por trás disso tudo. A verdade é que conheci apenas a linha de frente e algumas poucas coisas que me comentaram ou li pesquisando para escrever este artigo. Decidi abandonar tudo isso pois o que me fez querer escrever sobre a marca foi minha experiência de loja, então vou comentar sobre algumas coisas que achei interessante de lá (com imagens, é claro).</p>
<p><strong>1- Trash Design</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://logobr.org/branding/chipotle-e-a-gestao-do-design/attachment/closepup-chipotle-trash-can/" rel="attachment wp-att-4832" target="_blank"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4832" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/closepup-chipotle-trash-can-313x420.jpg" alt="" width="313" height="420" /></a></p>
<p>Essa é nova, né? Bom, os lixos do restaurante nos remetem à sustentabilidade e são geniais. Um lugar para colocar garrafas ao redor dos lixeiros me pareceu uma boa solução para evitar líquidos derramados, vidros quebrados e espaço mal utilizado. O que vocês acham?</p>
<p><strong>2- Fax Design</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://logobr.org/branding/chipotle-e-a-gestao-do-design/attachment/chipotleorder/" rel="attachment wp-att-4831" target="_blank"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4831" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/ChipotleOrder-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a></p>
<p>Quem utiliza fax hoje em dia, né? Bom, os escritórios americanos aparentemente, muitos deles. E é para essas pessoas que a Chipotle criou um template de pedido por fax e um serviço rodando por trás disso. Basta enviar os detalhes do pedido de maneira muito simples (pois foi criado pensando na situação das pessoas preenchendo e não nas necessidades da empresa em processar mais facilmente) e voilá! Você tem o direito de apenas passar para retirar o pedido, sem ter que enfrentar nenhuma fila. Interessante, não?</p>
<p><strong>3- App Design</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://logobr.org/branding/chipotle-e-a-gestao-do-design/attachment/burrito/" rel="attachment wp-att-4828" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/Burrito.jpeg" alt="" width="299" height="392" /></a></p>
<p>Para os mais moderninhos, não poderia deixar de haver um aplicativo da rede para fazer pedidos. Funciona que é uma beleza!</p>
<p><strong> 4- Transparency Design</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://logobr.org/branding/chipotle-e-a-gestao-do-design/attachment/photo/" rel="attachment wp-att-4838" target="_blank"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4838" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2011/10/photo-420x313.jpg" alt="" width="420" height="313" /></a></p>
<p>Deixo por último o ponto que mais me impressionou: a transparência em todos os detalhes. Seja no balcão de vidro com ingredientes frescos e sustentáveis (que pode não parecer tanta novidade para os clientes do subway) a presença bastante evidenciada das calorias de cada um dos tipos de comida (não é por lei como muitos vão pensar, escrevo isso pois essa informação está com fontes grandes no cardápio do display acima do balcão) e, principalmente, por disponibilizarem, na frente do caixa, um cartão de visitas do Gerente da loja com telefone para contato. Isso é acreditar no próprio taco (ou burrito).</p>
<p>Parabéns Chipotle, para mim um belo exemplo de Gestão do Design e pessoalmente de má gestão de calorias!</p>
<p>-</p>
<p>ps. Pessoal, acabo de voltar dos Estados Unidos onde palestrei em NYC na Parsons e em San Francisco no congresso da Service Design Network. Tenho várias novidades para compartilhar então gostaria de saber sobre o que vocês querem que eu escreva primeiro: (a) Parsons New School of Design, (b) D.School em Stanford, (c) Cupertino e a Sede da Apple, (d) Design in the USA (algo como o post da Inglaterra) ou (e) Evento da SDN. Colaborem nos comentários <img src='http://logobr.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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