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	<title>LOGOBR &#187; estudos</title>
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	<description>Branding, design estratégico e graphic design.</description>
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		<title>Design Estratégico de Marcas em Campinas</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Aug 2012 13:28:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[estudos]]></category>

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		<description><![CDATA[Pela primeira vez, Campinas terá um curso de pós-graduação em Design Estratégico de Marcas, ministrado por Cecília Consolo. Para designers e outros apaixonados por marcas, é simplesmente imperdível.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aloha!</p>
<p>Os que sempre estão pelo LOGOBR, sabem que não costumamos fazer posts sobre eventos, já que temos a Coluna Promocional (essa cinza aqui do lado direito) para isso mesmo. Mas hoje vamos quebrar isso pois a ocasião pede. Até porque o LOGOBR é natural da região de Campinas.</p>
<p>Nós, designers e demais profissionais criativos daqui de Campinas e vizinhança, sempre reclamamos que não temos bons cursos aqui (sou talvez o maior reclamão); reclamamos por ter que ir para SP para estudar ou fazer cursos livres, Mas a grande verdade é que rola algumas coisas boas por aqui sim, só que não é devidamente divulgado. Exemplo: oficina com a Catherine Dixon na Unicamp e dezembro/11. Alguém ficou sabendo? Poucos sortudos (eu fui um deles).</p>
<p>Por essas razões que hoje vou falar de um desses cursos imperdíveis que vai acontecer aqui. E dessa vez é sobre branding!</p>
<h5><strong>• Design Estratégico de Marcas</strong></h5>
<p>A Facamp abriu esse ano a Escola de Pós-Gradução, com alguns cursos em seu campus:</p>
<p><em>- Cursos de Aprimoramento Profissional (30, 60 e 120 horas)</em><br />
<em>- MBA’s em determinada área de atuação profissional (18 meses)</em><br />
<em>- MBA’s Executivos (24 meses)</em><br />
<em>- Full Time MBA em Negócios ( 15 meses em período integral)</em></p>
<p>E entre esse cursos, apareceu um que é uma jóia: <strong>Design Estratégico de Marcas,</strong> ministrado por ninguém menos que Cecília Consolo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.facamp.com.br/wp4/index.php/cursos/aprimoramento-profissional/design/design-estrategico-de-marcas/"><img class="aligncenter size-full wp-image-6823" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/08/design_estrategico_marcas_facemp_LOGOBR.png" alt="" width="420" height="596" /></a><em style="text-align: center;">Curso de criação e gerenciamento de um sistema de Identidade Visual.<br />
A Marca &#8211; conceituação, elaboração, posicionamento e estratégia de comunicação</em></p>
<p>Para quem não conhece, a Cecília Consolo é uma estudiosa do design de marcas, professora e doutora pela Escola de Comunicação e Artes da USP e sócia do estúdio Consolo &amp; Cardinalli desde 1986. Escreveu uma tese que será lançada em livro chamada <em>Marcas, A Expansão Simbólica da Identidade</em>. Em resumo da moça em questão:</p>
<blockquote><p>Profª. Dra. Maria Cecilia Consolo</p>
<p>É designer e doutora em Ciência da Comunicação pela USP, tem 30 anos de experiência em desenvolvimento de projetos de comunicação e design, Identidade e gestão de marcas, e projetos de Identidade Corporativa para grandes empresas e organizações.Iniciou sua carreira em 1979, atuou na agência J.W.Thompson, Grupo Duratex e Grupo Dreyfus como gestora de Identidade Visual.É sócia diretora da Consolo &amp; Cardinali Design desde 1986, escritório de design que, por quatro biênios consecutivos, foi considerado uma das 50 melhores agências de comunicação do país.Constantemente é convidada a participar de júris de importantes concursos nacionais. Representou o Brasil em várias mostras internacionais, seus trabalhos já foram expostos no Eua, México, França, Chile, Croácia, Portugal, Peru , Republica Tcheca, Argentina, Japão e Bélgica, além de várias mostras no Brasil. Recebeu vários prêmios entre eles o 1º lugar por 3 vezes no Prêmio Max Feffer e duas no Prêmio Fernando Pini. Desde 2006 está a frente do Lab Cognitivo, escritório voltado a pesquisa em consumo, imaginário cultural e design.</p></blockquote>
<p>Para mais sobre ela, <a href="https://www.google.com.br/search?q=cecilia+consolo" target="_blank">uma pesquisa rápida no Google lhe dirá</a>.</p>
<p>O curso será de 60 horas e vai abordar diversos temas recorrentes para empresas de design e branding. Em casos como o meu, empresas novas, um curso como esse ajuda muito na definição de metodologias e etapas para projetos. Para profissionais, é a porta de entrada para o mundo do branding. Dá uma olhada na ementa:</p>
<blockquote><p><strong>Temas a serem abordados</strong><br />
* Conceitos fundamentais para o design de marca<br />
* Branding e o projeto da marca<br />
* Origens dos sistemas de marcas e sua evolução histórica e cultural<br />
* Nomenclatura das marcas contemporâneas<br />
* Personalidade de marca e a construção da identidade  da Marca<br />
* Naming<br />
* Planejamento de marca<br />
* Família e Fusões e Arquitetura de marca<br />
* Fusões de marcas<br />
* Positioning Statement<br />
* Definições da estratégia de comunicação<br />
* Sistemas tradicionais de gerenciamento da identidade corporativa<br />
* Manual de identidade – funções e aplicação<br />
* Brandbook – funções e aplicação<br />
* O Guia de expressão da marca – Expression guideline<br />
* A Gestão da estratégia de comunicação</p></blockquote>
<p>Não vou falar muito mais sobre <a href="http://www.facamp.com.br/wp4/index.php/escola-de-pos-graduacao/" target="_blank">pois no site tem todas as informações</a>.</p>
<p>Diversas pessoas de Campinas e região com quem já conversei se dizem interessadas em gestão e design estratégico de marcas e que tem sede por conhecimento. Bem, aqui está nossa chance pessoal. As inscrições vão até dia 9 de agosto, com aulas começando dia 14, uma vez por semana. Então, acelerem meus queridos!</p>
<p>Já fiz minha inscrição. Quem mais irei encontrar nas aulas? <img src='http://logobr.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>O paradigma da leitura</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 16:24:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Alt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[estudos]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando os primeiros tablets e leitores digitais foram lançados, muito se discutiu a respeito da adoção desses produtos por parte das grandes massas para o consumo de livros. Uma das principais justificativas dos defensores do papel era de que &#8220;nada como folhear uma página ou sentir o cheiro envelhecido do papel&#8221;. Do outro lado, early [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5953" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/03/livrso_FI.jpg" alt="" width="420" height="276" /></p>
<p>Quando os primeiros tablets e leitores digitais foram lançados, muito se discutiu a respeito da adoção desses produtos por parte das grandes massas para o consumo de livros. Uma das principais justificativas dos defensores do papel era de que &#8220;nada como folhear uma página ou sentir o cheiro envelhecido do papel&#8221;. Do outro lado, early adopters tecnológicos e ávidos leitores digitais defendiam que, assim como iPods, e-readers seriam capazes de carregar de um lado para o outro toda nossa biblioteca, dando-nos instantâneo acesso à livros, artigos e revistas.</p>
<p>A discussão partia geralmente do ponto de vista da função dos &#8220;produtos&#8221;, a grande questão sendo o que um e-reader apresentava como característica: &#8220;capacidade para armazenar 10.000 livros&#8221;, &#8220;tela (touch) de 14 polegadas&#8221;, &#8220;conexão ilimitada à internet&#8221;, &#8220;tecnologia de papel digital&#8221;, etc. No quesito tela, por exemplo, havia duas opções: tablets de um lado com telas que cansavam a vista e consumiam muita bateria mas tinham boa resposta ao toque e alto índice de resposta; tinta digital do outro com baixo consumo e zero índice de reflexão quando exposta ao sol mas relativamente lentas quando são necessárias transições rápidas.</p>
<p>Proponho agora um novo tipo de análise, tentando entender a vida das pessoas que utilizam esses produtos, enxergando o valor dos serviços por eles prestados. Por exemplo, uma crítica nesse sentido que existia na época, mesmo um pouco focada em aspectos tecnológicos, era de que ler livros em tablets não seria possível pois por ser uma tela que emitia luz, cansava a vista. A verdade é que essa eu nunca entendi, pois as pessoas que faziam essa crítica eram as mesmas que passavam horas diante de um computador, no trabalho e em casa, e que deixavam muitas vezes de ler um livro para passar mais tempo em msn, facebook ou qualquer outro site&#8230;</p>
<p>Sejamos diretos e vamos aos fatos, tentando entender os principais serviços que diferenciam um meio do outro (na minha opinião, claro.)</p>
<p><strong>Livros Impressos</strong></p>
<ul>
<li><strong>Toque: </strong>Nada como trocar de página! Realmente é algo que pesa muito para as gerações que viveram na &#8220;era do livro de papel.&#8221;</li>
<li><strong>Zapping: </strong>O poder de passar rapidamente por várias páginas, folhear um livro e captar um pouco do que se trata sem a sensação de que estamos deixando algo de fora.</li>
<li><strong>Exposição: &#8220;</strong>Diga-me o que lês e te direi quem és.&#8221; O poder de comunicar aos outros o que estamos lendo sem ter que falar nada, só uma capa de livro consegue (por enquanto).</li>
<li><strong>Compra: </strong>Quem nunca entrou, ficou e se &#8216;perdeu&#8217; em uma boa livraria? Passar uma tarde navegando por prateleiras de conhecimento é realmente uma experiência e tanto e a digital ainda não conseguiu substituir isso&#8230;</li>
</ul>
<p><strong>Livros em Tablets e e-Readers</strong></p>
<ul>
<li><strong>Poder da Não-Decisão: </strong>Vai viajar e não sabe que livros levar? Sem problemas, basta ter um e-Reader que essa é uma preocupação que deixa de existir, já que podemos levar todos eles.</li>
<li><strong>Anotações: </strong>Nada como grifar e anotar passagens de livro, certo? Mas melhor ainda é ter toda essa informação acessível, sempre. O <a href="http://kindle.amazon.com" target="_blank">Kindle</a> já permite esse tipo de busca, o que torna anotações disponíveis e resumos automáticos.</li>
<li><strong>Compartilhar: </strong>Compartilhar leituras (ou passagens) era algo que se fazia com considerável dificuldade (precisávamos participar de clubes de livro ou criar contextos em conversas). Hoje podemos ilustrar pontos e comentar passagens de textos com amigos e desconhecidos pelas redes sociais, em tempo real.</li>
<li><strong>Continuidade:</strong> Amazon e Apple, por exemplo, nos permitem começar a leitura de um livro no iPhone, continuar no computador e terminar no Kindle ou iPad. De maneira integrada. Essa independência de aparelho nos dá muita flexibilidade.</li>
</ul>
<p>A comparação, quando feita sob a perspectiva das pessoas que utilizam o serviço, ganham novas proporções e nos auxiliam a entender o que realmente é valorizado, ajudando a encontrar novas oportunidades em cada um dos cenários. Recentemente, por exemplo, durante o processo de escrever o livro <a href="http://dtbrbook.com.br" target="_blank">Design Thinking Brasil</a>, nos vimos imersos na criação do serviço do livro. Como, por exemplo, levar as referências adiante ou ajudar as pessoas que terminarem a ler o livro continuarem aumentando seu conhecimento sobre o assunto? Um simples &#8220;produto&#8221; livro virou um serviço, que além de transmitir conhecimento sobre o assunto foi complementado com um estudo de caso mais profundo, guia de próximos passos, conexão com profissionais da área, ferramentas de suporte em projetos, e assim por diante &#8211; tudo online. O livro, acredito eu, se tornou mais relevante porque pensamos nas pessoas que o leriam e, a partir disso, o recheamos de serviço feitos especialmente para elas.</p>
<p>Na live|work, acreditamos que no centro de tudo estão serviços, pois é aí que encontra-se o valor das coisas. No caso do grande duelo &#8220;livros impressos vs. digitais&#8221; minha resposta é que não há resposta. Os dois lados apresentam grandes vantagens, que podem ser vistas como desvantagens pela outra parte. Eu tenho um Kindle e gosto muito de levá-lo em minhas viagens. Por outro lado, sempre que penso em ler em casa corro direto para os &#8220;livros-livros&#8221;. Tudo não passa de ponto de vista, contexto, situação, momento. Ambos serviços me atraem e, sinceramente, não estou pronto ou disposto a abandonar nenhum dos dois. Quem sabe os únicos usuários que sobrarão no futuro serão os digitais, pois enquanto dificilmente novos serviços surgirão no papel, temos possibilidades infinitas de serviço nos aguardando no ambiente digital.</p>
<p>Até lá, fico com os dois!</p>
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		<title>O que aprendi lecionando</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 16:48:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Escritores convidados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[estudos]]></category>
		<category><![CDATA[guilherme sebastiany]]></category>

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		<description><![CDATA[Guilherme Sebastiany reflete sobre como designers e outros profissionais devem ver os estudos como um estilo de vida, e não como uma prática pontual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje não vou falar sobre design, mas sobre a importância dos estudos e de planejarmos nosso crescimento profissional através do aprendizado.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5894" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/03/livros_FI.jpg" alt="" width="420" height="276" /></p>
<p>Comecei a lecionar muito cedo, ainda durante a faculdade de arquitetura, no meu 3º ano. Nada glamoroso. Era o professor auxiliar de um curso de software dentro da Fupam, fundação que promovia cursos e aperfeiçoamento profissional dentro da FAU USP.</p>
<p>Quando o curso foi encerrado no meu 4º ano, resolvi propor algo que o substituísse. Pretensioso e sem nada a perder, propus para a Fupam um curso de “design gráfico para apresentação de projetos de arquitetura”. Surpreendentemente eles toparam, apesar de ser ainda apenas um estudante da faculdade. Aquele foi o primeiro passo para lecionar em cursos livres, e depois graduações e pós graduações ao longo destes 15 anos que se passaram desde então.</p>
<p>Os cursos dentro da Fupam eram tanto para profissionais, quanto para estudantes. Por estarem dentro do prédio da FAU eles periodicamente sorteavam bolsas de estudo entre alunos e eu como professor conseguia acesso a mais algumas. Então naquele período constantemente eu me alternava nos cursos na posição, ora como aluno, ora como professor.</p>
<p>Comecei a notar naquela época que, em alguns momentos, os cursos estavam todos muito cheios, e em outros períodos, todos vazios. Me perguntava o por quê?</p>
<p>Percebi o seguinte: Quando o mercado estava muito mal, as matrículas caiam. Afinal sem trabalho ou emprego, não era fácil pagar por um curso, por mais importante que ele pudesse ser para a carreira do aluno ou para a conquista de um novo emprego. Porém, quando o mercado estava em forte alta as matrículas também caíam. Somente nos períodos medianos as classes estavam cheias e, intrigado do porquê, comecei a perguntar aos alunos.</p>
<p>O que aprendi foi o seguinte: Quando não se tem dinheiro ou emprego, não se investe em cursos. Quando se tem muito dinheiro e trabalho, geralmente não se tem tempo para os mesmos.</p>
<p>Fazia sentido.Mas ao era uma lógica burra! Afinal, o melhor momento para se investir no aprendizado e na carreira é justamente quando o mercado está em baixa, quando temos mais tempo e quando nos diferenciarmos dos concorrentes é mais importante.</p>
<p>Percebi que não temos a cultura de entender os estudos como parte de uma estratégia de vida. Não os planejamos, as vezes eles acontecem. Não traçamos metas do que queremos aprender e muitas vezes subestimamos o papel do aprendizado no nosso crescimento. O tempo passa, permanecemos no mesmo patamar profissional que estávamos 2 anos antes e quando nos perguntamos o motivo, não enxergamos a resposta óbvia: Fazer sempre as mesmas coisas, sempre da mesma forma, não nos levará nunca a um lugar novo.</p>
<p>Mas e o dinheiro? Será que é tão complicado assim? Acredito que não. Nos momentos de alta podemos economizar para os de baixa. Percebo que a maioria consegue até traçar um plano de economia para comprar um celular novo, mas estudo, só se houver tempo, dinheiro, disponibilidade&#8230; tudo coincidindo em um momento propício! Isso é claro se não “bater uma preguiça”&#8230;</p>
<p>Precisamos ser mais sérios quanto ao nosso aperfeiçoamento profissional. Não precisa ser um curso, ou uma pós graduação. Pode ser fazer uma pesquisa através da leitura de vários livros de um mesmo tema, pode ser investigando algo importante do seu mercado, ou qualquer outra coisa que seja de verdade um investimento nas nossas carreiras.</p>
<p>Mas precisa ser planejado e executado!</p>
<p><span style="color: #c0c0c0;">____________________________________________________________</span></p>
<p><span style="color: #999999;"><em>Sobre o escritor:</em></span></p>
<p><span style="color: #999999;"><em>Guilherme Sebastiany é sócio fundador da Sebastiany Branding, escritório especializado em diagnósticos, estratégias e projeto de marcas.</em></span></p>
<p><span style="color: #999999;"><em>Follow: <span style="color: #c0c0c0;"><a href="http://twitter.com/Sebastiany" target="_blank">@sebastiany</a></span></em></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Design (Thinking) em NYC</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 04:37:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Alt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[estudos]]></category>
		<category><![CDATA[nyc]]></category>
		<category><![CDATA[parsons]]></category>

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		<description><![CDATA[Luis Alt mostra a universidade Parsons The New School for Design, em NYC, e seus espaços para que pesquisadores, estudantes e professores possam criar soluções que melhorem as vidas dos moradores de Nova York.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O 12º andar na &#8220;6 East 16th Street&#8221; é o um ambiente educacional experimental criado pela <strong>Parsons The New School for Design</strong> em Nova Iorque para agregar estudantes de pós-graduação em design de diferentes programas como o <a href="http://www.newschool.edu/parsons/mfa-transdisciplinary-design/">Master em Design Transdisciplinar</a> e o <a href="http://www.newschool.edu/parsons/mfa-design-technology">Master em Design e Tecnologia</a>. A verdade é que, apesar de ser bastante famosa por sediar o famoso programa de tv &#8220;<a href="http://www.mylifetime.com/shows/project-runway">Project Runaway</a>&#8221; apresentado pela modelo Heidi Klum, tem muito mais coisa acontecendo dentro daqueles prédios, e é isso que eu fui conferir!</p>
<p>Fundada em 1896 a Parsons The New School for Design é uma universidade pioneira na educação de arte e design e vem cultivando há mais de um século artistas, designers, acadêmicos, executivos e líderes comunitários que, ao sair da instituição se destacam em suas funções. A escola de &#8220;Estratégia de Design&#8221;, uma das cinco escolas que formam a Parsons, é, segundo Eduardo Staszowski, &#8220;um espaço educacional experimental configurado para evoluir abordagens inovadoras para a educação em design e negócios no contexto de cidades, serviços e ecossistemas.&#8221;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5611" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/parsons_FI.png" alt="" width="420" height="276" /></p>
<p><strong>Em busca de um mundo melhor &#8230; </strong></p>
<p>Laboratórios espalhados pelo mundo em busca da melhoria na vida dos humanos. Não é utopia, a verdade é que há uma constelação deles, pesquisando de maneira autônoma mas interconectada, baseados em universidades e escolas de Design ao redor do mundo, envolvidos em promover e suportar ativamente impacto social em direção à sustentabilidade. No Brasil, por exemplo, estamos muito bem representados na<a href="http://www.ltds.ufrj.br/desis/default.aspx">COPPE-UFRJ</a> em um programa de Engenharia de Produção coordenado por minha amiga Carla Cipolla. Na Parsons, o <a href="http://desis.parsons.edu/">DESIS-Lab</a> (Design para Inovação Social e Sustentabilidade) foi fundado em 2009 e procura a integração de professores e estudantes de diversas disciplinas da New School com o objetivo de pesquisar, promover e ampliar soluções sustentáveis para comunidades de Nova Iorque. E foi a convite de Lara Penin e Eduardo Staszowski, brasileiros coordenadores do DESIS Lab da Parsons, que tive a honra de dar uma <a href="http://desis.parsons.edu/2011/10/service-design-performances-fall-11-series-service-design-and-organizational-change-with-livework/">aula aberta</a> no final do ano passado junto a meu sócio, Tennyson Pinheiro, para falar de impacto cultural e mudança organizacional em projetos de Design de Serviços.</p>
<p><strong>Espaço para Colaborar</strong></p>
<p>Como em meu último post escrevi sobre espaços colaborativos na d.School, não poderia deixar de tocar no assunto aqui também. Apesar da visita rápida, tive o prazer de receber um tour guiado pela Universidade e devo admitir: impossível não comparar a realidade de lá com a realidade de cá. Infelizmente vivemos em um país de poucos recursos e isso acaba se refletindo na qualidade do ensino e, claro, no resultado dos trabalhos de nossos estudantes. Desde que voltei de Barcelona tenho visitado diversas universidades pelo Brasil afora e, infelizmente, o que vejo é que nos sobra boa vontade mas nos falta condições para trabalhar.</p>
<p>Falemos de lá, e não de cá, por enquanto. A estrutura da Parsons que visitei contém um auditório, salas de aula, estúdios, café e áreas para prototipagem rápida além de laboratórios de pesquisa (como o DESIS Lab) onde professores, pesquisadores e estudantes convivem e colaboram cotidianamente. A preocupação em criar um espaço altamente colaborativo se reflete em um lugar que é todo equipado com mobiliário reconfigurável, permitindo diversos layouts de acordo com as atividades propostas, e que tem todas as suas paredes pintadas com <em>ideapaint,</em> que permite o uso de markers para anotações temporárias e compartilhamento contínuo de ideias. Além disso, assim como na d.School, na Parsons existe uma série de móveis pensados exclusivamente para os alunos, seja para conduzir projetos em equipe, seja para ter um lugar para chamar de seu. As imagens falam por si só &#8230;</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-5601" title="" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/DSC02914-420x92.jpg" alt="" width="420" height="92" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5602" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/DSC02923-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5603" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/DSC02947-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5604" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/DSC02948-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5605" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/DSC02952-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5606" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/DSC02953-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5607" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/DSC02955-420x315.jpg" alt="" width="420" height="315" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5608" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/DSC02956-420x92.jpg" alt="" width="420" height="92" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5609" src="http://logobr.org/wp-content/uploads/2012/01/DSC02961-420x92.jpg" alt="" width="420" height="92" /></p>
<p>Legal conhecer &#8220;por dentro&#8221; um espaço como esse, não? Quem quiser saber um pouco mais sobre tudo isso, recomendo começar mesmo pelo <a href="http://www.newschool.edu/parsons/">site oficial</a> da Universidade. Quem sabe para alguém esse post não é o começo de uma viagem pra lá? Aliás, nada mal viver, estudar e trabalhar em Nova Iorque, certo?</p>
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